Oposição teme votação eletrônica na Venezuela


Por Agencia Estado

Confirmada para 15 de agosto a data da realização do referendo que pode revogar o mandato do presidente venezuelano, Hugo Chávez, a coalizão opositora Coordenação Democrática (CD) pôs em dúvida as razões do governo para insistir em realizar o plebiscito por meio de votação eletrônica. Uma determinação do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) impede que o equipamento e o software, nunca usados antes em eleições no país, sejam submetidos a auditoria e veta a possibilidade de que mesas de votação manual sejam instaladas em caso de pane do sistema eletrônico. Mesmo assim, a CD informou oficialmente que aceitava as regras definidas pelo conselho para a consulta popular. "Com a fixação da data para 15 de agosto, o importante, o que é realmente transcendente, é que aqui haverá um referendo revogatório, e vamos vencê-lo", afirmou o principal líder da coalizão opositora e governador do Estado de Miranda, Enrique Mendoza. "No mais tardar em 19 de setembro, estaremos elegendo um novo presidente." Enquanto a oposição pedia a permanência do país dos observadores internacionais da Organização dos Estados Americanos (OEA) e do Centro Carter, um dos cinco reitores do CNE, Oscar Bataglini, defendeu a limitação ou o término da missão das duas entidades.

Confirmada para 15 de agosto a data da realização do referendo que pode revogar o mandato do presidente venezuelano, Hugo Chávez, a coalizão opositora Coordenação Democrática (CD) pôs em dúvida as razões do governo para insistir em realizar o plebiscito por meio de votação eletrônica. Uma determinação do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) impede que o equipamento e o software, nunca usados antes em eleições no país, sejam submetidos a auditoria e veta a possibilidade de que mesas de votação manual sejam instaladas em caso de pane do sistema eletrônico. Mesmo assim, a CD informou oficialmente que aceitava as regras definidas pelo conselho para a consulta popular. "Com a fixação da data para 15 de agosto, o importante, o que é realmente transcendente, é que aqui haverá um referendo revogatório, e vamos vencê-lo", afirmou o principal líder da coalizão opositora e governador do Estado de Miranda, Enrique Mendoza. "No mais tardar em 19 de setembro, estaremos elegendo um novo presidente." Enquanto a oposição pedia a permanência do país dos observadores internacionais da Organização dos Estados Americanos (OEA) e do Centro Carter, um dos cinco reitores do CNE, Oscar Bataglini, defendeu a limitação ou o término da missão das duas entidades.

Confirmada para 15 de agosto a data da realização do referendo que pode revogar o mandato do presidente venezuelano, Hugo Chávez, a coalizão opositora Coordenação Democrática (CD) pôs em dúvida as razões do governo para insistir em realizar o plebiscito por meio de votação eletrônica. Uma determinação do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) impede que o equipamento e o software, nunca usados antes em eleições no país, sejam submetidos a auditoria e veta a possibilidade de que mesas de votação manual sejam instaladas em caso de pane do sistema eletrônico. Mesmo assim, a CD informou oficialmente que aceitava as regras definidas pelo conselho para a consulta popular. "Com a fixação da data para 15 de agosto, o importante, o que é realmente transcendente, é que aqui haverá um referendo revogatório, e vamos vencê-lo", afirmou o principal líder da coalizão opositora e governador do Estado de Miranda, Enrique Mendoza. "No mais tardar em 19 de setembro, estaremos elegendo um novo presidente." Enquanto a oposição pedia a permanência do país dos observadores internacionais da Organização dos Estados Americanos (OEA) e do Centro Carter, um dos cinco reitores do CNE, Oscar Bataglini, defendeu a limitação ou o término da missão das duas entidades.

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