Reino Unido constata primeiros sinais de controle do coronavírus


Após várias semanas com a transmissão do coronavírus disparada, secretário nacional de Saúde declara que foram identificados os primeiros sinais de que as restrições sociais para controlar as infecções estão funcionando

Por Redação
Atualização:

LONDRES - Após várias semanas de uma acelerada transmissão do novo coronavírus no Reino Unido, o secretário nacional de Saúde, Matt Hancock, declarou nesta segunda-feira, 25, que foram identificados os primeiros sinais de que as restrições sociais para controlar as infecções estão funcionando.

Hancock também destacou que 78,7% das pessoas com mais de 80 anos já foram vacinadas contra a covid-19 e um total de 6,57 milhões de pessoas já receberam uma dose da vacina

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O Sistema Nacional de Saúde (NHS, por sua sigla em inglês) iniciou a campanha de vacinação no dia 8 de dezembro administrando a vacina da Pfizer-BioNTech. Desde então, o país já deu aval para as vacinas da Universidade de Oxford/AstraZeneca e Moderna

Pessoas caminham e se exercitam no Greenwich Park, em Londres Foto: Daniel Leal-Olivas/AFP

O governo relatou nesta segunda-feira 22.195 novas infecções, o número mais baixo desde 15 de dezembro, e 592 mortes, o menor número diário de óbitos nas últimas duas semanas. Mas é habitual que os dados do fim de semana sejam mais favoráveis.

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"O aumento dos casos está diminuindo. Em algumas partes do país está caindo, como em Londres e na Escócia", declarou Hancock em entrevista coletiva.

Mas o secretário advertiu que o número de pacientes internados continua acima de 37 mil, quase o dobro do pior dia da primeira onda, em meados de abril. O número de pessoas em unidades de terapia intensiva (UTI) é o maior em toda a crise sanitária, com 4.076, de acordo com os últimos dados oficiais.

"A pressão sobre o sistema de saúde continua sendo enorme", advertiu Hancock, que se recusou a especificar uma data para começar a reduzir as restrições de deslocamento. Mais cedo, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, havia sugerido que em meados de fevereiro poderia haver o relaxamento de algumas medidas.

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"A taxa de novas mortes e internações deveria ser muito menor. Não é o momento de relaxar, não podemos comprometer o sucesso que o desenvolvimento do programa de vacinação está tendo", afirmou o secretário.

Hancock enalteceu o fato de que mais de um em cada nove adultos no Reino Unido já receberam uma dose da vacina contra o coronavírus e disse que eles estão dentro do prazo para oferecer a imunização a cerca de 15 milhões de pessoas nos quatro principais grupos de risco até meados de fevereiro. 

No dia 17, o governo britânico prometeu dar a primeira dose da vacina contra a covid-19 a todos os adultos até setembro./EFE e AP 

LONDRES - Após várias semanas de uma acelerada transmissão do novo coronavírus no Reino Unido, o secretário nacional de Saúde, Matt Hancock, declarou nesta segunda-feira, 25, que foram identificados os primeiros sinais de que as restrições sociais para controlar as infecções estão funcionando.

Hancock também destacou que 78,7% das pessoas com mais de 80 anos já foram vacinadas contra a covid-19 e um total de 6,57 milhões de pessoas já receberam uma dose da vacina

O Sistema Nacional de Saúde (NHS, por sua sigla em inglês) iniciou a campanha de vacinação no dia 8 de dezembro administrando a vacina da Pfizer-BioNTech. Desde então, o país já deu aval para as vacinas da Universidade de Oxford/AstraZeneca e Moderna

Pessoas caminham e se exercitam no Greenwich Park, em Londres Foto: Daniel Leal-Olivas/AFP

O governo relatou nesta segunda-feira 22.195 novas infecções, o número mais baixo desde 15 de dezembro, e 592 mortes, o menor número diário de óbitos nas últimas duas semanas. Mas é habitual que os dados do fim de semana sejam mais favoráveis.

"O aumento dos casos está diminuindo. Em algumas partes do país está caindo, como em Londres e na Escócia", declarou Hancock em entrevista coletiva.

Mas o secretário advertiu que o número de pacientes internados continua acima de 37 mil, quase o dobro do pior dia da primeira onda, em meados de abril. O número de pessoas em unidades de terapia intensiva (UTI) é o maior em toda a crise sanitária, com 4.076, de acordo com os últimos dados oficiais.

"A pressão sobre o sistema de saúde continua sendo enorme", advertiu Hancock, que se recusou a especificar uma data para começar a reduzir as restrições de deslocamento. Mais cedo, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, havia sugerido que em meados de fevereiro poderia haver o relaxamento de algumas medidas.

"A taxa de novas mortes e internações deveria ser muito menor. Não é o momento de relaxar, não podemos comprometer o sucesso que o desenvolvimento do programa de vacinação está tendo", afirmou o secretário.

Hancock enalteceu o fato de que mais de um em cada nove adultos no Reino Unido já receberam uma dose da vacina contra o coronavírus e disse que eles estão dentro do prazo para oferecer a imunização a cerca de 15 milhões de pessoas nos quatro principais grupos de risco até meados de fevereiro. 

No dia 17, o governo britânico prometeu dar a primeira dose da vacina contra a covid-19 a todos os adultos até setembro./EFE e AP 

LONDRES - Após várias semanas de uma acelerada transmissão do novo coronavírus no Reino Unido, o secretário nacional de Saúde, Matt Hancock, declarou nesta segunda-feira, 25, que foram identificados os primeiros sinais de que as restrições sociais para controlar as infecções estão funcionando.

Hancock também destacou que 78,7% das pessoas com mais de 80 anos já foram vacinadas contra a covid-19 e um total de 6,57 milhões de pessoas já receberam uma dose da vacina

O Sistema Nacional de Saúde (NHS, por sua sigla em inglês) iniciou a campanha de vacinação no dia 8 de dezembro administrando a vacina da Pfizer-BioNTech. Desde então, o país já deu aval para as vacinas da Universidade de Oxford/AstraZeneca e Moderna

Pessoas caminham e se exercitam no Greenwich Park, em Londres Foto: Daniel Leal-Olivas/AFP

O governo relatou nesta segunda-feira 22.195 novas infecções, o número mais baixo desde 15 de dezembro, e 592 mortes, o menor número diário de óbitos nas últimas duas semanas. Mas é habitual que os dados do fim de semana sejam mais favoráveis.

"O aumento dos casos está diminuindo. Em algumas partes do país está caindo, como em Londres e na Escócia", declarou Hancock em entrevista coletiva.

Mas o secretário advertiu que o número de pacientes internados continua acima de 37 mil, quase o dobro do pior dia da primeira onda, em meados de abril. O número de pessoas em unidades de terapia intensiva (UTI) é o maior em toda a crise sanitária, com 4.076, de acordo com os últimos dados oficiais.

"A pressão sobre o sistema de saúde continua sendo enorme", advertiu Hancock, que se recusou a especificar uma data para começar a reduzir as restrições de deslocamento. Mais cedo, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, havia sugerido que em meados de fevereiro poderia haver o relaxamento de algumas medidas.

"A taxa de novas mortes e internações deveria ser muito menor. Não é o momento de relaxar, não podemos comprometer o sucesso que o desenvolvimento do programa de vacinação está tendo", afirmou o secretário.

Hancock enalteceu o fato de que mais de um em cada nove adultos no Reino Unido já receberam uma dose da vacina contra o coronavírus e disse que eles estão dentro do prazo para oferecer a imunização a cerca de 15 milhões de pessoas nos quatro principais grupos de risco até meados de fevereiro. 

No dia 17, o governo britânico prometeu dar a primeira dose da vacina contra a covid-19 a todos os adultos até setembro./EFE e AP 

LONDRES - Após várias semanas de uma acelerada transmissão do novo coronavírus no Reino Unido, o secretário nacional de Saúde, Matt Hancock, declarou nesta segunda-feira, 25, que foram identificados os primeiros sinais de que as restrições sociais para controlar as infecções estão funcionando.

Hancock também destacou que 78,7% das pessoas com mais de 80 anos já foram vacinadas contra a covid-19 e um total de 6,57 milhões de pessoas já receberam uma dose da vacina

O Sistema Nacional de Saúde (NHS, por sua sigla em inglês) iniciou a campanha de vacinação no dia 8 de dezembro administrando a vacina da Pfizer-BioNTech. Desde então, o país já deu aval para as vacinas da Universidade de Oxford/AstraZeneca e Moderna

Pessoas caminham e se exercitam no Greenwich Park, em Londres Foto: Daniel Leal-Olivas/AFP

O governo relatou nesta segunda-feira 22.195 novas infecções, o número mais baixo desde 15 de dezembro, e 592 mortes, o menor número diário de óbitos nas últimas duas semanas. Mas é habitual que os dados do fim de semana sejam mais favoráveis.

"O aumento dos casos está diminuindo. Em algumas partes do país está caindo, como em Londres e na Escócia", declarou Hancock em entrevista coletiva.

Mas o secretário advertiu que o número de pacientes internados continua acima de 37 mil, quase o dobro do pior dia da primeira onda, em meados de abril. O número de pessoas em unidades de terapia intensiva (UTI) é o maior em toda a crise sanitária, com 4.076, de acordo com os últimos dados oficiais.

"A pressão sobre o sistema de saúde continua sendo enorme", advertiu Hancock, que se recusou a especificar uma data para começar a reduzir as restrições de deslocamento. Mais cedo, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, havia sugerido que em meados de fevereiro poderia haver o relaxamento de algumas medidas.

"A taxa de novas mortes e internações deveria ser muito menor. Não é o momento de relaxar, não podemos comprometer o sucesso que o desenvolvimento do programa de vacinação está tendo", afirmou o secretário.

Hancock enalteceu o fato de que mais de um em cada nove adultos no Reino Unido já receberam uma dose da vacina contra o coronavírus e disse que eles estão dentro do prazo para oferecer a imunização a cerca de 15 milhões de pessoas nos quatro principais grupos de risco até meados de fevereiro. 

No dia 17, o governo britânico prometeu dar a primeira dose da vacina contra a covid-19 a todos os adultos até setembro./EFE e AP 

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