Polícia invade Congresso durante protesto no Equador


QUITO - Membros da polícia equatoriana que protestam contra cortes em seus salários invadiram nesta quinta-feira, 30, o Congresso Nacional, disse uma funcionária local à agência France Presse.

 

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Julia Ortega, uma porta-voz do Legislativo, afirmou que o prédio do Congresso foi ocupado por policiais protestando contra a nova lei, que reduz os bônus obtidos por eles ao longo dos anos de serviço, entre outras alterações. O presidente do país, Rafael Correa, enfrenta sua pior crise política desde sua chegada ao poder, em 2007.

 

Policiais e alguns militares protestam nas ruas de várias cidades do Equador. As forças de segurança tomaram também o controle do principal aeroporto internacional da capital, Quito, provocando a suspensão de voos. Rodovias foram bloqueadas e houve relatos sobre distúrbios e até roubos de bancos. Outros setores do funcionalismo também afetados pela nova lei se uniram aos protestos, incluindo os estudantes.

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O presidente Rafael Correa acusou setores da oposição ligados ao ex-presidente Lucio Gutierrez de tentar derrubá-lo com um golpe de Estado. Militares e policiais tomaram quarteis, o aeroporto internacional de Quito e o Congresso em protestos contra a reforma.

 

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Correa está em um hospítal em Quito e diz que os "golpistas" querem invadir seu quarto. O presidente decretou estado de exceção por cinco dias.

 

O ministro das Relações Exteriores do Equador, Ricardo Patiño, afirmou em entrevista à emissora local Telesur que por trás dos protestos de policiais há "setores golpistas". Patiño qualificou a manifestação das forças de segurança como um "ato de insubordinação absolutamente inaceitável por parte de alguns setores policiais, não de todos".

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A ministra de Coordenação Política do Equador, Doris Soliz, disse a repórteres que o governo local "tem a situação sob controle". Correa afirmou que o governo não recuará nas mudanças. As informações são da Dow Jones.

 

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Julia Ortega, uma porta-voz do Legislativo, afirmou que o prédio do Congresso foi ocupado por policiais protestando contra a nova lei, que reduz os bônus obtidos por eles ao longo dos anos de serviço, entre outras alterações. O presidente do país, Rafael Correa, enfrenta sua pior crise política desde sua chegada ao poder, em 2007.

 

Policiais e alguns militares protestam nas ruas de várias cidades do Equador. As forças de segurança tomaram também o controle do principal aeroporto internacional da capital, Quito, provocando a suspensão de voos. Rodovias foram bloqueadas e houve relatos sobre distúrbios e até roubos de bancos. Outros setores do funcionalismo também afetados pela nova lei se uniram aos protestos, incluindo os estudantes.

 

O presidente Rafael Correa acusou setores da oposição ligados ao ex-presidente Lucio Gutierrez de tentar derrubá-lo com um golpe de Estado. Militares e policiais tomaram quarteis, o aeroporto internacional de Quito e o Congresso em protestos contra a reforma.

 

Correa está em um hospítal em Quito e diz que os "golpistas" querem invadir seu quarto. O presidente decretou estado de exceção por cinco dias.

 

O ministro das Relações Exteriores do Equador, Ricardo Patiño, afirmou em entrevista à emissora local Telesur que por trás dos protestos de policiais há "setores golpistas". Patiño qualificou a manifestação das forças de segurança como um "ato de insubordinação absolutamente inaceitável por parte de alguns setores policiais, não de todos".

 

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A ministra de Coordenação Política do Equador, Doris Soliz, disse a repórteres que o governo local "tem a situação sob controle". Correa afirmou que o governo não recuará nas mudanças. As informações são da Dow Jones.

 

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Julia Ortega, uma porta-voz do Legislativo, afirmou que o prédio do Congresso foi ocupado por policiais protestando contra a nova lei, que reduz os bônus obtidos por eles ao longo dos anos de serviço, entre outras alterações. O presidente do país, Rafael Correa, enfrenta sua pior crise política desde sua chegada ao poder, em 2007.

 

Policiais e alguns militares protestam nas ruas de várias cidades do Equador. As forças de segurança tomaram também o controle do principal aeroporto internacional da capital, Quito, provocando a suspensão de voos. Rodovias foram bloqueadas e houve relatos sobre distúrbios e até roubos de bancos. Outros setores do funcionalismo também afetados pela nova lei se uniram aos protestos, incluindo os estudantes.

 

O presidente Rafael Correa acusou setores da oposição ligados ao ex-presidente Lucio Gutierrez de tentar derrubá-lo com um golpe de Estado. Militares e policiais tomaram quarteis, o aeroporto internacional de Quito e o Congresso em protestos contra a reforma.

 

Correa está em um hospítal em Quito e diz que os "golpistas" querem invadir seu quarto. O presidente decretou estado de exceção por cinco dias.

 

O ministro das Relações Exteriores do Equador, Ricardo Patiño, afirmou em entrevista à emissora local Telesur que por trás dos protestos de policiais há "setores golpistas". Patiño qualificou a manifestação das forças de segurança como um "ato de insubordinação absolutamente inaceitável por parte de alguns setores policiais, não de todos".

 

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A ministra de Coordenação Política do Equador, Doris Soliz, disse a repórteres que o governo local "tem a situação sob controle". Correa afirmou que o governo não recuará nas mudanças. As informações são da Dow Jones.

 

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Julia Ortega, uma porta-voz do Legislativo, afirmou que o prédio do Congresso foi ocupado por policiais protestando contra a nova lei, que reduz os bônus obtidos por eles ao longo dos anos de serviço, entre outras alterações. O presidente do país, Rafael Correa, enfrenta sua pior crise política desde sua chegada ao poder, em 2007.

 

Policiais e alguns militares protestam nas ruas de várias cidades do Equador. As forças de segurança tomaram também o controle do principal aeroporto internacional da capital, Quito, provocando a suspensão de voos. Rodovias foram bloqueadas e houve relatos sobre distúrbios e até roubos de bancos. Outros setores do funcionalismo também afetados pela nova lei se uniram aos protestos, incluindo os estudantes.

 

O presidente Rafael Correa acusou setores da oposição ligados ao ex-presidente Lucio Gutierrez de tentar derrubá-lo com um golpe de Estado. Militares e policiais tomaram quarteis, o aeroporto internacional de Quito e o Congresso em protestos contra a reforma.

 

Correa está em um hospítal em Quito e diz que os "golpistas" querem invadir seu quarto. O presidente decretou estado de exceção por cinco dias.

 

O ministro das Relações Exteriores do Equador, Ricardo Patiño, afirmou em entrevista à emissora local Telesur que por trás dos protestos de policiais há "setores golpistas". Patiño qualificou a manifestação das forças de segurança como um "ato de insubordinação absolutamente inaceitável por parte de alguns setores policiais, não de todos".

 

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A ministra de Coordenação Política do Equador, Doris Soliz, disse a repórteres que o governo local "tem a situação sob controle". Correa afirmou que o governo não recuará nas mudanças. As informações são da Dow Jones.

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