Gigantes de tecnologia se posicionam sobre protestos nos EUA


Os presidentes do Facebook, Mark Zuckerberg, e do Snapchat, Evan Spiegel, falaram sobre os protestos e se juntam à Intel, Netflix, IBM e Nike no posicionamento contra o racismo

Por Agências
Desde a última semana, os EUAtêm protestos nas principais cidades do país pela morte de George Floyd Foto: Eduardo Munoz/Reuters

O Facebook e o Snapchat se tornaram as mais recentes empresas norte-americanas a condenar a desigualdade racial nos Estados Unidos, conforme violentos protestos acontecem nas principais cidades do país pela morte de George Floyd, um negro assassinado enquanto estava sob custódia policial em Mineápolis na semana passada.

As duas empresas de tecnologia se juntaram à Intel, Netflix, IBM e Nike ao tomar uma posição pública contra a morte de Floyd.

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"Estamos com a comunidade negra - e todos aqueles que trabalham pela justiça em homenagem a George Floyd, Breonna Taylor, Ahmaud Arbery e muitos outros cujos nomes não serão esquecidos", disse o presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, no domingo, 31. Ele disse que o Facebook destinará US$ 10 milhões para organizações que trabalham com justiça racial.

Em um memorando interno da empresa que critica o racismo, o presidente executivo do Snapchat, Evan Spiegel, pediu por reformas tributárias abrangentes no país, com as empresas pagando taxas mais altas.

"Não podemos acabar com o racismo sistêmico sem, simultaneamente, criar oportunidades para todas as pessoas, independentemente de sua formação", afirmou. "Em resumo, pessoas como eu pagarão muito mais impostos - e acredito que valerá a pena criar uma sociedade que beneficie a todos nós", disse ele.

Desde a última semana, os EUAtêm protestos nas principais cidades do país pela morte de George Floyd Foto: Eduardo Munoz/Reuters

O Facebook e o Snapchat se tornaram as mais recentes empresas norte-americanas a condenar a desigualdade racial nos Estados Unidos, conforme violentos protestos acontecem nas principais cidades do país pela morte de George Floyd, um negro assassinado enquanto estava sob custódia policial em Mineápolis na semana passada.

As duas empresas de tecnologia se juntaram à Intel, Netflix, IBM e Nike ao tomar uma posição pública contra a morte de Floyd.

"Estamos com a comunidade negra - e todos aqueles que trabalham pela justiça em homenagem a George Floyd, Breonna Taylor, Ahmaud Arbery e muitos outros cujos nomes não serão esquecidos", disse o presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, no domingo, 31. Ele disse que o Facebook destinará US$ 10 milhões para organizações que trabalham com justiça racial.

Em um memorando interno da empresa que critica o racismo, o presidente executivo do Snapchat, Evan Spiegel, pediu por reformas tributárias abrangentes no país, com as empresas pagando taxas mais altas.

"Não podemos acabar com o racismo sistêmico sem, simultaneamente, criar oportunidades para todas as pessoas, independentemente de sua formação", afirmou. "Em resumo, pessoas como eu pagarão muito mais impostos - e acredito que valerá a pena criar uma sociedade que beneficie a todos nós", disse ele.

Desde a última semana, os EUAtêm protestos nas principais cidades do país pela morte de George Floyd Foto: Eduardo Munoz/Reuters

O Facebook e o Snapchat se tornaram as mais recentes empresas norte-americanas a condenar a desigualdade racial nos Estados Unidos, conforme violentos protestos acontecem nas principais cidades do país pela morte de George Floyd, um negro assassinado enquanto estava sob custódia policial em Mineápolis na semana passada.

As duas empresas de tecnologia se juntaram à Intel, Netflix, IBM e Nike ao tomar uma posição pública contra a morte de Floyd.

"Estamos com a comunidade negra - e todos aqueles que trabalham pela justiça em homenagem a George Floyd, Breonna Taylor, Ahmaud Arbery e muitos outros cujos nomes não serão esquecidos", disse o presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, no domingo, 31. Ele disse que o Facebook destinará US$ 10 milhões para organizações que trabalham com justiça racial.

Em um memorando interno da empresa que critica o racismo, o presidente executivo do Snapchat, Evan Spiegel, pediu por reformas tributárias abrangentes no país, com as empresas pagando taxas mais altas.

"Não podemos acabar com o racismo sistêmico sem, simultaneamente, criar oportunidades para todas as pessoas, independentemente de sua formação", afirmou. "Em resumo, pessoas como eu pagarão muito mais impostos - e acredito que valerá a pena criar uma sociedade que beneficie a todos nós", disse ele.

Desde a última semana, os EUAtêm protestos nas principais cidades do país pela morte de George Floyd Foto: Eduardo Munoz/Reuters

O Facebook e o Snapchat se tornaram as mais recentes empresas norte-americanas a condenar a desigualdade racial nos Estados Unidos, conforme violentos protestos acontecem nas principais cidades do país pela morte de George Floyd, um negro assassinado enquanto estava sob custódia policial em Mineápolis na semana passada.

As duas empresas de tecnologia se juntaram à Intel, Netflix, IBM e Nike ao tomar uma posição pública contra a morte de Floyd.

"Estamos com a comunidade negra - e todos aqueles que trabalham pela justiça em homenagem a George Floyd, Breonna Taylor, Ahmaud Arbery e muitos outros cujos nomes não serão esquecidos", disse o presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, no domingo, 31. Ele disse que o Facebook destinará US$ 10 milhões para organizações que trabalham com justiça racial.

Em um memorando interno da empresa que critica o racismo, o presidente executivo do Snapchat, Evan Spiegel, pediu por reformas tributárias abrangentes no país, com as empresas pagando taxas mais altas.

"Não podemos acabar com o racismo sistêmico sem, simultaneamente, criar oportunidades para todas as pessoas, independentemente de sua formação", afirmou. "Em resumo, pessoas como eu pagarão muito mais impostos - e acredito que valerá a pena criar uma sociedade que beneficie a todos nós", disse ele.

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