Imigrantes cubanos chegam a pé em número recorde aos EUA


Consulado americano em Havana Cuba começou a emitir vistos após quatro anos de suspensão do serviço

Atualização:

Em meio à piora da situação política e econômica em Cuba, os migrantes cubanos estão chegando aos EUA no maior número em quatro décadas. Segundo funcionários americanos, estima-se que este ano cheguem cerca de 15 mil.

Durante décadas, os cubanos arriscaram suas vidas em balsas precárias para tentar chegar aos EUA, mas agora eles chegam a pé, com a ajuda da Nicarágua, que no fim do ano eliminou a exigência de visto para os cubanos, dando-lhes um centro de apoio na América Central para viajar por terra, através do México até os EUA.

Autoridades americanas acusam o presidente nicaraguense, Daniel Ortega, de retirar o visto para pressionar os EUA a levantar as sanções contra a Nicarágua.

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Cubano com seus documentos aguarda para tentar tirar um visto americano no Consulado dos EUA em Havana Foto: Yamil Lage/AFP

Nesta terça-feira, o Consulado dos EUA em Cuba começou a emitir vistos a conta-gotas, após quatro anos de suspensão por supostos ataques sônicos contra funcionários da sede diplomática.

“Bem-vindos à embaixada (dos Estados Unidos) depois de tanto tempo!”, disse uma funcionária cubana ao pequeno grupo que aguardava em uma praça próxima da delegação, na capital Havana.

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A reabertura do consulado, de forma “limitada” e “gradual”, foi anunciada em 3 de março por Timothy Zúñiga-Brown, encarregado de negócios da embaixada americana, sem dar uma data precisa.

Ataques sônicos

O consulado fechou em setembro de 2017, logo depois que o governo do republicano Donald Trump (2017-2021) denunciou misteriosos incidentes, descritos como ataques sônicos, que teriam afetado a saúde dos diplomatas americanos, o que Havana nega.

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Desde então, os cubanos se viram obrigados a viajar a um terceiro país para solicitar o visto para os Estados Unidos.

A reabertura do Consulado em Havana ocorre após a retomada em abril das negociações sobre migração entre Cuba e Estados Unidos, interrompidas desde 2018. O governo cubano reivindica os 20 mil vistos anuais que Washington seu comprometeu a emitir.

Cuba enfrenta sua pior crise econômica devido aos efeitos da pandemia de covid-19 e das sanções americanas. Além de irem por terra, muitos cubanos tentam migrar por mar.

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Segundo o departamento responsável pela imigração e alfândega dos EUA, de outubro de 2021 a março de 2022, mais de 78 mil cubanos ingressaram no país pela fronteira com o México. / NYT e AFP

Em meio à piora da situação política e econômica em Cuba, os migrantes cubanos estão chegando aos EUA no maior número em quatro décadas. Segundo funcionários americanos, estima-se que este ano cheguem cerca de 15 mil.

Durante décadas, os cubanos arriscaram suas vidas em balsas precárias para tentar chegar aos EUA, mas agora eles chegam a pé, com a ajuda da Nicarágua, que no fim do ano eliminou a exigência de visto para os cubanos, dando-lhes um centro de apoio na América Central para viajar por terra, através do México até os EUA.

Autoridades americanas acusam o presidente nicaraguense, Daniel Ortega, de retirar o visto para pressionar os EUA a levantar as sanções contra a Nicarágua.

Cubano com seus documentos aguarda para tentar tirar um visto americano no Consulado dos EUA em Havana Foto: Yamil Lage/AFP

Nesta terça-feira, o Consulado dos EUA em Cuba começou a emitir vistos a conta-gotas, após quatro anos de suspensão por supostos ataques sônicos contra funcionários da sede diplomática.

“Bem-vindos à embaixada (dos Estados Unidos) depois de tanto tempo!”, disse uma funcionária cubana ao pequeno grupo que aguardava em uma praça próxima da delegação, na capital Havana.

A reabertura do consulado, de forma “limitada” e “gradual”, foi anunciada em 3 de março por Timothy Zúñiga-Brown, encarregado de negócios da embaixada americana, sem dar uma data precisa.

Ataques sônicos

O consulado fechou em setembro de 2017, logo depois que o governo do republicano Donald Trump (2017-2021) denunciou misteriosos incidentes, descritos como ataques sônicos, que teriam afetado a saúde dos diplomatas americanos, o que Havana nega.

Desde então, os cubanos se viram obrigados a viajar a um terceiro país para solicitar o visto para os Estados Unidos.

A reabertura do Consulado em Havana ocorre após a retomada em abril das negociações sobre migração entre Cuba e Estados Unidos, interrompidas desde 2018. O governo cubano reivindica os 20 mil vistos anuais que Washington seu comprometeu a emitir.

Cuba enfrenta sua pior crise econômica devido aos efeitos da pandemia de covid-19 e das sanções americanas. Além de irem por terra, muitos cubanos tentam migrar por mar.

Segundo o departamento responsável pela imigração e alfândega dos EUA, de outubro de 2021 a março de 2022, mais de 78 mil cubanos ingressaram no país pela fronteira com o México. / NYT e AFP

Em meio à piora da situação política e econômica em Cuba, os migrantes cubanos estão chegando aos EUA no maior número em quatro décadas. Segundo funcionários americanos, estima-se que este ano cheguem cerca de 15 mil.

Durante décadas, os cubanos arriscaram suas vidas em balsas precárias para tentar chegar aos EUA, mas agora eles chegam a pé, com a ajuda da Nicarágua, que no fim do ano eliminou a exigência de visto para os cubanos, dando-lhes um centro de apoio na América Central para viajar por terra, através do México até os EUA.

Autoridades americanas acusam o presidente nicaraguense, Daniel Ortega, de retirar o visto para pressionar os EUA a levantar as sanções contra a Nicarágua.

Cubano com seus documentos aguarda para tentar tirar um visto americano no Consulado dos EUA em Havana Foto: Yamil Lage/AFP

Nesta terça-feira, o Consulado dos EUA em Cuba começou a emitir vistos a conta-gotas, após quatro anos de suspensão por supostos ataques sônicos contra funcionários da sede diplomática.

“Bem-vindos à embaixada (dos Estados Unidos) depois de tanto tempo!”, disse uma funcionária cubana ao pequeno grupo que aguardava em uma praça próxima da delegação, na capital Havana.

A reabertura do consulado, de forma “limitada” e “gradual”, foi anunciada em 3 de março por Timothy Zúñiga-Brown, encarregado de negócios da embaixada americana, sem dar uma data precisa.

Ataques sônicos

O consulado fechou em setembro de 2017, logo depois que o governo do republicano Donald Trump (2017-2021) denunciou misteriosos incidentes, descritos como ataques sônicos, que teriam afetado a saúde dos diplomatas americanos, o que Havana nega.

Desde então, os cubanos se viram obrigados a viajar a um terceiro país para solicitar o visto para os Estados Unidos.

A reabertura do Consulado em Havana ocorre após a retomada em abril das negociações sobre migração entre Cuba e Estados Unidos, interrompidas desde 2018. O governo cubano reivindica os 20 mil vistos anuais que Washington seu comprometeu a emitir.

Cuba enfrenta sua pior crise econômica devido aos efeitos da pandemia de covid-19 e das sanções americanas. Além de irem por terra, muitos cubanos tentam migrar por mar.

Segundo o departamento responsável pela imigração e alfândega dos EUA, de outubro de 2021 a março de 2022, mais de 78 mil cubanos ingressaram no país pela fronteira com o México. / NYT e AFP

Em meio à piora da situação política e econômica em Cuba, os migrantes cubanos estão chegando aos EUA no maior número em quatro décadas. Segundo funcionários americanos, estima-se que este ano cheguem cerca de 15 mil.

Durante décadas, os cubanos arriscaram suas vidas em balsas precárias para tentar chegar aos EUA, mas agora eles chegam a pé, com a ajuda da Nicarágua, que no fim do ano eliminou a exigência de visto para os cubanos, dando-lhes um centro de apoio na América Central para viajar por terra, através do México até os EUA.

Autoridades americanas acusam o presidente nicaraguense, Daniel Ortega, de retirar o visto para pressionar os EUA a levantar as sanções contra a Nicarágua.

Cubano com seus documentos aguarda para tentar tirar um visto americano no Consulado dos EUA em Havana Foto: Yamil Lage/AFP

Nesta terça-feira, o Consulado dos EUA em Cuba começou a emitir vistos a conta-gotas, após quatro anos de suspensão por supostos ataques sônicos contra funcionários da sede diplomática.

“Bem-vindos à embaixada (dos Estados Unidos) depois de tanto tempo!”, disse uma funcionária cubana ao pequeno grupo que aguardava em uma praça próxima da delegação, na capital Havana.

A reabertura do consulado, de forma “limitada” e “gradual”, foi anunciada em 3 de março por Timothy Zúñiga-Brown, encarregado de negócios da embaixada americana, sem dar uma data precisa.

Ataques sônicos

O consulado fechou em setembro de 2017, logo depois que o governo do republicano Donald Trump (2017-2021) denunciou misteriosos incidentes, descritos como ataques sônicos, que teriam afetado a saúde dos diplomatas americanos, o que Havana nega.

Desde então, os cubanos se viram obrigados a viajar a um terceiro país para solicitar o visto para os Estados Unidos.

A reabertura do Consulado em Havana ocorre após a retomada em abril das negociações sobre migração entre Cuba e Estados Unidos, interrompidas desde 2018. O governo cubano reivindica os 20 mil vistos anuais que Washington seu comprometeu a emitir.

Cuba enfrenta sua pior crise econômica devido aos efeitos da pandemia de covid-19 e das sanções americanas. Além de irem por terra, muitos cubanos tentam migrar por mar.

Segundo o departamento responsável pela imigração e alfândega dos EUA, de outubro de 2021 a março de 2022, mais de 78 mil cubanos ingressaram no país pela fronteira com o México. / NYT e AFP

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