Índia e Paquistão anunciam cooperação antiterrorismo


No 1º encontro após ataques em Mumbai, premiê paquistanês promete levar à justiça responsáveis por atentado

Índia e Paquistão comprometeram-se a trabalhar juntos na luta contra o terrorismo, "a principal ameaça aos dois países. A declaração conjunta foi feita nesta quinta-feira, 16, após reunião entre os primeiros-ministros indiano, Manmohan Singh, e paquistanês, Yousaf Raza Gillani, às margens da reunião de cúpula do Movimento dos Países Não-Alinhados no balneário egípcio de Sharm el-Sheikh, na costa do Mar Vermelho.

 

Islamabad ainda prometeu que fará tudo o que estiver a seu alcance para levar à justiça os responsáveis pelos atentados do ano passado contra Mumbai (ex-Bombaim), uma exigência de Nova Délhi para melhorar as relações bilaterais. Numa mensagem conjunta, os primeiros-ministros dos dois países concordaram nesta quinta-feira que as negociações de paz não devem estar condicionadas ao combate ao extremismo.

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A esperada reunião ocorreu depois de um congelamento do diálogo político entre os dois adversários iniciado há sete meses, depois de extremistas paquistaneses terem promovido uma ação em Mumbai que durou dias e resultou na morte de 166 pessoas. Os primeiros-ministros ainda concordaram em cooperar na investigação do incidente, que a Indica diz que foi planejada e realizada do Paquistão. Os líderes também definiram que compartilharão informações sobre qualquer ameaça terrorista.

Índia e Paquistão comprometeram-se a trabalhar juntos na luta contra o terrorismo, "a principal ameaça aos dois países. A declaração conjunta foi feita nesta quinta-feira, 16, após reunião entre os primeiros-ministros indiano, Manmohan Singh, e paquistanês, Yousaf Raza Gillani, às margens da reunião de cúpula do Movimento dos Países Não-Alinhados no balneário egípcio de Sharm el-Sheikh, na costa do Mar Vermelho.

 

Islamabad ainda prometeu que fará tudo o que estiver a seu alcance para levar à justiça os responsáveis pelos atentados do ano passado contra Mumbai (ex-Bombaim), uma exigência de Nova Délhi para melhorar as relações bilaterais. Numa mensagem conjunta, os primeiros-ministros dos dois países concordaram nesta quinta-feira que as negociações de paz não devem estar condicionadas ao combate ao extremismo.

 

A esperada reunião ocorreu depois de um congelamento do diálogo político entre os dois adversários iniciado há sete meses, depois de extremistas paquistaneses terem promovido uma ação em Mumbai que durou dias e resultou na morte de 166 pessoas. Os primeiros-ministros ainda concordaram em cooperar na investigação do incidente, que a Indica diz que foi planejada e realizada do Paquistão. Os líderes também definiram que compartilharão informações sobre qualquer ameaça terrorista.

Índia e Paquistão comprometeram-se a trabalhar juntos na luta contra o terrorismo, "a principal ameaça aos dois países. A declaração conjunta foi feita nesta quinta-feira, 16, após reunião entre os primeiros-ministros indiano, Manmohan Singh, e paquistanês, Yousaf Raza Gillani, às margens da reunião de cúpula do Movimento dos Países Não-Alinhados no balneário egípcio de Sharm el-Sheikh, na costa do Mar Vermelho.

 

Islamabad ainda prometeu que fará tudo o que estiver a seu alcance para levar à justiça os responsáveis pelos atentados do ano passado contra Mumbai (ex-Bombaim), uma exigência de Nova Délhi para melhorar as relações bilaterais. Numa mensagem conjunta, os primeiros-ministros dos dois países concordaram nesta quinta-feira que as negociações de paz não devem estar condicionadas ao combate ao extremismo.

 

A esperada reunião ocorreu depois de um congelamento do diálogo político entre os dois adversários iniciado há sete meses, depois de extremistas paquistaneses terem promovido uma ação em Mumbai que durou dias e resultou na morte de 166 pessoas. Os primeiros-ministros ainda concordaram em cooperar na investigação do incidente, que a Indica diz que foi planejada e realizada do Paquistão. Os líderes também definiram que compartilharão informações sobre qualquer ameaça terrorista.

Índia e Paquistão comprometeram-se a trabalhar juntos na luta contra o terrorismo, "a principal ameaça aos dois países. A declaração conjunta foi feita nesta quinta-feira, 16, após reunião entre os primeiros-ministros indiano, Manmohan Singh, e paquistanês, Yousaf Raza Gillani, às margens da reunião de cúpula do Movimento dos Países Não-Alinhados no balneário egípcio de Sharm el-Sheikh, na costa do Mar Vermelho.

 

Islamabad ainda prometeu que fará tudo o que estiver a seu alcance para levar à justiça os responsáveis pelos atentados do ano passado contra Mumbai (ex-Bombaim), uma exigência de Nova Délhi para melhorar as relações bilaterais. Numa mensagem conjunta, os primeiros-ministros dos dois países concordaram nesta quinta-feira que as negociações de paz não devem estar condicionadas ao combate ao extremismo.

 

A esperada reunião ocorreu depois de um congelamento do diálogo político entre os dois adversários iniciado há sete meses, depois de extremistas paquistaneses terem promovido uma ação em Mumbai que durou dias e resultou na morte de 166 pessoas. Os primeiros-ministros ainda concordaram em cooperar na investigação do incidente, que a Indica diz que foi planejada e realizada do Paquistão. Os líderes também definiram que compartilharão informações sobre qualquer ameaça terrorista.

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