Mortes de motociclistas sobem no Estado de SP, na contramão da queda geral dos óbitos


Estado registrou 1.830 mortes de motociclistas de janeiro a agosto de 2026, alta de 1,9% em relação ao mesmo período de 2025; no total, óbitos no trânsito caíram 5,5%

Por Vinicius Montoia
Atualização:

As mortes de motociclistas aumentaram no Estado de São Paulo nos oito primeiros meses de 2026, enquanto o número geral de óbitos no trânsito apresentou queda. De janeiro a agosto, 1.830 pessoas morreram em ocorrências envolvendo motociclistas, alta de 1,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os dados fazem parte do balanço do Infosiga, sistema de informações sobre sinistros de trânsito do Estado de São Paulo, administrado pelo Detran-SP. A base reúne informações sobre ocorrências e vítimas e é atualizada periodicamente com dados de diferentes órgãos públicos.

O contraste fica mais evidente quando o número é comparado ao total de mortes no trânsito. No acumulado até agosto, foram 3.900 óbitos em todo o Estado, redução de 5,5% na comparação com os oito primeiros meses de 2025.

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Com isso, os motociclistas são a única categoria entre as principais modalidades apresentadas no balanço que registra crescimento no período. As mortes de pedestres chegaram a 872, queda de 5,7%; as de ciclistas somaram 244, recuo de 10%; e os ocupantes de automóveis tiveram 729 mortes, redução de 14,7%.

Número de óbitos registrados no Estado entre janeiro e agosto de 2026, por categoria Foto: Chatgpt
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Agosto também teve alta entre motociclistas

O comportamento se repetiu no resultado mensal. Em agosto, 251 motociclistas morreram no Estado de São Paulo, número 7,7% maior que o registrado no mesmo mês de 2025.

No mesmo mês, foram contabilizados 530 óbitos no trânsito em todas as categorias. Pedestres responderam por 112 mortes, ciclistas por 34 e ocupantes de automóveis por 98.

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A alta entre motociclistas chama atenção porque ocorre em um cenário de redução da mortalidade geral. O resultado de agosto representa queda de 2,6% no total de mortes em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Os motociclistas representam, portanto, uma parcela expressiva da mortalidade registrada no trânsito paulista. Considerando apenas os números acumulados até agosto, as 1.830 mortes de pessoas em motocicletas correspondem a cerca de 47% de todos os 3.900 óbitos registrados no Estado.

O dado também mostra que a redução da mortalidade geral não ocorre de maneira uniforme entre os diferentes usuários das vias. Enquanto três dos grupos apresentados tiveram redução no acumulado do ano, as mortes envolvendo motociclistas avançaram.

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O Infosiga é uma das bases utilizadas pelo Estado para acompanhar a evolução dos sinistros e orientar políticas de segurança viária. O conjunto de dados oficial é disponibilizado pelo governo paulista e reúne registros de vítimas, eventos e veículos envolvidos nos acidentes.

Capital concentra alta ainda maior entre motociclistas

Na cidade de São Paulo, o crescimento foi mais acentuado. Entre janeiro e agosto de 2026, 334 motociclistas morreram no trânsito da capital, alta de 6,4% em relação ao mesmo período de 2025.

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O número representa uma parcela importante das mortes registradas em toda a cidade. No mesmo período, São Paulo contabilizou 673 óbitos no trânsito, queda de 0,7% na comparação anual. Ou seja, assim como ocorre no Estado, a mortalidade envolvendo motociclistas evoluiu em direção oposta ao resultado geral.

Em agosto, foram 47 mortes de motociclistas na capital, aumento de 2,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado de janeiro a agosto, o número de 334 mortes supera os 314 registrados no mesmo período de 2025.

O contraste entre motociclistas e os demais usuários também aparece nos dados paulistanos: enquanto o total de mortes no trânsito recuou, os óbitos de motociclistas cresceram. O resultado reforça o peso desse grupo na estatística de segurança viária da maior cidade do Estado.

As mortes de motociclistas aumentaram no Estado de São Paulo nos oito primeiros meses de 2026, enquanto o número geral de óbitos no trânsito apresentou queda. De janeiro a agosto, 1.830 pessoas morreram em ocorrências envolvendo motociclistas, alta de 1,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os dados fazem parte do balanço do Infosiga, sistema de informações sobre sinistros de trânsito do Estado de São Paulo, administrado pelo Detran-SP. A base reúne informações sobre ocorrências e vítimas e é atualizada periodicamente com dados de diferentes órgãos públicos.

O contraste fica mais evidente quando o número é comparado ao total de mortes no trânsito. No acumulado até agosto, foram 3.900 óbitos em todo o Estado, redução de 5,5% na comparação com os oito primeiros meses de 2025.

Com isso, os motociclistas são a única categoria entre as principais modalidades apresentadas no balanço que registra crescimento no período. As mortes de pedestres chegaram a 872, queda de 5,7%; as de ciclistas somaram 244, recuo de 10%; e os ocupantes de automóveis tiveram 729 mortes, redução de 14,7%.

Número de óbitos registrados no Estado entre janeiro e agosto de 2026, por categoria Foto: Chatgpt

Agosto também teve alta entre motociclistas

O comportamento se repetiu no resultado mensal. Em agosto, 251 motociclistas morreram no Estado de São Paulo, número 7,7% maior que o registrado no mesmo mês de 2025.

No mesmo mês, foram contabilizados 530 óbitos no trânsito em todas as categorias. Pedestres responderam por 112 mortes, ciclistas por 34 e ocupantes de automóveis por 98.

A alta entre motociclistas chama atenção porque ocorre em um cenário de redução da mortalidade geral. O resultado de agosto representa queda de 2,6% no total de mortes em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Os motociclistas representam, portanto, uma parcela expressiva da mortalidade registrada no trânsito paulista. Considerando apenas os números acumulados até agosto, as 1.830 mortes de pessoas em motocicletas correspondem a cerca de 47% de todos os 3.900 óbitos registrados no Estado.

O dado também mostra que a redução da mortalidade geral não ocorre de maneira uniforme entre os diferentes usuários das vias. Enquanto três dos grupos apresentados tiveram redução no acumulado do ano, as mortes envolvendo motociclistas avançaram.

O Infosiga é uma das bases utilizadas pelo Estado para acompanhar a evolução dos sinistros e orientar políticas de segurança viária. O conjunto de dados oficial é disponibilizado pelo governo paulista e reúne registros de vítimas, eventos e veículos envolvidos nos acidentes.

Capital concentra alta ainda maior entre motociclistas

Na cidade de São Paulo, o crescimento foi mais acentuado. Entre janeiro e agosto de 2026, 334 motociclistas morreram no trânsito da capital, alta de 6,4% em relação ao mesmo período de 2025.

O número representa uma parcela importante das mortes registradas em toda a cidade. No mesmo período, São Paulo contabilizou 673 óbitos no trânsito, queda de 0,7% na comparação anual. Ou seja, assim como ocorre no Estado, a mortalidade envolvendo motociclistas evoluiu em direção oposta ao resultado geral.

Em agosto, foram 47 mortes de motociclistas na capital, aumento de 2,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado de janeiro a agosto, o número de 334 mortes supera os 314 registrados no mesmo período de 2025.

O contraste entre motociclistas e os demais usuários também aparece nos dados paulistanos: enquanto o total de mortes no trânsito recuou, os óbitos de motociclistas cresceram. O resultado reforça o peso desse grupo na estatística de segurança viária da maior cidade do Estado.

As mortes de motociclistas aumentaram no Estado de São Paulo nos oito primeiros meses de 2026, enquanto o número geral de óbitos no trânsito apresentou queda. De janeiro a agosto, 1.830 pessoas morreram em ocorrências envolvendo motociclistas, alta de 1,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os dados fazem parte do balanço do Infosiga, sistema de informações sobre sinistros de trânsito do Estado de São Paulo, administrado pelo Detran-SP. A base reúne informações sobre ocorrências e vítimas e é atualizada periodicamente com dados de diferentes órgãos públicos.

O contraste fica mais evidente quando o número é comparado ao total de mortes no trânsito. No acumulado até agosto, foram 3.900 óbitos em todo o Estado, redução de 5,5% na comparação com os oito primeiros meses de 2025.

Com isso, os motociclistas são a única categoria entre as principais modalidades apresentadas no balanço que registra crescimento no período. As mortes de pedestres chegaram a 872, queda de 5,7%; as de ciclistas somaram 244, recuo de 10%; e os ocupantes de automóveis tiveram 729 mortes, redução de 14,7%.

Número de óbitos registrados no Estado entre janeiro e agosto de 2026, por categoria Foto: Chatgpt

Agosto também teve alta entre motociclistas

O comportamento se repetiu no resultado mensal. Em agosto, 251 motociclistas morreram no Estado de São Paulo, número 7,7% maior que o registrado no mesmo mês de 2025.

No mesmo mês, foram contabilizados 530 óbitos no trânsito em todas as categorias. Pedestres responderam por 112 mortes, ciclistas por 34 e ocupantes de automóveis por 98.

A alta entre motociclistas chama atenção porque ocorre em um cenário de redução da mortalidade geral. O resultado de agosto representa queda de 2,6% no total de mortes em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Os motociclistas representam, portanto, uma parcela expressiva da mortalidade registrada no trânsito paulista. Considerando apenas os números acumulados até agosto, as 1.830 mortes de pessoas em motocicletas correspondem a cerca de 47% de todos os 3.900 óbitos registrados no Estado.

O dado também mostra que a redução da mortalidade geral não ocorre de maneira uniforme entre os diferentes usuários das vias. Enquanto três dos grupos apresentados tiveram redução no acumulado do ano, as mortes envolvendo motociclistas avançaram.

O Infosiga é uma das bases utilizadas pelo Estado para acompanhar a evolução dos sinistros e orientar políticas de segurança viária. O conjunto de dados oficial é disponibilizado pelo governo paulista e reúne registros de vítimas, eventos e veículos envolvidos nos acidentes.

Capital concentra alta ainda maior entre motociclistas

Na cidade de São Paulo, o crescimento foi mais acentuado. Entre janeiro e agosto de 2026, 334 motociclistas morreram no trânsito da capital, alta de 6,4% em relação ao mesmo período de 2025.

O número representa uma parcela importante das mortes registradas em toda a cidade. No mesmo período, São Paulo contabilizou 673 óbitos no trânsito, queda de 0,7% na comparação anual. Ou seja, assim como ocorre no Estado, a mortalidade envolvendo motociclistas evoluiu em direção oposta ao resultado geral.

Em agosto, foram 47 mortes de motociclistas na capital, aumento de 2,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado de janeiro a agosto, o número de 334 mortes supera os 314 registrados no mesmo período de 2025.

O contraste entre motociclistas e os demais usuários também aparece nos dados paulistanos: enquanto o total de mortes no trânsito recuou, os óbitos de motociclistas cresceram. O resultado reforça o peso desse grupo na estatística de segurança viária da maior cidade do Estado.

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