Trump diz que está disposto a ser interrogado por Mueller sob juramento


No início do mês, presidente havia considerado improvável uma entrevista com o promotor encarregado das investigações sobre o envolvimento da Rússia nas eleições

Por Redação

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (24) estar disposto a ser interrogado "sob juramento" pelo procurador especial Robert Mueller, encarregado da investigação sobre um possível conluio entre a campanha eleitoral do chefe de Estado e funcionários russos.

"Estou pronto para fazer isso", disse Trump a jornalistas na Casa Branca. 

"Faria sob juramento, absolutamente", acrescentou, horas antes de partir para a Suíça, onde participará no Fórum Econômico Mundial (WEF) em Davos. 

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Donald Trump cumprimenta jornalistas antes de embarcar no Air Force One. Foto: AFP PHOTO / MANDEL NGAN

No começo de janeiro, Trump havia considerado "improvável" uma entrevista com o procurador especial.

Para os serviços de inteligência americanos não há dúvida da interferência de Moscou nas eleições de 2016, tanto na forma de pirataria ou pela difusão de informação falsa.

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+ Delação de assessor e prisão de chefe de campanha atingem governo Trump

Mas até agora não foi provado que tenha havido colaboração deliberada entre a equipe do então candidato Trump e funcionários russos.

Mueller, que foi chefe do FBI de 2001 a 2013, já acusou várias pessoas do entorno de Trump, incluindo o general Michael Flynn, ex-assessor de segurança nacional do presidente.

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Flynn se declarou culpado de ter mentido ao FBI sobre suas negociações com o então embaixador russo Serguei Kisliak e concordou em cooperar com a justiça.

Além do conluio com Moscou, Mueller busca determinar se Trump cometeu o delito de obstrução de justiça.

Neste sentido, as pesquisas de Mueller se concentram sobre as circunstâncias sob as quais despediu o diretor do FBI James Comey em maio passado. 

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Segundo Comey, que testemunhou sob juramento no Senado, o presidente o pediu, pessoalmente, durante uma entrevista no Salão Oval, que arquivasse a investigação contra Flynn.

Mueller pretende ouvir ainda este mês o ex-estrategista-chefe de Trump, Steve Bannon, a respeito das demissões de Flynn e Comey. O secretário de Justiça, Jeff Sessions, uma das figuras mais próximas do presidente, foi interrogado por Mueller na semana passada. Com o depoimento de Bannon, segundo analistas, Mueller estaria mais próximo de convocar o próprio Trump para um interrogatório. / AFP e REUTERS

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (24) estar disposto a ser interrogado "sob juramento" pelo procurador especial Robert Mueller, encarregado da investigação sobre um possível conluio entre a campanha eleitoral do chefe de Estado e funcionários russos.

"Estou pronto para fazer isso", disse Trump a jornalistas na Casa Branca. 

"Faria sob juramento, absolutamente", acrescentou, horas antes de partir para a Suíça, onde participará no Fórum Econômico Mundial (WEF) em Davos. 

Donald Trump cumprimenta jornalistas antes de embarcar no Air Force One. Foto: AFP PHOTO / MANDEL NGAN

No começo de janeiro, Trump havia considerado "improvável" uma entrevista com o procurador especial.

Para os serviços de inteligência americanos não há dúvida da interferência de Moscou nas eleições de 2016, tanto na forma de pirataria ou pela difusão de informação falsa.

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Mas até agora não foi provado que tenha havido colaboração deliberada entre a equipe do então candidato Trump e funcionários russos.

Mueller, que foi chefe do FBI de 2001 a 2013, já acusou várias pessoas do entorno de Trump, incluindo o general Michael Flynn, ex-assessor de segurança nacional do presidente.

Flynn se declarou culpado de ter mentido ao FBI sobre suas negociações com o então embaixador russo Serguei Kisliak e concordou em cooperar com a justiça.

Além do conluio com Moscou, Mueller busca determinar se Trump cometeu o delito de obstrução de justiça.

Neste sentido, as pesquisas de Mueller se concentram sobre as circunstâncias sob as quais despediu o diretor do FBI James Comey em maio passado. 

Segundo Comey, que testemunhou sob juramento no Senado, o presidente o pediu, pessoalmente, durante uma entrevista no Salão Oval, que arquivasse a investigação contra Flynn.

Mueller pretende ouvir ainda este mês o ex-estrategista-chefe de Trump, Steve Bannon, a respeito das demissões de Flynn e Comey. O secretário de Justiça, Jeff Sessions, uma das figuras mais próximas do presidente, foi interrogado por Mueller na semana passada. Com o depoimento de Bannon, segundo analistas, Mueller estaria mais próximo de convocar o próprio Trump para um interrogatório. / AFP e REUTERS

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (24) estar disposto a ser interrogado "sob juramento" pelo procurador especial Robert Mueller, encarregado da investigação sobre um possível conluio entre a campanha eleitoral do chefe de Estado e funcionários russos.

"Estou pronto para fazer isso", disse Trump a jornalistas na Casa Branca. 

"Faria sob juramento, absolutamente", acrescentou, horas antes de partir para a Suíça, onde participará no Fórum Econômico Mundial (WEF) em Davos. 

Donald Trump cumprimenta jornalistas antes de embarcar no Air Force One. Foto: AFP PHOTO / MANDEL NGAN

No começo de janeiro, Trump havia considerado "improvável" uma entrevista com o procurador especial.

Para os serviços de inteligência americanos não há dúvida da interferência de Moscou nas eleições de 2016, tanto na forma de pirataria ou pela difusão de informação falsa.

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Mas até agora não foi provado que tenha havido colaboração deliberada entre a equipe do então candidato Trump e funcionários russos.

Mueller, que foi chefe do FBI de 2001 a 2013, já acusou várias pessoas do entorno de Trump, incluindo o general Michael Flynn, ex-assessor de segurança nacional do presidente.

Flynn se declarou culpado de ter mentido ao FBI sobre suas negociações com o então embaixador russo Serguei Kisliak e concordou em cooperar com a justiça.

Além do conluio com Moscou, Mueller busca determinar se Trump cometeu o delito de obstrução de justiça.

Neste sentido, as pesquisas de Mueller se concentram sobre as circunstâncias sob as quais despediu o diretor do FBI James Comey em maio passado. 

Segundo Comey, que testemunhou sob juramento no Senado, o presidente o pediu, pessoalmente, durante uma entrevista no Salão Oval, que arquivasse a investigação contra Flynn.

Mueller pretende ouvir ainda este mês o ex-estrategista-chefe de Trump, Steve Bannon, a respeito das demissões de Flynn e Comey. O secretário de Justiça, Jeff Sessions, uma das figuras mais próximas do presidente, foi interrogado por Mueller na semana passada. Com o depoimento de Bannon, segundo analistas, Mueller estaria mais próximo de convocar o próprio Trump para um interrogatório. / AFP e REUTERS

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (24) estar disposto a ser interrogado "sob juramento" pelo procurador especial Robert Mueller, encarregado da investigação sobre um possível conluio entre a campanha eleitoral do chefe de Estado e funcionários russos.

"Estou pronto para fazer isso", disse Trump a jornalistas na Casa Branca. 

"Faria sob juramento, absolutamente", acrescentou, horas antes de partir para a Suíça, onde participará no Fórum Econômico Mundial (WEF) em Davos. 

Donald Trump cumprimenta jornalistas antes de embarcar no Air Force One. Foto: AFP PHOTO / MANDEL NGAN

No começo de janeiro, Trump havia considerado "improvável" uma entrevista com o procurador especial.

Para os serviços de inteligência americanos não há dúvida da interferência de Moscou nas eleições de 2016, tanto na forma de pirataria ou pela difusão de informação falsa.

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Mas até agora não foi provado que tenha havido colaboração deliberada entre a equipe do então candidato Trump e funcionários russos.

Mueller, que foi chefe do FBI de 2001 a 2013, já acusou várias pessoas do entorno de Trump, incluindo o general Michael Flynn, ex-assessor de segurança nacional do presidente.

Flynn se declarou culpado de ter mentido ao FBI sobre suas negociações com o então embaixador russo Serguei Kisliak e concordou em cooperar com a justiça.

Além do conluio com Moscou, Mueller busca determinar se Trump cometeu o delito de obstrução de justiça.

Neste sentido, as pesquisas de Mueller se concentram sobre as circunstâncias sob as quais despediu o diretor do FBI James Comey em maio passado. 

Segundo Comey, que testemunhou sob juramento no Senado, o presidente o pediu, pessoalmente, durante uma entrevista no Salão Oval, que arquivasse a investigação contra Flynn.

Mueller pretende ouvir ainda este mês o ex-estrategista-chefe de Trump, Steve Bannon, a respeito das demissões de Flynn e Comey. O secretário de Justiça, Jeff Sessions, uma das figuras mais próximas do presidente, foi interrogado por Mueller na semana passada. Com o depoimento de Bannon, segundo analistas, Mueller estaria mais próximo de convocar o próprio Trump para um interrogatório. / AFP e REUTERS

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