Karzai apoia aumento de tropas dos EUA no Afeganistão


Autoridades se dizem confiantes de que Exército nacional sera capaz de garantir segurança do país até 2012

Por Reuters e Efe

O presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, apoia a ordem do presidente dos EUA, Barack Obama, de enviar mais 30 mil soldados ao Afeganistão, disse nesta quarta-feira, 2, o comandante das tropas americanas e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), o general Stanley McChrystal, depois de encontro com o mandatário afegão em Cabul.

 

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Karzai ainda enfatizou a necessidade de explicar o aumento de tropas ao seu povo, segundo o general. "Foi muito positivo. O presidente estava muito animado, resoluto nessa manhã", disse McChrystal a repórteres em Cabul.

 

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Esta é a primeira reação pública do Afeganistão ao anúncio dos EUA. Karzai, entretanto, já havia mostrado em seu discurso de posse, em 19 de novembro, seu desejo de que as forças de segurança afegãs "fossem capazes de assumir a liderança" na tarefa de garantir a segurança e a estabilidade em todo o país nos próximos cinco anos.

 

Fortalecimento

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O ministro de Assuntos Exteriores do Afeganistão, Rangin Dadfar Spanta, também mostrou-se favorável à decisão dos EUA e se disse confiante de que, no próximo ano e meio, momento a partir do qual as tropas americanas iniciarão sua retirada do país, Washington fará um esforço para fortalecer as forças de segurança afegãs.

 

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Spanta disse que o país conta com o "apoio" dos EUA para que, neste prazo, o Exército e a Polícia do Afeganistão sejam capazes de garantir a segurança no país. "A decisão de (Barack) Obama é muito importante para o governo afegão, para a população afegã e para o futuro do país", disse.

 

Spanta disse também que a velocidade com que as tropas dos EUA reduzirão seu protagonismo "dependerá" da situação de segurança no país e conveio em que a segurança do país deve ser "responsabilidade" dos afegãos.

 

O ministro ainda destacou que, durante 2009, as forças afegãs já desempenharam "um papel muito importante" nas operações contra a insurgência taleban, já que estiveram no comando de 60% delas, segundo ele.

 

Obama anunciou na noite da terça-feira o envio rápido de 30 mil soldados adicionais e fixou o mês de julho de 2011 como data para o início da retirada militar. Com os reforços, os EUA passarão a manter 100 mil militares no Afeganistão. A Otan tem cerca de 36 mil soldados no país e planeja enviar outros 5 mil.

O presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, apoia a ordem do presidente dos EUA, Barack Obama, de enviar mais 30 mil soldados ao Afeganistão, disse nesta quarta-feira, 2, o comandante das tropas americanas e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), o general Stanley McChrystal, depois de encontro com o mandatário afegão em Cabul.

 

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Karzai ainda enfatizou a necessidade de explicar o aumento de tropas ao seu povo, segundo o general. "Foi muito positivo. O presidente estava muito animado, resoluto nessa manhã", disse McChrystal a repórteres em Cabul.

 

Esta é a primeira reação pública do Afeganistão ao anúncio dos EUA. Karzai, entretanto, já havia mostrado em seu discurso de posse, em 19 de novembro, seu desejo de que as forças de segurança afegãs "fossem capazes de assumir a liderança" na tarefa de garantir a segurança e a estabilidade em todo o país nos próximos cinco anos.

 

Fortalecimento

 

O ministro de Assuntos Exteriores do Afeganistão, Rangin Dadfar Spanta, também mostrou-se favorável à decisão dos EUA e se disse confiante de que, no próximo ano e meio, momento a partir do qual as tropas americanas iniciarão sua retirada do país, Washington fará um esforço para fortalecer as forças de segurança afegãs.

 

Spanta disse que o país conta com o "apoio" dos EUA para que, neste prazo, o Exército e a Polícia do Afeganistão sejam capazes de garantir a segurança no país. "A decisão de (Barack) Obama é muito importante para o governo afegão, para a população afegã e para o futuro do país", disse.

 

Spanta disse também que a velocidade com que as tropas dos EUA reduzirão seu protagonismo "dependerá" da situação de segurança no país e conveio em que a segurança do país deve ser "responsabilidade" dos afegãos.

 

O ministro ainda destacou que, durante 2009, as forças afegãs já desempenharam "um papel muito importante" nas operações contra a insurgência taleban, já que estiveram no comando de 60% delas, segundo ele.

 

Obama anunciou na noite da terça-feira o envio rápido de 30 mil soldados adicionais e fixou o mês de julho de 2011 como data para o início da retirada militar. Com os reforços, os EUA passarão a manter 100 mil militares no Afeganistão. A Otan tem cerca de 36 mil soldados no país e planeja enviar outros 5 mil.

O presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, apoia a ordem do presidente dos EUA, Barack Obama, de enviar mais 30 mil soldados ao Afeganistão, disse nesta quarta-feira, 2, o comandante das tropas americanas e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), o general Stanley McChrystal, depois de encontro com o mandatário afegão em Cabul.

 

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Karzai ainda enfatizou a necessidade de explicar o aumento de tropas ao seu povo, segundo o general. "Foi muito positivo. O presidente estava muito animado, resoluto nessa manhã", disse McChrystal a repórteres em Cabul.

 

Esta é a primeira reação pública do Afeganistão ao anúncio dos EUA. Karzai, entretanto, já havia mostrado em seu discurso de posse, em 19 de novembro, seu desejo de que as forças de segurança afegãs "fossem capazes de assumir a liderança" na tarefa de garantir a segurança e a estabilidade em todo o país nos próximos cinco anos.

 

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O ministro de Assuntos Exteriores do Afeganistão, Rangin Dadfar Spanta, também mostrou-se favorável à decisão dos EUA e se disse confiante de que, no próximo ano e meio, momento a partir do qual as tropas americanas iniciarão sua retirada do país, Washington fará um esforço para fortalecer as forças de segurança afegãs.

 

Spanta disse que o país conta com o "apoio" dos EUA para que, neste prazo, o Exército e a Polícia do Afeganistão sejam capazes de garantir a segurança no país. "A decisão de (Barack) Obama é muito importante para o governo afegão, para a população afegã e para o futuro do país", disse.

 

Spanta disse também que a velocidade com que as tropas dos EUA reduzirão seu protagonismo "dependerá" da situação de segurança no país e conveio em que a segurança do país deve ser "responsabilidade" dos afegãos.

 

O ministro ainda destacou que, durante 2009, as forças afegãs já desempenharam "um papel muito importante" nas operações contra a insurgência taleban, já que estiveram no comando de 60% delas, segundo ele.

 

Obama anunciou na noite da terça-feira o envio rápido de 30 mil soldados adicionais e fixou o mês de julho de 2011 como data para o início da retirada militar. Com os reforços, os EUA passarão a manter 100 mil militares no Afeganistão. A Otan tem cerca de 36 mil soldados no país e planeja enviar outros 5 mil.

O presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, apoia a ordem do presidente dos EUA, Barack Obama, de enviar mais 30 mil soldados ao Afeganistão, disse nesta quarta-feira, 2, o comandante das tropas americanas e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), o general Stanley McChrystal, depois de encontro com o mandatário afegão em Cabul.

 

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Esta é a primeira reação pública do Afeganistão ao anúncio dos EUA. Karzai, entretanto, já havia mostrado em seu discurso de posse, em 19 de novembro, seu desejo de que as forças de segurança afegãs "fossem capazes de assumir a liderança" na tarefa de garantir a segurança e a estabilidade em todo o país nos próximos cinco anos.

 

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O ministro de Assuntos Exteriores do Afeganistão, Rangin Dadfar Spanta, também mostrou-se favorável à decisão dos EUA e se disse confiante de que, no próximo ano e meio, momento a partir do qual as tropas americanas iniciarão sua retirada do país, Washington fará um esforço para fortalecer as forças de segurança afegãs.

 

Spanta disse que o país conta com o "apoio" dos EUA para que, neste prazo, o Exército e a Polícia do Afeganistão sejam capazes de garantir a segurança no país. "A decisão de (Barack) Obama é muito importante para o governo afegão, para a população afegã e para o futuro do país", disse.

 

Spanta disse também que a velocidade com que as tropas dos EUA reduzirão seu protagonismo "dependerá" da situação de segurança no país e conveio em que a segurança do país deve ser "responsabilidade" dos afegãos.

 

O ministro ainda destacou que, durante 2009, as forças afegãs já desempenharam "um papel muito importante" nas operações contra a insurgência taleban, já que estiveram no comando de 60% delas, segundo ele.

 

Obama anunciou na noite da terça-feira o envio rápido de 30 mil soldados adicionais e fixou o mês de julho de 2011 como data para o início da retirada militar. Com os reforços, os EUA passarão a manter 100 mil militares no Afeganistão. A Otan tem cerca de 36 mil soldados no país e planeja enviar outros 5 mil.

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