Putin se apressa para declarar vitória em Mariupol para se fortalecer internamente; leia análise


Embora as forças russas estejam em maior número, tentativa de lançar um ataque ao complexo pode ser perigosa

Por Michael Birnbaum
Atualização:

THE WASHINGTON POST - A decisão do presidente russo, Vladimir Putin, nesta quinta-feira, 21, de abandonar os planos de invadir a usina siderúrgica de Mariupol possibilita uma declaração apressada de vitória, sem a dificuldade e o perigo de tomar o complexo.

A ordem de Putin ao ministro da Defesa, Serguei Shoigu, feita durante uma reunião encenada e televisionada, significa que os militares russos podem evitar os esforços prometidos para invadir a usina Azovstal, onde centenas de combatentes e civis ucranianos resistem há semanas, apesar das repetidas tentativas russas para derrotá-los.

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Embora as forças russas estejam em maior número, a tentativa de lançar um ataque ao complexo pode ser perigosa, com os ucranianos entrincheirados e escondidos nos subterrâneos. A tática de cerco – bloquear os ucranianos “para que nem uma mosca pudesse passar”, nas palavras de Putin – pode ser muito mais segura para os militares russos.

Complexo da siderúrgica Azovstal, em Mariupol, está cercado por soldados russos  Foto: Alexander Ermochenko/Reuters

A tática também permite que a Rússia declare vitória em Mariupol, mesmo que a cidade não tenha caído completamente. Durante semanas, as forças russas bombardearam a cidade, que antes da guerra tinha uma população de cerca de 440 mil habitantes, deixando-a praticamente destruída.

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Mas a decisão de sitiar a usina siderúrgica vai ocupar batalhões russos no momento em que a maior parte do esforço militar está reunindo forças mais ao norte, na Província de Donetsk, onde o Kremlin está avançando para além do território controlado por separatistas pró-russos nos últimos oito anos.

O principal feriado militar da Rússia, o Dia da Vitória, que celebra a derrota da Alemanha nazista na 2ª Guerra, cai em 9 de maio, levando alguns analistas a especular que Putin pode buscar mais ganhos e um ponto de inflexão nos combates.

A derrota total de Mariupol poderia alimentar os objetivos um pouco mais modestos que o Kremlin estabeleceu recentemente. Embora o Exército russo estivesse buscando a derrota total da Ucrânia quando a invadiu em fevereiro, os militares foram forçados a rever esse objetivo, pelo menos por enquanto, diante da poderosa resistência ucraniana.

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Cidade simbólica

Mas Mariupol tem um significado prático e simbólico importante, porque, se capturada pela Rússia, permitiria a conclusão de uma ponte terrestre para a Península da Crimeia, hoje anexada ao continente russo. Mariupol também foi sede do Batalhão Azov, um ramo de extrema direita da Guarda Nacional Ucraniana que tem alguns apoiadores neonazistas. Putin declarou a “desnazificação” como um dos objetivos da invasão da Ucrânia – um esforço que alguns líderes mundiais consideraram equivalente a genocídio.

“As Forças Armadas Russas e a milícia da República Popular de Donetsk libertaram Mariupol, e os nacionalistas restantes estão escondidos na zona industrial da siderúrgica Azovstal”, disse Shoigu, na quinta-feira, durante uma rara reunião particular televisionada com Putin.

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Shoigu disse que “cerca de 2 mil” soldados ucranianos permanecem em Azovstal e que o Exército russo precisará de “três a quatro dias” para encerrar a ação militar na usina.

Irina Vereshchuk, vice-primeira-ministra da Ucrânia, disse que “cerca de 1 mil civis e 500 soldados feridos” continuam em Azovstal e exigiu “um corredor humanitário urgente” para retirá-los.

“Peço aos líderes mundiais e à comunidade internacional que concentrem seus esforços em Azovstal agora”, disse ela na quinta-feira pelo Telegram. “Este é um ponto-chave e um momento-chave para o esforço humanitário!”

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A ofensiva russa é contra o leste da Ucrânia, uma região parcialmente sob o controle de separatistas pró-russos e onde se intensificaram os combates.

Dirigindo-se a Shoigu, Putin disse: “O trabalho das forças armadas para libertar Mariupol foi um sucesso. Parabéns”.

Durante a conversa, o presidente russo ordenou que seus militares não atacassem a usina, mas a bloqueassem para que “nem uma mosca pudesse passar”. “Penso que um ataque à zona industrial seria irracional e ordeno que seja cancelado”, disse ele.

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“É uma circunstância em que devemos pensar em salvar a vida e a saúde de nossos soldados. Quero dizer, devemos sempre pensar nisso, especialmente neste caso”, disse ele. “Não há necessidade de entrarmos nessas catacumbas e rastejarmos no subsolo por causa dessas instalações industriais.”.

O Ministério da Defesa da Ucrânia ainda não comentou a alegação da Rússia sobre Mariupol. Um comandante da Marinha ucraniana, Serhi Volni, disse na quarta-feira que os combatentes talvez não consigam resistir por muito mais tempo. / TRADUÇÃO DE RENATO PRELORENTZOU

THE WASHINGTON POST - A decisão do presidente russo, Vladimir Putin, nesta quinta-feira, 21, de abandonar os planos de invadir a usina siderúrgica de Mariupol possibilita uma declaração apressada de vitória, sem a dificuldade e o perigo de tomar o complexo.

A ordem de Putin ao ministro da Defesa, Serguei Shoigu, feita durante uma reunião encenada e televisionada, significa que os militares russos podem evitar os esforços prometidos para invadir a usina Azovstal, onde centenas de combatentes e civis ucranianos resistem há semanas, apesar das repetidas tentativas russas para derrotá-los.

Embora as forças russas estejam em maior número, a tentativa de lançar um ataque ao complexo pode ser perigosa, com os ucranianos entrincheirados e escondidos nos subterrâneos. A tática de cerco – bloquear os ucranianos “para que nem uma mosca pudesse passar”, nas palavras de Putin – pode ser muito mais segura para os militares russos.

Complexo da siderúrgica Azovstal, em Mariupol, está cercado por soldados russos  Foto: Alexander Ermochenko/Reuters

A tática também permite que a Rússia declare vitória em Mariupol, mesmo que a cidade não tenha caído completamente. Durante semanas, as forças russas bombardearam a cidade, que antes da guerra tinha uma população de cerca de 440 mil habitantes, deixando-a praticamente destruída.

Mas a decisão de sitiar a usina siderúrgica vai ocupar batalhões russos no momento em que a maior parte do esforço militar está reunindo forças mais ao norte, na Província de Donetsk, onde o Kremlin está avançando para além do território controlado por separatistas pró-russos nos últimos oito anos.

O principal feriado militar da Rússia, o Dia da Vitória, que celebra a derrota da Alemanha nazista na 2ª Guerra, cai em 9 de maio, levando alguns analistas a especular que Putin pode buscar mais ganhos e um ponto de inflexão nos combates.

A derrota total de Mariupol poderia alimentar os objetivos um pouco mais modestos que o Kremlin estabeleceu recentemente. Embora o Exército russo estivesse buscando a derrota total da Ucrânia quando a invadiu em fevereiro, os militares foram forçados a rever esse objetivo, pelo menos por enquanto, diante da poderosa resistência ucraniana.

Cidade simbólica

Mas Mariupol tem um significado prático e simbólico importante, porque, se capturada pela Rússia, permitiria a conclusão de uma ponte terrestre para a Península da Crimeia, hoje anexada ao continente russo. Mariupol também foi sede do Batalhão Azov, um ramo de extrema direita da Guarda Nacional Ucraniana que tem alguns apoiadores neonazistas. Putin declarou a “desnazificação” como um dos objetivos da invasão da Ucrânia – um esforço que alguns líderes mundiais consideraram equivalente a genocídio.

“As Forças Armadas Russas e a milícia da República Popular de Donetsk libertaram Mariupol, e os nacionalistas restantes estão escondidos na zona industrial da siderúrgica Azovstal”, disse Shoigu, na quinta-feira, durante uma rara reunião particular televisionada com Putin.

Shoigu disse que “cerca de 2 mil” soldados ucranianos permanecem em Azovstal e que o Exército russo precisará de “três a quatro dias” para encerrar a ação militar na usina.

Irina Vereshchuk, vice-primeira-ministra da Ucrânia, disse que “cerca de 1 mil civis e 500 soldados feridos” continuam em Azovstal e exigiu “um corredor humanitário urgente” para retirá-los.

“Peço aos líderes mundiais e à comunidade internacional que concentrem seus esforços em Azovstal agora”, disse ela na quinta-feira pelo Telegram. “Este é um ponto-chave e um momento-chave para o esforço humanitário!”

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Dirigindo-se a Shoigu, Putin disse: “O trabalho das forças armadas para libertar Mariupol foi um sucesso. Parabéns”.

Durante a conversa, o presidente russo ordenou que seus militares não atacassem a usina, mas a bloqueassem para que “nem uma mosca pudesse passar”. “Penso que um ataque à zona industrial seria irracional e ordeno que seja cancelado”, disse ele.

“É uma circunstância em que devemos pensar em salvar a vida e a saúde de nossos soldados. Quero dizer, devemos sempre pensar nisso, especialmente neste caso”, disse ele. “Não há necessidade de entrarmos nessas catacumbas e rastejarmos no subsolo por causa dessas instalações industriais.”.

O Ministério da Defesa da Ucrânia ainda não comentou a alegação da Rússia sobre Mariupol. Um comandante da Marinha ucraniana, Serhi Volni, disse na quarta-feira que os combatentes talvez não consigam resistir por muito mais tempo. / TRADUÇÃO DE RENATO PRELORENTZOU

THE WASHINGTON POST - A decisão do presidente russo, Vladimir Putin, nesta quinta-feira, 21, de abandonar os planos de invadir a usina siderúrgica de Mariupol possibilita uma declaração apressada de vitória, sem a dificuldade e o perigo de tomar o complexo.

A ordem de Putin ao ministro da Defesa, Serguei Shoigu, feita durante uma reunião encenada e televisionada, significa que os militares russos podem evitar os esforços prometidos para invadir a usina Azovstal, onde centenas de combatentes e civis ucranianos resistem há semanas, apesar das repetidas tentativas russas para derrotá-los.

Embora as forças russas estejam em maior número, a tentativa de lançar um ataque ao complexo pode ser perigosa, com os ucranianos entrincheirados e escondidos nos subterrâneos. A tática de cerco – bloquear os ucranianos “para que nem uma mosca pudesse passar”, nas palavras de Putin – pode ser muito mais segura para os militares russos.

Complexo da siderúrgica Azovstal, em Mariupol, está cercado por soldados russos  Foto: Alexander Ermochenko/Reuters

A tática também permite que a Rússia declare vitória em Mariupol, mesmo que a cidade não tenha caído completamente. Durante semanas, as forças russas bombardearam a cidade, que antes da guerra tinha uma população de cerca de 440 mil habitantes, deixando-a praticamente destruída.

Mas a decisão de sitiar a usina siderúrgica vai ocupar batalhões russos no momento em que a maior parte do esforço militar está reunindo forças mais ao norte, na Província de Donetsk, onde o Kremlin está avançando para além do território controlado por separatistas pró-russos nos últimos oito anos.

O principal feriado militar da Rússia, o Dia da Vitória, que celebra a derrota da Alemanha nazista na 2ª Guerra, cai em 9 de maio, levando alguns analistas a especular que Putin pode buscar mais ganhos e um ponto de inflexão nos combates.

A derrota total de Mariupol poderia alimentar os objetivos um pouco mais modestos que o Kremlin estabeleceu recentemente. Embora o Exército russo estivesse buscando a derrota total da Ucrânia quando a invadiu em fevereiro, os militares foram forçados a rever esse objetivo, pelo menos por enquanto, diante da poderosa resistência ucraniana.

Cidade simbólica

Mas Mariupol tem um significado prático e simbólico importante, porque, se capturada pela Rússia, permitiria a conclusão de uma ponte terrestre para a Península da Crimeia, hoje anexada ao continente russo. Mariupol também foi sede do Batalhão Azov, um ramo de extrema direita da Guarda Nacional Ucraniana que tem alguns apoiadores neonazistas. Putin declarou a “desnazificação” como um dos objetivos da invasão da Ucrânia – um esforço que alguns líderes mundiais consideraram equivalente a genocídio.

“As Forças Armadas Russas e a milícia da República Popular de Donetsk libertaram Mariupol, e os nacionalistas restantes estão escondidos na zona industrial da siderúrgica Azovstal”, disse Shoigu, na quinta-feira, durante uma rara reunião particular televisionada com Putin.

Shoigu disse que “cerca de 2 mil” soldados ucranianos permanecem em Azovstal e que o Exército russo precisará de “três a quatro dias” para encerrar a ação militar na usina.

Irina Vereshchuk, vice-primeira-ministra da Ucrânia, disse que “cerca de 1 mil civis e 500 soldados feridos” continuam em Azovstal e exigiu “um corredor humanitário urgente” para retirá-los.

“Peço aos líderes mundiais e à comunidade internacional que concentrem seus esforços em Azovstal agora”, disse ela na quinta-feira pelo Telegram. “Este é um ponto-chave e um momento-chave para o esforço humanitário!”

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A ofensiva russa é contra o leste da Ucrânia, uma região parcialmente sob o controle de separatistas pró-russos e onde se intensificaram os combates.

Dirigindo-se a Shoigu, Putin disse: “O trabalho das forças armadas para libertar Mariupol foi um sucesso. Parabéns”.

Durante a conversa, o presidente russo ordenou que seus militares não atacassem a usina, mas a bloqueassem para que “nem uma mosca pudesse passar”. “Penso que um ataque à zona industrial seria irracional e ordeno que seja cancelado”, disse ele.

“É uma circunstância em que devemos pensar em salvar a vida e a saúde de nossos soldados. Quero dizer, devemos sempre pensar nisso, especialmente neste caso”, disse ele. “Não há necessidade de entrarmos nessas catacumbas e rastejarmos no subsolo por causa dessas instalações industriais.”.

O Ministério da Defesa da Ucrânia ainda não comentou a alegação da Rússia sobre Mariupol. Um comandante da Marinha ucraniana, Serhi Volni, disse na quarta-feira que os combatentes talvez não consigam resistir por muito mais tempo. / TRADUÇÃO DE RENATO PRELORENTZOU

THE WASHINGTON POST - A decisão do presidente russo, Vladimir Putin, nesta quinta-feira, 21, de abandonar os planos de invadir a usina siderúrgica de Mariupol possibilita uma declaração apressada de vitória, sem a dificuldade e o perigo de tomar o complexo.

A ordem de Putin ao ministro da Defesa, Serguei Shoigu, feita durante uma reunião encenada e televisionada, significa que os militares russos podem evitar os esforços prometidos para invadir a usina Azovstal, onde centenas de combatentes e civis ucranianos resistem há semanas, apesar das repetidas tentativas russas para derrotá-los.

Embora as forças russas estejam em maior número, a tentativa de lançar um ataque ao complexo pode ser perigosa, com os ucranianos entrincheirados e escondidos nos subterrâneos. A tática de cerco – bloquear os ucranianos “para que nem uma mosca pudesse passar”, nas palavras de Putin – pode ser muito mais segura para os militares russos.

Complexo da siderúrgica Azovstal, em Mariupol, está cercado por soldados russos  Foto: Alexander Ermochenko/Reuters

A tática também permite que a Rússia declare vitória em Mariupol, mesmo que a cidade não tenha caído completamente. Durante semanas, as forças russas bombardearam a cidade, que antes da guerra tinha uma população de cerca de 440 mil habitantes, deixando-a praticamente destruída.

Mas a decisão de sitiar a usina siderúrgica vai ocupar batalhões russos no momento em que a maior parte do esforço militar está reunindo forças mais ao norte, na Província de Donetsk, onde o Kremlin está avançando para além do território controlado por separatistas pró-russos nos últimos oito anos.

O principal feriado militar da Rússia, o Dia da Vitória, que celebra a derrota da Alemanha nazista na 2ª Guerra, cai em 9 de maio, levando alguns analistas a especular que Putin pode buscar mais ganhos e um ponto de inflexão nos combates.

A derrota total de Mariupol poderia alimentar os objetivos um pouco mais modestos que o Kremlin estabeleceu recentemente. Embora o Exército russo estivesse buscando a derrota total da Ucrânia quando a invadiu em fevereiro, os militares foram forçados a rever esse objetivo, pelo menos por enquanto, diante da poderosa resistência ucraniana.

Cidade simbólica

Mas Mariupol tem um significado prático e simbólico importante, porque, se capturada pela Rússia, permitiria a conclusão de uma ponte terrestre para a Península da Crimeia, hoje anexada ao continente russo. Mariupol também foi sede do Batalhão Azov, um ramo de extrema direita da Guarda Nacional Ucraniana que tem alguns apoiadores neonazistas. Putin declarou a “desnazificação” como um dos objetivos da invasão da Ucrânia – um esforço que alguns líderes mundiais consideraram equivalente a genocídio.

“As Forças Armadas Russas e a milícia da República Popular de Donetsk libertaram Mariupol, e os nacionalistas restantes estão escondidos na zona industrial da siderúrgica Azovstal”, disse Shoigu, na quinta-feira, durante uma rara reunião particular televisionada com Putin.

Shoigu disse que “cerca de 2 mil” soldados ucranianos permanecem em Azovstal e que o Exército russo precisará de “três a quatro dias” para encerrar a ação militar na usina.

Irina Vereshchuk, vice-primeira-ministra da Ucrânia, disse que “cerca de 1 mil civis e 500 soldados feridos” continuam em Azovstal e exigiu “um corredor humanitário urgente” para retirá-los.

“Peço aos líderes mundiais e à comunidade internacional que concentrem seus esforços em Azovstal agora”, disse ela na quinta-feira pelo Telegram. “Este é um ponto-chave e um momento-chave para o esforço humanitário!”

Seu navegador não suporta esse video.

A ofensiva russa é contra o leste da Ucrânia, uma região parcialmente sob o controle de separatistas pró-russos e onde se intensificaram os combates.

Dirigindo-se a Shoigu, Putin disse: “O trabalho das forças armadas para libertar Mariupol foi um sucesso. Parabéns”.

Durante a conversa, o presidente russo ordenou que seus militares não atacassem a usina, mas a bloqueassem para que “nem uma mosca pudesse passar”. “Penso que um ataque à zona industrial seria irracional e ordeno que seja cancelado”, disse ele.

“É uma circunstância em que devemos pensar em salvar a vida e a saúde de nossos soldados. Quero dizer, devemos sempre pensar nisso, especialmente neste caso”, disse ele. “Não há necessidade de entrarmos nessas catacumbas e rastejarmos no subsolo por causa dessas instalações industriais.”.

O Ministério da Defesa da Ucrânia ainda não comentou a alegação da Rússia sobre Mariupol. Um comandante da Marinha ucraniana, Serhi Volni, disse na quarta-feira que os combatentes talvez não consigam resistir por muito mais tempo. / TRADUÇÃO DE RENATO PRELORENTZOU

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