Putin e Xi rejeitam intervenção militar na Venezuela e pedem diálogo


Rússia e China, que têm grandes interesses econômicos na Venezuela, são os dois aliados principais do governo de Nicolás Maduro e o apoiaram desde o começo da crise no país

Por Redação
Atualização:

MOSCOU - Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Xi Jinping, pediram nesta quarta-feira, 5, diálogo político para resolver a crise na Venezuela e rejeitaram uma possível intervenção militar contra o governo de Nicolás Maduro.

Vladimir Putin (E) e Xi Jinping durante encontro no Kremlin, em Moscou Foto: Alexander Zemlianichenko/AP

A declaração conjunta emitida ao término das negociações entre Putin e Xi no Kremlin pede a todas as partes envolvidas no conflito venezuelano que apoiem "uma solução pacífica para os problemas no país por meio de um diálogo político inclusivo" e se oponham a "uma intervenção militar na Venezuela".

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"Seguimos atentamente o desenvolvimento dos eventos na Venezuela e chamamos todas as partes a cumprir a Carta da ONU, assim como as normas do direito internacional e as relações entre os Estados", acrescenta o documento.

Putin e Xi expressaram também sua intenção de continuar mantendo consultas sobre a América Latina e reforçar os contatos e a interação para aprofundar as relações com os países da região.

Na entrevista coletiva concedida após a reunião com Xi, Putin afirmou que ambos países "se pronunciam a favor da estabilização da situação na Venezuela".

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O racionamento para a venda de gasolina começou em várias regiões da Venezuela, desde segunda-feira, em meio à severa escassez do combustível no país. Longas filas e espera é o que resta aos moradores do país que detém as maiores reservas de petróleo do mundo.

Rússia e China, que têm grandes interesses econômicos na Venezuela, são os dois aliados principais do governo de Nicolás Maduro e o apoiaram desde o começo da crise no país, depois que Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino em janeiro e foi reconhecido por aproximadamente 50 países.

Desde então a Rússia se pronunciou em repetidas ocasiões em defesa do diálogo e tem se oferecido para mediar no conflito caso receba a solicitação das partes enfrentadas. / EFE

MOSCOU - Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Xi Jinping, pediram nesta quarta-feira, 5, diálogo político para resolver a crise na Venezuela e rejeitaram uma possível intervenção militar contra o governo de Nicolás Maduro.

Vladimir Putin (E) e Xi Jinping durante encontro no Kremlin, em Moscou Foto: Alexander Zemlianichenko/AP

A declaração conjunta emitida ao término das negociações entre Putin e Xi no Kremlin pede a todas as partes envolvidas no conflito venezuelano que apoiem "uma solução pacífica para os problemas no país por meio de um diálogo político inclusivo" e se oponham a "uma intervenção militar na Venezuela".

"Seguimos atentamente o desenvolvimento dos eventos na Venezuela e chamamos todas as partes a cumprir a Carta da ONU, assim como as normas do direito internacional e as relações entre os Estados", acrescenta o documento.

Putin e Xi expressaram também sua intenção de continuar mantendo consultas sobre a América Latina e reforçar os contatos e a interação para aprofundar as relações com os países da região.

Na entrevista coletiva concedida após a reunião com Xi, Putin afirmou que ambos países "se pronunciam a favor da estabilização da situação na Venezuela".

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O racionamento para a venda de gasolina começou em várias regiões da Venezuela, desde segunda-feira, em meio à severa escassez do combustível no país. Longas filas e espera é o que resta aos moradores do país que detém as maiores reservas de petróleo do mundo.

Rússia e China, que têm grandes interesses econômicos na Venezuela, são os dois aliados principais do governo de Nicolás Maduro e o apoiaram desde o começo da crise no país, depois que Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino em janeiro e foi reconhecido por aproximadamente 50 países.

Desde então a Rússia se pronunciou em repetidas ocasiões em defesa do diálogo e tem se oferecido para mediar no conflito caso receba a solicitação das partes enfrentadas. / EFE

MOSCOU - Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Xi Jinping, pediram nesta quarta-feira, 5, diálogo político para resolver a crise na Venezuela e rejeitaram uma possível intervenção militar contra o governo de Nicolás Maduro.

Vladimir Putin (E) e Xi Jinping durante encontro no Kremlin, em Moscou Foto: Alexander Zemlianichenko/AP

A declaração conjunta emitida ao término das negociações entre Putin e Xi no Kremlin pede a todas as partes envolvidas no conflito venezuelano que apoiem "uma solução pacífica para os problemas no país por meio de um diálogo político inclusivo" e se oponham a "uma intervenção militar na Venezuela".

"Seguimos atentamente o desenvolvimento dos eventos na Venezuela e chamamos todas as partes a cumprir a Carta da ONU, assim como as normas do direito internacional e as relações entre os Estados", acrescenta o documento.

Putin e Xi expressaram também sua intenção de continuar mantendo consultas sobre a América Latina e reforçar os contatos e a interação para aprofundar as relações com os países da região.

Na entrevista coletiva concedida após a reunião com Xi, Putin afirmou que ambos países "se pronunciam a favor da estabilização da situação na Venezuela".

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O racionamento para a venda de gasolina começou em várias regiões da Venezuela, desde segunda-feira, em meio à severa escassez do combustível no país. Longas filas e espera é o que resta aos moradores do país que detém as maiores reservas de petróleo do mundo.

Rússia e China, que têm grandes interesses econômicos na Venezuela, são os dois aliados principais do governo de Nicolás Maduro e o apoiaram desde o começo da crise no país, depois que Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino em janeiro e foi reconhecido por aproximadamente 50 países.

Desde então a Rússia se pronunciou em repetidas ocasiões em defesa do diálogo e tem se oferecido para mediar no conflito caso receba a solicitação das partes enfrentadas. / EFE

MOSCOU - Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Xi Jinping, pediram nesta quarta-feira, 5, diálogo político para resolver a crise na Venezuela e rejeitaram uma possível intervenção militar contra o governo de Nicolás Maduro.

Vladimir Putin (E) e Xi Jinping durante encontro no Kremlin, em Moscou Foto: Alexander Zemlianichenko/AP

A declaração conjunta emitida ao término das negociações entre Putin e Xi no Kremlin pede a todas as partes envolvidas no conflito venezuelano que apoiem "uma solução pacífica para os problemas no país por meio de um diálogo político inclusivo" e se oponham a "uma intervenção militar na Venezuela".

"Seguimos atentamente o desenvolvimento dos eventos na Venezuela e chamamos todas as partes a cumprir a Carta da ONU, assim como as normas do direito internacional e as relações entre os Estados", acrescenta o documento.

Putin e Xi expressaram também sua intenção de continuar mantendo consultas sobre a América Latina e reforçar os contatos e a interação para aprofundar as relações com os países da região.

Na entrevista coletiva concedida após a reunião com Xi, Putin afirmou que ambos países "se pronunciam a favor da estabilização da situação na Venezuela".

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O racionamento para a venda de gasolina começou em várias regiões da Venezuela, desde segunda-feira, em meio à severa escassez do combustível no país. Longas filas e espera é o que resta aos moradores do país que detém as maiores reservas de petróleo do mundo.

Rússia e China, que têm grandes interesses econômicos na Venezuela, são os dois aliados principais do governo de Nicolás Maduro e o apoiaram desde o começo da crise no país, depois que Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino em janeiro e foi reconhecido por aproximadamente 50 países.

Desde então a Rússia se pronunciou em repetidas ocasiões em defesa do diálogo e tem se oferecido para mediar no conflito caso receba a solicitação das partes enfrentadas. / EFE

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