Taleban americano retorna aos EUA


Por Agencia Estado

John Walker Lindh, o americano que se converteu ao Islã e lutou ao lado de guerreiros talebans contra soldados de seu país natal, chegou na noite de ontem aos Estados Unidos. John Walker, que foi preso durante uma revolta de guerreiros em novembro, está sob custódia do FBI, a polícia federal americana, e desembarcou no Aeroporto Internacional de Dulles, que fica nos arredores de Washington. Ele será indiciado por conspiração contra o povo americano. O FBI alega que Walker se uniu espontaneamente aos soldados de Osama bin Laden, terrorista saudita acusado de arquitetar o atentado de 11 de setembro. Segundo agentes federais americanos, ele também sabia dos planos dos terroristas para seqüestrar e jogar aviões contra as torres gêmeas do World Trade Center e contra o prédio do Pentágono. De acordo com o porta-voz da Casa Branca, Ari Fleischer, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que Walker "agora terá a justiça que merece". "Ele terá um julgamento justo e imparcial", acrescentou Fleischer.

John Walker Lindh, o americano que se converteu ao Islã e lutou ao lado de guerreiros talebans contra soldados de seu país natal, chegou na noite de ontem aos Estados Unidos. John Walker, que foi preso durante uma revolta de guerreiros em novembro, está sob custódia do FBI, a polícia federal americana, e desembarcou no Aeroporto Internacional de Dulles, que fica nos arredores de Washington. Ele será indiciado por conspiração contra o povo americano. O FBI alega que Walker se uniu espontaneamente aos soldados de Osama bin Laden, terrorista saudita acusado de arquitetar o atentado de 11 de setembro. Segundo agentes federais americanos, ele também sabia dos planos dos terroristas para seqüestrar e jogar aviões contra as torres gêmeas do World Trade Center e contra o prédio do Pentágono. De acordo com o porta-voz da Casa Branca, Ari Fleischer, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que Walker "agora terá a justiça que merece". "Ele terá um julgamento justo e imparcial", acrescentou Fleischer.

John Walker Lindh, o americano que se converteu ao Islã e lutou ao lado de guerreiros talebans contra soldados de seu país natal, chegou na noite de ontem aos Estados Unidos. John Walker, que foi preso durante uma revolta de guerreiros em novembro, está sob custódia do FBI, a polícia federal americana, e desembarcou no Aeroporto Internacional de Dulles, que fica nos arredores de Washington. Ele será indiciado por conspiração contra o povo americano. O FBI alega que Walker se uniu espontaneamente aos soldados de Osama bin Laden, terrorista saudita acusado de arquitetar o atentado de 11 de setembro. Segundo agentes federais americanos, ele também sabia dos planos dos terroristas para seqüestrar e jogar aviões contra as torres gêmeas do World Trade Center e contra o prédio do Pentágono. De acordo com o porta-voz da Casa Branca, Ari Fleischer, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que Walker "agora terá a justiça que merece". "Ele terá um julgamento justo e imparcial", acrescentou Fleischer.

John Walker Lindh, o americano que se converteu ao Islã e lutou ao lado de guerreiros talebans contra soldados de seu país natal, chegou na noite de ontem aos Estados Unidos. John Walker, que foi preso durante uma revolta de guerreiros em novembro, está sob custódia do FBI, a polícia federal americana, e desembarcou no Aeroporto Internacional de Dulles, que fica nos arredores de Washington. Ele será indiciado por conspiração contra o povo americano. O FBI alega que Walker se uniu espontaneamente aos soldados de Osama bin Laden, terrorista saudita acusado de arquitetar o atentado de 11 de setembro. Segundo agentes federais americanos, ele também sabia dos planos dos terroristas para seqüestrar e jogar aviões contra as torres gêmeas do World Trade Center e contra o prédio do Pentágono. De acordo com o porta-voz da Casa Branca, Ari Fleischer, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que Walker "agora terá a justiça que merece". "Ele terá um julgamento justo e imparcial", acrescentou Fleischer.

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