Viúva de Pablo Escobar e Chicho Serna serão julgados por lavagem de dinheiro na Argentina


Investigação alcançou também membros de grupo ligado a negócios imobiliários

Por Redação
Atualização:

BUENOS AIRES - A viúva do ex-narcotraficante Pablo Escobar Gaviria, seu filho e o ex-jogador de futebol Mauricio "Chicho" Serna irão se sentar no banco dos réus em um julgamento oral por lavagem de dinheiro na Argentina, anunciaram nesta quinta-feira, 4, fontes da Justiça.

A elevação a julgamento também alcançou seis argentinos que integravam um grupo ligado a negócios imobiliários nos quais se lavava dinheiro do tráfico de drogas, informaram à imprensa local fontes do tribunal número três de Morón, na periferia de Buenos Aires.

Ex-jogador de futebol Chicho Serna será julgado por lavagem de dinheiro em caso que envolve viúva de Pablo Escobar Foto: Reuters
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María Isabel Santos Caballero, viúva do chefe do narcotráfico morto por forças de segurança em 1993, e seu filho Juan Sebastián Marroquín buscaram refúgio na Argentina e haviam se radicado em um bairro da periferia norte.

Serna é acusado de ser cúmplice do empresário colombiano extraditado para os Estados Unidos José Bayron Piedrahita Ceballos, ligado ao cartel de Medellín, que concordou em colaborar com a Justiça americana em troca de uma redução de sua pena.

A promotoria acusa o grupo de "integrar uma associação criminosa internacional que atuou no território argentino desde, pelo menos, 2008, data em que foram detectadas as primeiras injeções de fundos, até 29 de setembro de 2017".

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As operações de lavagem detectadas pelos investigadores somam, pelo menos, cerca de 3 milhões de dólares, assinalaram as fontes. /AFP

BUENOS AIRES - A viúva do ex-narcotraficante Pablo Escobar Gaviria, seu filho e o ex-jogador de futebol Mauricio "Chicho" Serna irão se sentar no banco dos réus em um julgamento oral por lavagem de dinheiro na Argentina, anunciaram nesta quinta-feira, 4, fontes da Justiça.

A elevação a julgamento também alcançou seis argentinos que integravam um grupo ligado a negócios imobiliários nos quais se lavava dinheiro do tráfico de drogas, informaram à imprensa local fontes do tribunal número três de Morón, na periferia de Buenos Aires.

Ex-jogador de futebol Chicho Serna será julgado por lavagem de dinheiro em caso que envolve viúva de Pablo Escobar Foto: Reuters

María Isabel Santos Caballero, viúva do chefe do narcotráfico morto por forças de segurança em 1993, e seu filho Juan Sebastián Marroquín buscaram refúgio na Argentina e haviam se radicado em um bairro da periferia norte.

Serna é acusado de ser cúmplice do empresário colombiano extraditado para os Estados Unidos José Bayron Piedrahita Ceballos, ligado ao cartel de Medellín, que concordou em colaborar com a Justiça americana em troca de uma redução de sua pena.

A promotoria acusa o grupo de "integrar uma associação criminosa internacional que atuou no território argentino desde, pelo menos, 2008, data em que foram detectadas as primeiras injeções de fundos, até 29 de setembro de 2017".

As operações de lavagem detectadas pelos investigadores somam, pelo menos, cerca de 3 milhões de dólares, assinalaram as fontes. /AFP

BUENOS AIRES - A viúva do ex-narcotraficante Pablo Escobar Gaviria, seu filho e o ex-jogador de futebol Mauricio "Chicho" Serna irão se sentar no banco dos réus em um julgamento oral por lavagem de dinheiro na Argentina, anunciaram nesta quinta-feira, 4, fontes da Justiça.

A elevação a julgamento também alcançou seis argentinos que integravam um grupo ligado a negócios imobiliários nos quais se lavava dinheiro do tráfico de drogas, informaram à imprensa local fontes do tribunal número três de Morón, na periferia de Buenos Aires.

Ex-jogador de futebol Chicho Serna será julgado por lavagem de dinheiro em caso que envolve viúva de Pablo Escobar Foto: Reuters

María Isabel Santos Caballero, viúva do chefe do narcotráfico morto por forças de segurança em 1993, e seu filho Juan Sebastián Marroquín buscaram refúgio na Argentina e haviam se radicado em um bairro da periferia norte.

Serna é acusado de ser cúmplice do empresário colombiano extraditado para os Estados Unidos José Bayron Piedrahita Ceballos, ligado ao cartel de Medellín, que concordou em colaborar com a Justiça americana em troca de uma redução de sua pena.

A promotoria acusa o grupo de "integrar uma associação criminosa internacional que atuou no território argentino desde, pelo menos, 2008, data em que foram detectadas as primeiras injeções de fundos, até 29 de setembro de 2017".

As operações de lavagem detectadas pelos investigadores somam, pelo menos, cerca de 3 milhões de dólares, assinalaram as fontes. /AFP

BUENOS AIRES - A viúva do ex-narcotraficante Pablo Escobar Gaviria, seu filho e o ex-jogador de futebol Mauricio "Chicho" Serna irão se sentar no banco dos réus em um julgamento oral por lavagem de dinheiro na Argentina, anunciaram nesta quinta-feira, 4, fontes da Justiça.

A elevação a julgamento também alcançou seis argentinos que integravam um grupo ligado a negócios imobiliários nos quais se lavava dinheiro do tráfico de drogas, informaram à imprensa local fontes do tribunal número três de Morón, na periferia de Buenos Aires.

Ex-jogador de futebol Chicho Serna será julgado por lavagem de dinheiro em caso que envolve viúva de Pablo Escobar Foto: Reuters

María Isabel Santos Caballero, viúva do chefe do narcotráfico morto por forças de segurança em 1993, e seu filho Juan Sebastián Marroquín buscaram refúgio na Argentina e haviam se radicado em um bairro da periferia norte.

Serna é acusado de ser cúmplice do empresário colombiano extraditado para os Estados Unidos José Bayron Piedrahita Ceballos, ligado ao cartel de Medellín, que concordou em colaborar com a Justiça americana em troca de uma redução de sua pena.

A promotoria acusa o grupo de "integrar uma associação criminosa internacional que atuou no território argentino desde, pelo menos, 2008, data em que foram detectadas as primeiras injeções de fundos, até 29 de setembro de 2017".

As operações de lavagem detectadas pelos investigadores somam, pelo menos, cerca de 3 milhões de dólares, assinalaram as fontes. /AFP

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