Rússia diz ter prendido oito pessoas pela explosão da ponte da Crimeia


Segundo o FSB, a explosão foi organizada por uma equipe de inteligência ligada ao Ministério da Defesa ucraniano; a Ucrânia, entretanto, não assumiu oficialmente a responsabilidade da explosão

Por Redação

O serviço de inteligência da Rússia disse, nesta quarta-feira, 12, ter prendido oito pessoas pela explosão da ponte da Crimeia, que aconteceu no último sábado, 8.

Segundo o FSB, a explosão foi organizada por uma equipe de inteligência ligada ao Ministério da Defesa ucraniano – cinco deles russos e os outros ucranianos e armênios.

O presidente Vladimir V. Putin culpou a Ucrânia pela explosão, que ele chamou de “ataque terrorista”, e retaliou o país com uma enxurrada de ataques de mísseis contra civis, matando mais de 20 pessoas.

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Ao longe, é possível ver o incêndio na ponte da Crimeia, ao nascer do sol no Estreito de Kerch. Foto: Stringer/Reuters Foto: Stringer/Reuters

Em um comunicado, o serviço de inteligência da Rússia detalhou que, supostamente, a bomba utilizada na explosão continha 22 toneladas de explosivos que foram enviados de um porto em Odesa, no sul da Ucrânia, em agosto. Os explosivos seguiram para o sul da Rússia, onde foram carregados em um caminhão que foi conduzido até a ponte e detonado, disse.

O FSB disse que o serviço de inteligência militar da Ucrânia planejou a explosão e atribuiu a responsabilidade do ataque ao comandante da agência, general Kyrylo Budano. O governo da Ucrânia, entretanto, não assumiu oficialmente a responsabilidade da explosão.

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A única ponte que liga a Rússia à península ucraniana da Crimeia, foi anexada por Moscou em 2014 e inaugurada em 2018 por ordem do presidente Vladimir Putin.

Considerada estratégica para os russos nos conflitos contra a Ucrânia, autoridades russas afirmam que o incidente na ponte ocorreu após uma bomba ser detonada dentro de um caminhão, incendiando sete tanques de um trem que transportava combustível.

O serviço de inteligência da Rússia disse, nesta quarta-feira, 12, ter prendido oito pessoas pela explosão da ponte da Crimeia, que aconteceu no último sábado, 8.

Segundo o FSB, a explosão foi organizada por uma equipe de inteligência ligada ao Ministério da Defesa ucraniano – cinco deles russos e os outros ucranianos e armênios.

O presidente Vladimir V. Putin culpou a Ucrânia pela explosão, que ele chamou de “ataque terrorista”, e retaliou o país com uma enxurrada de ataques de mísseis contra civis, matando mais de 20 pessoas.

Ao longe, é possível ver o incêndio na ponte da Crimeia, ao nascer do sol no Estreito de Kerch. Foto: Stringer/Reuters Foto: Stringer/Reuters

Em um comunicado, o serviço de inteligência da Rússia detalhou que, supostamente, a bomba utilizada na explosão continha 22 toneladas de explosivos que foram enviados de um porto em Odesa, no sul da Ucrânia, em agosto. Os explosivos seguiram para o sul da Rússia, onde foram carregados em um caminhão que foi conduzido até a ponte e detonado, disse.

O FSB disse que o serviço de inteligência militar da Ucrânia planejou a explosão e atribuiu a responsabilidade do ataque ao comandante da agência, general Kyrylo Budano. O governo da Ucrânia, entretanto, não assumiu oficialmente a responsabilidade da explosão.

A única ponte que liga a Rússia à península ucraniana da Crimeia, foi anexada por Moscou em 2014 e inaugurada em 2018 por ordem do presidente Vladimir Putin.

Considerada estratégica para os russos nos conflitos contra a Ucrânia, autoridades russas afirmam que o incidente na ponte ocorreu após uma bomba ser detonada dentro de um caminhão, incendiando sete tanques de um trem que transportava combustível.

O serviço de inteligência da Rússia disse, nesta quarta-feira, 12, ter prendido oito pessoas pela explosão da ponte da Crimeia, que aconteceu no último sábado, 8.

Segundo o FSB, a explosão foi organizada por uma equipe de inteligência ligada ao Ministério da Defesa ucraniano – cinco deles russos e os outros ucranianos e armênios.

O presidente Vladimir V. Putin culpou a Ucrânia pela explosão, que ele chamou de “ataque terrorista”, e retaliou o país com uma enxurrada de ataques de mísseis contra civis, matando mais de 20 pessoas.

Ao longe, é possível ver o incêndio na ponte da Crimeia, ao nascer do sol no Estreito de Kerch. Foto: Stringer/Reuters Foto: Stringer/Reuters

Em um comunicado, o serviço de inteligência da Rússia detalhou que, supostamente, a bomba utilizada na explosão continha 22 toneladas de explosivos que foram enviados de um porto em Odesa, no sul da Ucrânia, em agosto. Os explosivos seguiram para o sul da Rússia, onde foram carregados em um caminhão que foi conduzido até a ponte e detonado, disse.

O FSB disse que o serviço de inteligência militar da Ucrânia planejou a explosão e atribuiu a responsabilidade do ataque ao comandante da agência, general Kyrylo Budano. O governo da Ucrânia, entretanto, não assumiu oficialmente a responsabilidade da explosão.

A única ponte que liga a Rússia à península ucraniana da Crimeia, foi anexada por Moscou em 2014 e inaugurada em 2018 por ordem do presidente Vladimir Putin.

Considerada estratégica para os russos nos conflitos contra a Ucrânia, autoridades russas afirmam que o incidente na ponte ocorreu após uma bomba ser detonada dentro de um caminhão, incendiando sete tanques de um trem que transportava combustível.

O serviço de inteligência da Rússia disse, nesta quarta-feira, 12, ter prendido oito pessoas pela explosão da ponte da Crimeia, que aconteceu no último sábado, 8.

Segundo o FSB, a explosão foi organizada por uma equipe de inteligência ligada ao Ministério da Defesa ucraniano – cinco deles russos e os outros ucranianos e armênios.

O presidente Vladimir V. Putin culpou a Ucrânia pela explosão, que ele chamou de “ataque terrorista”, e retaliou o país com uma enxurrada de ataques de mísseis contra civis, matando mais de 20 pessoas.

Ao longe, é possível ver o incêndio na ponte da Crimeia, ao nascer do sol no Estreito de Kerch. Foto: Stringer/Reuters Foto: Stringer/Reuters

Em um comunicado, o serviço de inteligência da Rússia detalhou que, supostamente, a bomba utilizada na explosão continha 22 toneladas de explosivos que foram enviados de um porto em Odesa, no sul da Ucrânia, em agosto. Os explosivos seguiram para o sul da Rússia, onde foram carregados em um caminhão que foi conduzido até a ponte e detonado, disse.

O FSB disse que o serviço de inteligência militar da Ucrânia planejou a explosão e atribuiu a responsabilidade do ataque ao comandante da agência, general Kyrylo Budano. O governo da Ucrânia, entretanto, não assumiu oficialmente a responsabilidade da explosão.

A única ponte que liga a Rússia à península ucraniana da Crimeia, foi anexada por Moscou em 2014 e inaugurada em 2018 por ordem do presidente Vladimir Putin.

Considerada estratégica para os russos nos conflitos contra a Ucrânia, autoridades russas afirmam que o incidente na ponte ocorreu após uma bomba ser detonada dentro de um caminhão, incendiando sete tanques de um trem que transportava combustível.

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