Irã descarta enviar urânio ao exterior, mas pede nova reunião


República Islâmica propõe troca simultânea do material e diz já ter considerações a fazer em futuro encontro

Por Agência Estado e Associated Press

 

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Uma proposta apoiada pela ONU prevê que o Irã envie urânio pouco enriquecido ao exterior, para que ele seja mais enriquecido e então retorne. Com isso, a comunidade internacional teria mais controle sobre o programa nuclear do país. Segundo Mottaki, porém, essa proposta não é exequível.

 

"Nós revisamos esse aspecto econômico e técnico. Nós definitivamente não enviaremos para fora nosso urânio enriquecido a 3,5%", afirmou o ministro. "Isso significa que nós vamos (em vez disso) considerar a troca de combustível (nuclear) simultaneamente, no Irã."

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Mottaki acrescentou que cientistas do país estudam o tema, para saber quanto do combustível pode ser transferido. "A quantidade que eles mencionam para a troca não é aceitável... e nossos especialistas ainda estão estudando isso."

 

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Sob um acordo liderado pela ONU, o Irã deveria enviar à Rússia e à França urânio pouco enriquecido, que depois abasteceria um reator em Teerã que produz isótopos médicos. O Ocidente acredita que assim a república islâmica não teria material suficiente para produzir uma arma nuclear, pelo menos das reservas conhecidas pela comunidade internacional.

 

"Nós já convocamos para outro encontro o pessoal técnico que fez parte das conversas em Viena e explicaremos nossas considerações. Mas até agora esse encontro não está marcado", disse Mottaki.

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Na terça-feira, funcionários americanos demonstraram pessimismo sobre a possibilidade de o Irã responder positivamente ao acordo proposto em Viena. O presidente dos EUA, Barack Obama, advertiu que está "acabando o tempo" para o Irã decidir sobre o assunto.

 

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) pediu na segunda-feira mais informações sobre uma instalação nuclear iraniana construída perto da cidade sagrada de Qom. A planta nuclear deve começar a funcionar em 2011, aumentando o temor de que o Irã esteja mais perto de produzir uma bomba nuclear.

 

O processo de enriquecimento de urânio pode ser usado para produção de combustível nuclear, mas também para a fabricação de bombas. Teerã nega que busque armas, mas países como EUA e Israel temem que haja um programa secreto no país para produção dessas armas. O Irã já foi alvo de três rodadas de sanções no Conselho de Segurança da ONU por se recusar a interromper o enriquecimento de urânio, mas insiste em seus direitos, de acordo com o Tratado de Não-Proliferação Nuclear.

 

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Uma proposta apoiada pela ONU prevê que o Irã envie urânio pouco enriquecido ao exterior, para que ele seja mais enriquecido e então retorne. Com isso, a comunidade internacional teria mais controle sobre o programa nuclear do país. Segundo Mottaki, porém, essa proposta não é exequível.

 

"Nós revisamos esse aspecto econômico e técnico. Nós definitivamente não enviaremos para fora nosso urânio enriquecido a 3,5%", afirmou o ministro. "Isso significa que nós vamos (em vez disso) considerar a troca de combustível (nuclear) simultaneamente, no Irã."

 

Mottaki acrescentou que cientistas do país estudam o tema, para saber quanto do combustível pode ser transferido. "A quantidade que eles mencionam para a troca não é aceitável... e nossos especialistas ainda estão estudando isso."

 

Sob um acordo liderado pela ONU, o Irã deveria enviar à Rússia e à França urânio pouco enriquecido, que depois abasteceria um reator em Teerã que produz isótopos médicos. O Ocidente acredita que assim a república islâmica não teria material suficiente para produzir uma arma nuclear, pelo menos das reservas conhecidas pela comunidade internacional.

 

"Nós já convocamos para outro encontro o pessoal técnico que fez parte das conversas em Viena e explicaremos nossas considerações. Mas até agora esse encontro não está marcado", disse Mottaki.

 

Na terça-feira, funcionários americanos demonstraram pessimismo sobre a possibilidade de o Irã responder positivamente ao acordo proposto em Viena. O presidente dos EUA, Barack Obama, advertiu que está "acabando o tempo" para o Irã decidir sobre o assunto.

 

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) pediu na segunda-feira mais informações sobre uma instalação nuclear iraniana construída perto da cidade sagrada de Qom. A planta nuclear deve começar a funcionar em 2011, aumentando o temor de que o Irã esteja mais perto de produzir uma bomba nuclear.

 

O processo de enriquecimento de urânio pode ser usado para produção de combustível nuclear, mas também para a fabricação de bombas. Teerã nega que busque armas, mas países como EUA e Israel temem que haja um programa secreto no país para produção dessas armas. O Irã já foi alvo de três rodadas de sanções no Conselho de Segurança da ONU por se recusar a interromper o enriquecimento de urânio, mas insiste em seus direitos, de acordo com o Tratado de Não-Proliferação Nuclear.

 

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"Nós revisamos esse aspecto econômico e técnico. Nós definitivamente não enviaremos para fora nosso urânio enriquecido a 3,5%", afirmou o ministro. "Isso significa que nós vamos (em vez disso) considerar a troca de combustível (nuclear) simultaneamente, no Irã."

 

Mottaki acrescentou que cientistas do país estudam o tema, para saber quanto do combustível pode ser transferido. "A quantidade que eles mencionam para a troca não é aceitável... e nossos especialistas ainda estão estudando isso."

 

Sob um acordo liderado pela ONU, o Irã deveria enviar à Rússia e à França urânio pouco enriquecido, que depois abasteceria um reator em Teerã que produz isótopos médicos. O Ocidente acredita que assim a república islâmica não teria material suficiente para produzir uma arma nuclear, pelo menos das reservas conhecidas pela comunidade internacional.

 

"Nós já convocamos para outro encontro o pessoal técnico que fez parte das conversas em Viena e explicaremos nossas considerações. Mas até agora esse encontro não está marcado", disse Mottaki.

 

Na terça-feira, funcionários americanos demonstraram pessimismo sobre a possibilidade de o Irã responder positivamente ao acordo proposto em Viena. O presidente dos EUA, Barack Obama, advertiu que está "acabando o tempo" para o Irã decidir sobre o assunto.

 

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) pediu na segunda-feira mais informações sobre uma instalação nuclear iraniana construída perto da cidade sagrada de Qom. A planta nuclear deve começar a funcionar em 2011, aumentando o temor de que o Irã esteja mais perto de produzir uma bomba nuclear.

 

O processo de enriquecimento de urânio pode ser usado para produção de combustível nuclear, mas também para a fabricação de bombas. Teerã nega que busque armas, mas países como EUA e Israel temem que haja um programa secreto no país para produção dessas armas. O Irã já foi alvo de três rodadas de sanções no Conselho de Segurança da ONU por se recusar a interromper o enriquecimento de urânio, mas insiste em seus direitos, de acordo com o Tratado de Não-Proliferação Nuclear.

 

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Uma proposta apoiada pela ONU prevê que o Irã envie urânio pouco enriquecido ao exterior, para que ele seja mais enriquecido e então retorne. Com isso, a comunidade internacional teria mais controle sobre o programa nuclear do país. Segundo Mottaki, porém, essa proposta não é exequível.

 

"Nós revisamos esse aspecto econômico e técnico. Nós definitivamente não enviaremos para fora nosso urânio enriquecido a 3,5%", afirmou o ministro. "Isso significa que nós vamos (em vez disso) considerar a troca de combustível (nuclear) simultaneamente, no Irã."

 

Mottaki acrescentou que cientistas do país estudam o tema, para saber quanto do combustível pode ser transferido. "A quantidade que eles mencionam para a troca não é aceitável... e nossos especialistas ainda estão estudando isso."

 

Sob um acordo liderado pela ONU, o Irã deveria enviar à Rússia e à França urânio pouco enriquecido, que depois abasteceria um reator em Teerã que produz isótopos médicos. O Ocidente acredita que assim a república islâmica não teria material suficiente para produzir uma arma nuclear, pelo menos das reservas conhecidas pela comunidade internacional.

 

"Nós já convocamos para outro encontro o pessoal técnico que fez parte das conversas em Viena e explicaremos nossas considerações. Mas até agora esse encontro não está marcado", disse Mottaki.

 

Na terça-feira, funcionários americanos demonstraram pessimismo sobre a possibilidade de o Irã responder positivamente ao acordo proposto em Viena. O presidente dos EUA, Barack Obama, advertiu que está "acabando o tempo" para o Irã decidir sobre o assunto.

 

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) pediu na segunda-feira mais informações sobre uma instalação nuclear iraniana construída perto da cidade sagrada de Qom. A planta nuclear deve começar a funcionar em 2011, aumentando o temor de que o Irã esteja mais perto de produzir uma bomba nuclear.

 

O processo de enriquecimento de urânio pode ser usado para produção de combustível nuclear, mas também para a fabricação de bombas. Teerã nega que busque armas, mas países como EUA e Israel temem que haja um programa secreto no país para produção dessas armas. O Irã já foi alvo de três rodadas de sanções no Conselho de Segurança da ONU por se recusar a interromper o enriquecimento de urânio, mas insiste em seus direitos, de acordo com o Tratado de Não-Proliferação Nuclear.

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