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Celular made in Argentina


Com a reativação da zona franca da Terra do Fogo, Argentina substituiu celular brasileiro por produto local

Por Renato Cruz
 Foto: Estadão

A reativação da zona franca da Terra do Fogo, na Argentina, deu resultado. Segundo dados da consultoria Carrier y Asociados, em 2009, somente 4% dos celulares vendidos no país eram produzidos localmente. No ano passado, a fatia do produto local atingiu 80%.

O consultor Enrique Carrier, no entanto, coloca ressalvas:

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"E, se o objetivo foi substituir a importação direta de produtos acabados por componentes que se montam localmente, ele foi alcançado. Outros poderiam dizer, entretanto, que ainda é cedo para medir outra classe de sucessos, mais duradouros. Sob uma perspectiva industrial mais ampla, a medida será um êxito quando nossos telefones puderem ser exportados a preços competitivos e/ou quando a indústria local permita o desenvolvimento de uma rede de provedores de componentes mais sofisticados que packaging ou documentação, consolidando uma autêntica indústria eletrônica nacional."

Antes das medidas de revitalização da Terra do Fogo, em 2009, o mercado argentino era atendido principalmente a partir do Brasil. Além do incentivo à indústria local, o governo da Argentina criou barreiras ao celular brasileiro, apesar das regras do Mercosul.

Em 2009, o celular era o produto eletrônico mais exportado pelo Brasil, com US$ 1,433 bilhão em faturamento, e caiu para o quinto lugar no ano passado, com US$ 558 milhões, segundo dados da Abinee.

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Parte disso se explica pelo aumento da demanda local, que fez os fabricantes direcionarem o produto para o mercado interno. Mas outra parte reflete o crescimento do protecionismo nos países vizinhos. A maioria das fábricas instaladas no Brasil tinha como objetivo abastecer o mercado da América Latina.

Siga este blog no Twitter: @rcruz

 Foto: Estadão

A reativação da zona franca da Terra do Fogo, na Argentina, deu resultado. Segundo dados da consultoria Carrier y Asociados, em 2009, somente 4% dos celulares vendidos no país eram produzidos localmente. No ano passado, a fatia do produto local atingiu 80%.

O consultor Enrique Carrier, no entanto, coloca ressalvas:

"E, se o objetivo foi substituir a importação direta de produtos acabados por componentes que se montam localmente, ele foi alcançado. Outros poderiam dizer, entretanto, que ainda é cedo para medir outra classe de sucessos, mais duradouros. Sob uma perspectiva industrial mais ampla, a medida será um êxito quando nossos telefones puderem ser exportados a preços competitivos e/ou quando a indústria local permita o desenvolvimento de uma rede de provedores de componentes mais sofisticados que packaging ou documentação, consolidando uma autêntica indústria eletrônica nacional."

Antes das medidas de revitalização da Terra do Fogo, em 2009, o mercado argentino era atendido principalmente a partir do Brasil. Além do incentivo à indústria local, o governo da Argentina criou barreiras ao celular brasileiro, apesar das regras do Mercosul.

Em 2009, o celular era o produto eletrônico mais exportado pelo Brasil, com US$ 1,433 bilhão em faturamento, e caiu para o quinto lugar no ano passado, com US$ 558 milhões, segundo dados da Abinee.

Parte disso se explica pelo aumento da demanda local, que fez os fabricantes direcionarem o produto para o mercado interno. Mas outra parte reflete o crescimento do protecionismo nos países vizinhos. A maioria das fábricas instaladas no Brasil tinha como objetivo abastecer o mercado da América Latina.

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A reativação da zona franca da Terra do Fogo, na Argentina, deu resultado. Segundo dados da consultoria Carrier y Asociados, em 2009, somente 4% dos celulares vendidos no país eram produzidos localmente. No ano passado, a fatia do produto local atingiu 80%.

O consultor Enrique Carrier, no entanto, coloca ressalvas:

"E, se o objetivo foi substituir a importação direta de produtos acabados por componentes que se montam localmente, ele foi alcançado. Outros poderiam dizer, entretanto, que ainda é cedo para medir outra classe de sucessos, mais duradouros. Sob uma perspectiva industrial mais ampla, a medida será um êxito quando nossos telefones puderem ser exportados a preços competitivos e/ou quando a indústria local permita o desenvolvimento de uma rede de provedores de componentes mais sofisticados que packaging ou documentação, consolidando uma autêntica indústria eletrônica nacional."

Antes das medidas de revitalização da Terra do Fogo, em 2009, o mercado argentino era atendido principalmente a partir do Brasil. Além do incentivo à indústria local, o governo da Argentina criou barreiras ao celular brasileiro, apesar das regras do Mercosul.

Em 2009, o celular era o produto eletrônico mais exportado pelo Brasil, com US$ 1,433 bilhão em faturamento, e caiu para o quinto lugar no ano passado, com US$ 558 milhões, segundo dados da Abinee.

Parte disso se explica pelo aumento da demanda local, que fez os fabricantes direcionarem o produto para o mercado interno. Mas outra parte reflete o crescimento do protecionismo nos países vizinhos. A maioria das fábricas instaladas no Brasil tinha como objetivo abastecer o mercado da América Latina.

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A reativação da zona franca da Terra do Fogo, na Argentina, deu resultado. Segundo dados da consultoria Carrier y Asociados, em 2009, somente 4% dos celulares vendidos no país eram produzidos localmente. No ano passado, a fatia do produto local atingiu 80%.

O consultor Enrique Carrier, no entanto, coloca ressalvas:

"E, se o objetivo foi substituir a importação direta de produtos acabados por componentes que se montam localmente, ele foi alcançado. Outros poderiam dizer, entretanto, que ainda é cedo para medir outra classe de sucessos, mais duradouros. Sob uma perspectiva industrial mais ampla, a medida será um êxito quando nossos telefones puderem ser exportados a preços competitivos e/ou quando a indústria local permita o desenvolvimento de uma rede de provedores de componentes mais sofisticados que packaging ou documentação, consolidando uma autêntica indústria eletrônica nacional."

Antes das medidas de revitalização da Terra do Fogo, em 2009, o mercado argentino era atendido principalmente a partir do Brasil. Além do incentivo à indústria local, o governo da Argentina criou barreiras ao celular brasileiro, apesar das regras do Mercosul.

Em 2009, o celular era o produto eletrônico mais exportado pelo Brasil, com US$ 1,433 bilhão em faturamento, e caiu para o quinto lugar no ano passado, com US$ 558 milhões, segundo dados da Abinee.

Parte disso se explica pelo aumento da demanda local, que fez os fabricantes direcionarem o produto para o mercado interno. Mas outra parte reflete o crescimento do protecionismo nos países vizinhos. A maioria das fábricas instaladas no Brasil tinha como objetivo abastecer o mercado da América Latina.

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