Uribe recebe governo de facto em Bogotá


Por AP

O presidente colombiano, Álvaro Uribe, reuniu-se em Bogotá com oito representantes do governo de facto de Honduras, na segunda-feira. Segundo a chancelaria colombiana, o encontro foi informal e pretendia contribuir com a mediação feita pelo presidente costa-riquenho, Oscar Arias. Mas o chanceler do governo autoproclamado, Carlos López, disse após o encontro que Uribe expressou "simpatia" e "solidariedade" pelo governo golpista diante do risco de uma intervenção armada da Venezuela. O governo colombiano disse que "não avaliza comentários pessoais expressados por membros da comissão hondurenha".

O presidente colombiano, Álvaro Uribe, reuniu-se em Bogotá com oito representantes do governo de facto de Honduras, na segunda-feira. Segundo a chancelaria colombiana, o encontro foi informal e pretendia contribuir com a mediação feita pelo presidente costa-riquenho, Oscar Arias. Mas o chanceler do governo autoproclamado, Carlos López, disse após o encontro que Uribe expressou "simpatia" e "solidariedade" pelo governo golpista diante do risco de uma intervenção armada da Venezuela. O governo colombiano disse que "não avaliza comentários pessoais expressados por membros da comissão hondurenha".

O presidente colombiano, Álvaro Uribe, reuniu-se em Bogotá com oito representantes do governo de facto de Honduras, na segunda-feira. Segundo a chancelaria colombiana, o encontro foi informal e pretendia contribuir com a mediação feita pelo presidente costa-riquenho, Oscar Arias. Mas o chanceler do governo autoproclamado, Carlos López, disse após o encontro que Uribe expressou "simpatia" e "solidariedade" pelo governo golpista diante do risco de uma intervenção armada da Venezuela. O governo colombiano disse que "não avaliza comentários pessoais expressados por membros da comissão hondurenha".

O presidente colombiano, Álvaro Uribe, reuniu-se em Bogotá com oito representantes do governo de facto de Honduras, na segunda-feira. Segundo a chancelaria colombiana, o encontro foi informal e pretendia contribuir com a mediação feita pelo presidente costa-riquenho, Oscar Arias. Mas o chanceler do governo autoproclamado, Carlos López, disse após o encontro que Uribe expressou "simpatia" e "solidariedade" pelo governo golpista diante do risco de uma intervenção armada da Venezuela. O governo colombiano disse que "não avaliza comentários pessoais expressados por membros da comissão hondurenha".

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