Rei da Jordânia nomeia novo gabinete após protestos populares


Novo premiê já promete abertura política; governo deve frear reformas econônimas

AMÃ - O rei Abdullah II nomeou o novo gabinete da Jordânia nesta quarta-feira, 9, apontando como líder da atual equipe de governo um ex-general que prometeu ampliar as liberdades da população em resposta aos protestos que irromperam no país, a exemplo do que ocorreu na Tunísia e no Egito.

 

Veja também:Infográfico:A revolução que abalou o mundo árabe

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Abdullah apontou como primeiro-ministro Marouf Bakhit para o lugar de Samir Rifai, sacado do gabinete devido às pressões populares. Bakhit já havia ocupado o cargo anteriormente e, agora, se reuniu com grupos da oposição para discutir aberturas na sociedade jordaniana.

 

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O novo premiê ofereceu assentos no Parlamento à oposição islâmica que boicotou as últimas eleições, realizadas em novembro. Os opositores, porém, recusaram e oferta e disseram que só participariam de um governo eleito democraticamente, e não de uma gestão apontada pelo monarca.

 

Segundo fontes políticas, o novo governo deve incluir tecnocratas e conservadores que se opõem às políticas do Ocidente e às reformas de mercado que o governo tem realizado nos últimos anos. Com o gabinete, o programa de subsídios para as áreas tribais e rurais deve ser ampliado. Atualmente, a região urbana é a principal base de apoio do rei Abdullah e recebe mais recursos.

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As mudanças na Jordânia ocorrem devido às manifestações que ocorreram no país pela saída do ex-premiê Rifai, acusado de manter políticas que levaram ao desemprego e ao baixo crescimento econômico do país. Os protestos tiveram como inspiração as revoltas populares no Egito e na Tunísia.

AMÃ - O rei Abdullah II nomeou o novo gabinete da Jordânia nesta quarta-feira, 9, apontando como líder da atual equipe de governo um ex-general que prometeu ampliar as liberdades da população em resposta aos protestos que irromperam no país, a exemplo do que ocorreu na Tunísia e no Egito.

 

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Abdullah apontou como primeiro-ministro Marouf Bakhit para o lugar de Samir Rifai, sacado do gabinete devido às pressões populares. Bakhit já havia ocupado o cargo anteriormente e, agora, se reuniu com grupos da oposição para discutir aberturas na sociedade jordaniana.

 

O novo premiê ofereceu assentos no Parlamento à oposição islâmica que boicotou as últimas eleições, realizadas em novembro. Os opositores, porém, recusaram e oferta e disseram que só participariam de um governo eleito democraticamente, e não de uma gestão apontada pelo monarca.

 

Segundo fontes políticas, o novo governo deve incluir tecnocratas e conservadores que se opõem às políticas do Ocidente e às reformas de mercado que o governo tem realizado nos últimos anos. Com o gabinete, o programa de subsídios para as áreas tribais e rurais deve ser ampliado. Atualmente, a região urbana é a principal base de apoio do rei Abdullah e recebe mais recursos.

 

As mudanças na Jordânia ocorrem devido às manifestações que ocorreram no país pela saída do ex-premiê Rifai, acusado de manter políticas que levaram ao desemprego e ao baixo crescimento econômico do país. Os protestos tiveram como inspiração as revoltas populares no Egito e na Tunísia.

AMÃ - O rei Abdullah II nomeou o novo gabinete da Jordânia nesta quarta-feira, 9, apontando como líder da atual equipe de governo um ex-general que prometeu ampliar as liberdades da população em resposta aos protestos que irromperam no país, a exemplo do que ocorreu na Tunísia e no Egito.

 

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Abdullah apontou como primeiro-ministro Marouf Bakhit para o lugar de Samir Rifai, sacado do gabinete devido às pressões populares. Bakhit já havia ocupado o cargo anteriormente e, agora, se reuniu com grupos da oposição para discutir aberturas na sociedade jordaniana.

 

O novo premiê ofereceu assentos no Parlamento à oposição islâmica que boicotou as últimas eleições, realizadas em novembro. Os opositores, porém, recusaram e oferta e disseram que só participariam de um governo eleito democraticamente, e não de uma gestão apontada pelo monarca.

 

Segundo fontes políticas, o novo governo deve incluir tecnocratas e conservadores que se opõem às políticas do Ocidente e às reformas de mercado que o governo tem realizado nos últimos anos. Com o gabinete, o programa de subsídios para as áreas tribais e rurais deve ser ampliado. Atualmente, a região urbana é a principal base de apoio do rei Abdullah e recebe mais recursos.

 

As mudanças na Jordânia ocorrem devido às manifestações que ocorreram no país pela saída do ex-premiê Rifai, acusado de manter políticas que levaram ao desemprego e ao baixo crescimento econômico do país. Os protestos tiveram como inspiração as revoltas populares no Egito e na Tunísia.

AMÃ - O rei Abdullah II nomeou o novo gabinete da Jordânia nesta quarta-feira, 9, apontando como líder da atual equipe de governo um ex-general que prometeu ampliar as liberdades da população em resposta aos protestos que irromperam no país, a exemplo do que ocorreu na Tunísia e no Egito.

 

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Abdullah apontou como primeiro-ministro Marouf Bakhit para o lugar de Samir Rifai, sacado do gabinete devido às pressões populares. Bakhit já havia ocupado o cargo anteriormente e, agora, se reuniu com grupos da oposição para discutir aberturas na sociedade jordaniana.

 

O novo premiê ofereceu assentos no Parlamento à oposição islâmica que boicotou as últimas eleições, realizadas em novembro. Os opositores, porém, recusaram e oferta e disseram que só participariam de um governo eleito democraticamente, e não de uma gestão apontada pelo monarca.

 

Segundo fontes políticas, o novo governo deve incluir tecnocratas e conservadores que se opõem às políticas do Ocidente e às reformas de mercado que o governo tem realizado nos últimos anos. Com o gabinete, o programa de subsídios para as áreas tribais e rurais deve ser ampliado. Atualmente, a região urbana é a principal base de apoio do rei Abdullah e recebe mais recursos.

 

As mudanças na Jordânia ocorrem devido às manifestações que ocorreram no país pela saída do ex-premiê Rifai, acusado de manter políticas que levaram ao desemprego e ao baixo crescimento econômico do país. Os protestos tiveram como inspiração as revoltas populares no Egito e na Tunísia.

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