Macron diz ter provas de que armas químicas foram usadas em ataque na Síria


Presidente francês reiterou sua intenção de atacar o país; Angela Merkel enfatizou que Alemanha não participará de ações militares contra o regime de Bashar Assad

Por Redação

PARIS - O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou nesta quinta-feira, 12, que dispõe de provas de que foram usadas armas químicas no ataque ao enclave opositor de Duma pelo regime de Bashar Assad, reiterando sua intenção de atacar o país.

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"O mundo é caótico e há situações inaceitáveis. O que tentamos é manter ao máximo a estabilidade da região", indicou Macron Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes

"Temos provas de que foram utilizadas armas químicas e que foi o regime quem as utilizou", afirmou Macron para a emissora TF1. O líder disse que a intervenção deve estar destinada a impedir que Damasco volte a fazer uso dessas armas químicas, embora não tenha dado mais detalhes sobre o assunto.

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Em contato "diário" com o presidente americano, Donald Trump, Macron garantiu que a intervenção na Síria estava destinada a lutar contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI), mas que o país "abriga várias guerras dentro da guerra" nas quais "nem tudo está permitido".

A intervenção também deve contribuir para "preparar a Síria de amanhã", que tem de estar dirigida por um governo "que inclua todas as minorias". O líder francês indicou que está em contato regular também com seu colega russo, Vladimir Putin, aliado de Assad.

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Em um discurso para diplomatas estrangeiros o presidente russo, Vladimir Putin, afirmou nesta quarta-feira que a situação no mundo está se tornando “cada vez mais caótica” mas "espera que o bom senso prevaleça" nas relações internacionais.

"O mundo é caótico e há situações inaceitáveis. O que tentamos é manter ao máximo a estabilidade da região. A França não permitirá que haja uma escalada ou que algo danifique essa estabilidade", indicou Macron.

Alemanha

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A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou que é evidente que o regime sírio ainda dispõe de um arsenal químico. "Agora devemos reconhecer que é evidente que a destruição das armas químicas não foi total", afirmou ela.

A dirigente enfatizou que Berlim não participará de ações militares contra o regime de Assad, mas disse que apoia tudo que se pode fazer para mostrar que o uso de armas químicas é algo inaceitável.

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O presidente americano Donald Trump advertiu nesta quarta-feira a Rússia contra o apoio ao regime de Bashar al-Assad e afirmou que os mísseis americanos chegarão à Síria em resposta a um suposto ataque químico.

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Sem acordo na Câmara de Deputados, o Exército alemão não pode realizar qualquer operação fora do país. A Alemanha deslocou aviões de reconhecimento e de abastecimento na Síria e no Iraque, mas apenas dentro da ação da coalizão internacional contra grupos jihadistas.

Ministros britânicos planejavam se reunir nesta quinta-feira para debater se somam forças aos EUA e à França, em um possível ataque militar contra a Síria que ameaça levar forças ocidentais e russas a um confronto direto. / EFE e AFP

PARIS - O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou nesta quinta-feira, 12, que dispõe de provas de que foram usadas armas químicas no ataque ao enclave opositor de Duma pelo regime de Bashar Assad, reiterando sua intenção de atacar o país.

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"O mundo é caótico e há situações inaceitáveis. O que tentamos é manter ao máximo a estabilidade da região", indicou Macron Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes

"Temos provas de que foram utilizadas armas químicas e que foi o regime quem as utilizou", afirmou Macron para a emissora TF1. O líder disse que a intervenção deve estar destinada a impedir que Damasco volte a fazer uso dessas armas químicas, embora não tenha dado mais detalhes sobre o assunto.

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Em contato "diário" com o presidente americano, Donald Trump, Macron garantiu que a intervenção na Síria estava destinada a lutar contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI), mas que o país "abriga várias guerras dentro da guerra" nas quais "nem tudo está permitido".

A intervenção também deve contribuir para "preparar a Síria de amanhã", que tem de estar dirigida por um governo "que inclua todas as minorias". O líder francês indicou que está em contato regular também com seu colega russo, Vladimir Putin, aliado de Assad.

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Em um discurso para diplomatas estrangeiros o presidente russo, Vladimir Putin, afirmou nesta quarta-feira que a situação no mundo está se tornando “cada vez mais caótica” mas "espera que o bom senso prevaleça" nas relações internacionais.

"O mundo é caótico e há situações inaceitáveis. O que tentamos é manter ao máximo a estabilidade da região. A França não permitirá que haja uma escalada ou que algo danifique essa estabilidade", indicou Macron.

Alemanha

A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou que é evidente que o regime sírio ainda dispõe de um arsenal químico. "Agora devemos reconhecer que é evidente que a destruição das armas químicas não foi total", afirmou ela.

A dirigente enfatizou que Berlim não participará de ações militares contra o regime de Assad, mas disse que apoia tudo que se pode fazer para mostrar que o uso de armas químicas é algo inaceitável.

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O presidente americano Donald Trump advertiu nesta quarta-feira a Rússia contra o apoio ao regime de Bashar al-Assad e afirmou que os mísseis americanos chegarão à Síria em resposta a um suposto ataque químico.

Sem acordo na Câmara de Deputados, o Exército alemão não pode realizar qualquer operação fora do país. A Alemanha deslocou aviões de reconhecimento e de abastecimento na Síria e no Iraque, mas apenas dentro da ação da coalizão internacional contra grupos jihadistas.

Ministros britânicos planejavam se reunir nesta quinta-feira para debater se somam forças aos EUA e à França, em um possível ataque militar contra a Síria que ameaça levar forças ocidentais e russas a um confronto direto. / EFE e AFP

PARIS - O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou nesta quinta-feira, 12, que dispõe de provas de que foram usadas armas químicas no ataque ao enclave opositor de Duma pelo regime de Bashar Assad, reiterando sua intenção de atacar o país.

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"O mundo é caótico e há situações inaceitáveis. O que tentamos é manter ao máximo a estabilidade da região", indicou Macron Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes

"Temos provas de que foram utilizadas armas químicas e que foi o regime quem as utilizou", afirmou Macron para a emissora TF1. O líder disse que a intervenção deve estar destinada a impedir que Damasco volte a fazer uso dessas armas químicas, embora não tenha dado mais detalhes sobre o assunto.

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Em contato "diário" com o presidente americano, Donald Trump, Macron garantiu que a intervenção na Síria estava destinada a lutar contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI), mas que o país "abriga várias guerras dentro da guerra" nas quais "nem tudo está permitido".

A intervenção também deve contribuir para "preparar a Síria de amanhã", que tem de estar dirigida por um governo "que inclua todas as minorias". O líder francês indicou que está em contato regular também com seu colega russo, Vladimir Putin, aliado de Assad.

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Em um discurso para diplomatas estrangeiros o presidente russo, Vladimir Putin, afirmou nesta quarta-feira que a situação no mundo está se tornando “cada vez mais caótica” mas "espera que o bom senso prevaleça" nas relações internacionais.

"O mundo é caótico e há situações inaceitáveis. O que tentamos é manter ao máximo a estabilidade da região. A França não permitirá que haja uma escalada ou que algo danifique essa estabilidade", indicou Macron.

Alemanha

A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou que é evidente que o regime sírio ainda dispõe de um arsenal químico. "Agora devemos reconhecer que é evidente que a destruição das armas químicas não foi total", afirmou ela.

A dirigente enfatizou que Berlim não participará de ações militares contra o regime de Assad, mas disse que apoia tudo que se pode fazer para mostrar que o uso de armas químicas é algo inaceitável.

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O presidente americano Donald Trump advertiu nesta quarta-feira a Rússia contra o apoio ao regime de Bashar al-Assad e afirmou que os mísseis americanos chegarão à Síria em resposta a um suposto ataque químico.

Sem acordo na Câmara de Deputados, o Exército alemão não pode realizar qualquer operação fora do país. A Alemanha deslocou aviões de reconhecimento e de abastecimento na Síria e no Iraque, mas apenas dentro da ação da coalizão internacional contra grupos jihadistas.

Ministros britânicos planejavam se reunir nesta quinta-feira para debater se somam forças aos EUA e à França, em um possível ataque militar contra a Síria que ameaça levar forças ocidentais e russas a um confronto direto. / EFE e AFP

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