Divergências de Hamas e Fatah ainda são entrave à reconciliação


Por NIDAL AL-MUGHRABI

As facções palestinas rivais ainda não conseguiram superar os obstáculos nas conversações para uma reconciliação que elas esperam que resultem num organismo governador unificado para a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, disseram autoridades na sexta-feira. Nas conversações que estão ocorrendo no Cairo, mediadas pelo Egito, o movimento Fatah, do presidente Mahmoud Abbas, vem insistindo que o grupo islâmico rival Hamas precisa "aceitar e executar" os acordos de paz existentes assinados com Israel, mas o Hamas se recusa a assumir tal compromisso. O Hamas propôs o emprego do termo "respeitar" em lugar de "aceitar e executar", mas isso não satisfaz os Estados Unidos, Israel e o Ocidente, que querem que o grupo islâmico endosse acordos pacíficos com Israel. Os acordos e compromissos com Israel foram assinados pela Organização de Libertação da Palestina (OLP), atualmente chefiada por Abbas. O grupo islâmico Hamas, que venceu uma eleição parlamentar três anos atrás, controla a Faixa de Gaza, que tomou numa guerra civil curta e sangrenta em 2007 com a Autoridade Palestina, de Abbas, que domina a Cisjordânia ocupada. Israel, os EUA e países ocidentais se negam a reconhecer o controle do Hamas sobre a Faixa de Gaza. Israel, que impôs um bloqueio ao território costeiro, exige o fim do governo do Hamas como condição prévia para afrouxar suas restrições. A disputa entre Fatah e Hamas foi um dos pontos que suscitou uma intervenção do chefe de inteligência egípcio, Omar Suleiman, que se reuniu com líderes dos dois grupos na quinta-feira para tentar reduzir as diferenças. Em 2007 o Fatah e o Hamas formaram um governo de unidade que teve vida curta e cuja plataforma previa o "respeito" pelos compromissos fechados anteriormente pela OLP. Mas isso não foi suficiente para levar ao fim do embargo internacional ao território costeiro. O Hamas, cuja carta fundadora pede a destruição de Israel, já anunciou que pode aceitar a criação de um Estado palestino nas terras capturadas por Israel na guerra de 1967, mas rejeitou a possibilidade de reconhecer Israel formalmente. Outros obstáculo que, segundo o Hamas, vem "lançando sombra" sobre o trabalho dos cinco comitês formados para tentar chegar a um acordo é a detenção de centenas de partidários do Hamas por serviços de segurança do Fatah na Cisjordânia.

As facções palestinas rivais ainda não conseguiram superar os obstáculos nas conversações para uma reconciliação que elas esperam que resultem num organismo governador unificado para a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, disseram autoridades na sexta-feira. Nas conversações que estão ocorrendo no Cairo, mediadas pelo Egito, o movimento Fatah, do presidente Mahmoud Abbas, vem insistindo que o grupo islâmico rival Hamas precisa "aceitar e executar" os acordos de paz existentes assinados com Israel, mas o Hamas se recusa a assumir tal compromisso. O Hamas propôs o emprego do termo "respeitar" em lugar de "aceitar e executar", mas isso não satisfaz os Estados Unidos, Israel e o Ocidente, que querem que o grupo islâmico endosse acordos pacíficos com Israel. Os acordos e compromissos com Israel foram assinados pela Organização de Libertação da Palestina (OLP), atualmente chefiada por Abbas. O grupo islâmico Hamas, que venceu uma eleição parlamentar três anos atrás, controla a Faixa de Gaza, que tomou numa guerra civil curta e sangrenta em 2007 com a Autoridade Palestina, de Abbas, que domina a Cisjordânia ocupada. Israel, os EUA e países ocidentais se negam a reconhecer o controle do Hamas sobre a Faixa de Gaza. Israel, que impôs um bloqueio ao território costeiro, exige o fim do governo do Hamas como condição prévia para afrouxar suas restrições. A disputa entre Fatah e Hamas foi um dos pontos que suscitou uma intervenção do chefe de inteligência egípcio, Omar Suleiman, que se reuniu com líderes dos dois grupos na quinta-feira para tentar reduzir as diferenças. Em 2007 o Fatah e o Hamas formaram um governo de unidade que teve vida curta e cuja plataforma previa o "respeito" pelos compromissos fechados anteriormente pela OLP. Mas isso não foi suficiente para levar ao fim do embargo internacional ao território costeiro. O Hamas, cuja carta fundadora pede a destruição de Israel, já anunciou que pode aceitar a criação de um Estado palestino nas terras capturadas por Israel na guerra de 1967, mas rejeitou a possibilidade de reconhecer Israel formalmente. Outros obstáculo que, segundo o Hamas, vem "lançando sombra" sobre o trabalho dos cinco comitês formados para tentar chegar a um acordo é a detenção de centenas de partidários do Hamas por serviços de segurança do Fatah na Cisjordânia.

As facções palestinas rivais ainda não conseguiram superar os obstáculos nas conversações para uma reconciliação que elas esperam que resultem num organismo governador unificado para a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, disseram autoridades na sexta-feira. Nas conversações que estão ocorrendo no Cairo, mediadas pelo Egito, o movimento Fatah, do presidente Mahmoud Abbas, vem insistindo que o grupo islâmico rival Hamas precisa "aceitar e executar" os acordos de paz existentes assinados com Israel, mas o Hamas se recusa a assumir tal compromisso. O Hamas propôs o emprego do termo "respeitar" em lugar de "aceitar e executar", mas isso não satisfaz os Estados Unidos, Israel e o Ocidente, que querem que o grupo islâmico endosse acordos pacíficos com Israel. Os acordos e compromissos com Israel foram assinados pela Organização de Libertação da Palestina (OLP), atualmente chefiada por Abbas. O grupo islâmico Hamas, que venceu uma eleição parlamentar três anos atrás, controla a Faixa de Gaza, que tomou numa guerra civil curta e sangrenta em 2007 com a Autoridade Palestina, de Abbas, que domina a Cisjordânia ocupada. Israel, os EUA e países ocidentais se negam a reconhecer o controle do Hamas sobre a Faixa de Gaza. Israel, que impôs um bloqueio ao território costeiro, exige o fim do governo do Hamas como condição prévia para afrouxar suas restrições. A disputa entre Fatah e Hamas foi um dos pontos que suscitou uma intervenção do chefe de inteligência egípcio, Omar Suleiman, que se reuniu com líderes dos dois grupos na quinta-feira para tentar reduzir as diferenças. Em 2007 o Fatah e o Hamas formaram um governo de unidade que teve vida curta e cuja plataforma previa o "respeito" pelos compromissos fechados anteriormente pela OLP. Mas isso não foi suficiente para levar ao fim do embargo internacional ao território costeiro. O Hamas, cuja carta fundadora pede a destruição de Israel, já anunciou que pode aceitar a criação de um Estado palestino nas terras capturadas por Israel na guerra de 1967, mas rejeitou a possibilidade de reconhecer Israel formalmente. Outros obstáculo que, segundo o Hamas, vem "lançando sombra" sobre o trabalho dos cinco comitês formados para tentar chegar a um acordo é a detenção de centenas de partidários do Hamas por serviços de segurança do Fatah na Cisjordânia.

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