Suzana Barelli

Vinte anos depois, a pinot noir brilha


Depois de ficar famosa com o filme ‘Sideways’, a uva tinta da Borgonha mostra o seu potencial, como comprava degustação de cinco safras

Por Suzana Barelli

A uva pinot noir deve muito à comédia romântica Sideways, entre umas e outras, que comemora 20 anos de seu lançamento agora em 2024. No filme, ela aparece como a melhor coadjuvante (e a merlot, como a sua vilã) numa viagem de despedida de solteiro de dois amigos pelas vinícolas da Califórnia. Miles, o anti-herói, é um apaixonado pela pinot noir, para azar da merlot. A consequência é que o sucesso do filme deu novo status à uva tinta da Borgonha, colocando a pinot noir na lista de preferências dos novos consumidores.

Também duas décadas atrás, o Chile dava os primeiros passos em direção à pinot noir de qualidade em seus vales de clima mais frios. Não só o Chile, aliás. Embalada pelo sucesso da película, a uva ganhou novos vinhedos nas mais diversas áreas vitivinícolas do chamado Novo Mundo, Brasil inclusive.

NO RANKING

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Em 2003, o país andino tinha 1.422 hectares da pinot noir cultivados, a grande maioria plantada para a elaboração de espumantes. Hoje, a pinot noir ocupa a nona posição no ranking das variedades mais cultivadas nos 130 mil hectares de vinhedos no país. São 3.870 hectares de vinhas, pelos dados da Wines of Chile. Suas uvas, agora, são utilizadas, principalmente, para a elaboração de vinhos tintos secos (aos interessados, a cabernet sauvignon segue como a variedade mais plantada no país, com 37 mil hectares de vinhedos).

A evolução da pinot noir em terroir andino nestas duas décadas pode ser exemplificada com uma degustação de cinco safras do Amayna, tinto elaborado com a variedade pela Viña Garcés Silva. Conduzida pelos irmãos Maria Paz e Matias Garcés Silva, a prova das safras de 2003, 2006, 2011, 2016 e 2020, realizada essa semana em São Paulo, marcou a comemoração dos também 20 anos da exportação dos vinhos dessa vinícola, uma das pioneiras no então recém-descoberto vale de Leyda – atualmente não apenas Leyda, mas as regiões próximas ao oceano Pacífico vêm se revelando como bons terrenos para a variedade, favorecidas pelas nevoas frias da manhã.

Hoje a propriedade de 700 hectares tem 140 hectares de vinhas, das quais 45 são cultivadas com a pinot noir Foto: Viña Garcés Silva
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Leyda e o vizinho vale de San Antonio sofreram com a falta de água para a agricultura até o final dos anos 1990, e a família Garcés Silva foi uma das que investiu na irrigação do local. Seu primeiro pinot noir é o da safra de 2003, originário de um vinhedo plantado no ano 2000, com um clone da selección Valdivieso, e chega ao Brasil importado pela Mistral. “Na época, quase não tinha mudas de pinot noir no Chile para a elaboração de tintos. Este era um clone utilizado mais para elaborar espumantes”, lembra Matias Garces Silva, sócio da vinícola.

EVOLUÇÃO

Na taça, o 2003 surpreendeu pelas agradáveis notas de evolução, de um tinto ainda com aromas frutados, de cogumelos, taninos macios e persistência. Os anos seguintes vão desvendando o caminho da vinícola em busca da melhor expressão deste tinto (atualmente, a safra 2019 é comercializada por aqui por R$ 364,25).

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Hoje a propriedade de 700 hectares tem 140 hectares de vinhas, das quais 45 são cultivadas com a pinot noir. Vinte anos atrás, eram 26 hectares. Deste vinhedo inicial, restam apenas 4,5 hectares com a variedade. Os demais foram replantados quando se descobriu, por estudos de terroir, que não tinham o solo apropriado para a pinot noir. Ao mesmo tempo, a pinot noir foi plantada em outros terrenos dentro da propriedade.

Cada safra selecionada para a degustação revela uma mudança no vinhedo ou na vinificação. Há desde os novos clones, em direção a variedades voltadas para a elaboração de vinhos e não de espumantes, como os Dijon 777 e 115 e o Davis 16 (eles foram plantados na safra de 2006). Há a preocupação para encontrar a melhor parcela de pinot noir nos vinhedos (o especialista Pedro Parra foi contratado para localizar estas manchas também em 2006). A decisão por amadurecer os vinhos em barricas de 600 litros e não mais de 225 litros foi tomada em 2011, e os foudres chegaram em 2016. O ano de 2020 traz o início da certificação orgânica dos vinhedos, e a decisão de colher mais cedo, cerca de 15 dias, para obter maior frescor, entre outros avanços.

Na taça, entre os cinco vinhos provados, o 2016 é o que melhor revela esse trabalho de lapidar a pinot noir para revelar a sua melhor complexidade. Como 20 anos, acreditem, ainda é muito pouco na história do vinho, é de se perguntar o que ainda virá pela frente.

A uva pinot noir deve muito à comédia romântica Sideways, entre umas e outras, que comemora 20 anos de seu lançamento agora em 2024. No filme, ela aparece como a melhor coadjuvante (e a merlot, como a sua vilã) numa viagem de despedida de solteiro de dois amigos pelas vinícolas da Califórnia. Miles, o anti-herói, é um apaixonado pela pinot noir, para azar da merlot. A consequência é que o sucesso do filme deu novo status à uva tinta da Borgonha, colocando a pinot noir na lista de preferências dos novos consumidores.

Também duas décadas atrás, o Chile dava os primeiros passos em direção à pinot noir de qualidade em seus vales de clima mais frios. Não só o Chile, aliás. Embalada pelo sucesso da película, a uva ganhou novos vinhedos nas mais diversas áreas vitivinícolas do chamado Novo Mundo, Brasil inclusive.

NO RANKING

Em 2003, o país andino tinha 1.422 hectares da pinot noir cultivados, a grande maioria plantada para a elaboração de espumantes. Hoje, a pinot noir ocupa a nona posição no ranking das variedades mais cultivadas nos 130 mil hectares de vinhedos no país. São 3.870 hectares de vinhas, pelos dados da Wines of Chile. Suas uvas, agora, são utilizadas, principalmente, para a elaboração de vinhos tintos secos (aos interessados, a cabernet sauvignon segue como a variedade mais plantada no país, com 37 mil hectares de vinhedos).

A evolução da pinot noir em terroir andino nestas duas décadas pode ser exemplificada com uma degustação de cinco safras do Amayna, tinto elaborado com a variedade pela Viña Garcés Silva. Conduzida pelos irmãos Maria Paz e Matias Garcés Silva, a prova das safras de 2003, 2006, 2011, 2016 e 2020, realizada essa semana em São Paulo, marcou a comemoração dos também 20 anos da exportação dos vinhos dessa vinícola, uma das pioneiras no então recém-descoberto vale de Leyda – atualmente não apenas Leyda, mas as regiões próximas ao oceano Pacífico vêm se revelando como bons terrenos para a variedade, favorecidas pelas nevoas frias da manhã.

Hoje a propriedade de 700 hectares tem 140 hectares de vinhas, das quais 45 são cultivadas com a pinot noir Foto: Viña Garcés Silva

Leyda e o vizinho vale de San Antonio sofreram com a falta de água para a agricultura até o final dos anos 1990, e a família Garcés Silva foi uma das que investiu na irrigação do local. Seu primeiro pinot noir é o da safra de 2003, originário de um vinhedo plantado no ano 2000, com um clone da selección Valdivieso, e chega ao Brasil importado pela Mistral. “Na época, quase não tinha mudas de pinot noir no Chile para a elaboração de tintos. Este era um clone utilizado mais para elaborar espumantes”, lembra Matias Garces Silva, sócio da vinícola.

EVOLUÇÃO

Na taça, o 2003 surpreendeu pelas agradáveis notas de evolução, de um tinto ainda com aromas frutados, de cogumelos, taninos macios e persistência. Os anos seguintes vão desvendando o caminho da vinícola em busca da melhor expressão deste tinto (atualmente, a safra 2019 é comercializada por aqui por R$ 364,25).

Hoje a propriedade de 700 hectares tem 140 hectares de vinhas, das quais 45 são cultivadas com a pinot noir. Vinte anos atrás, eram 26 hectares. Deste vinhedo inicial, restam apenas 4,5 hectares com a variedade. Os demais foram replantados quando se descobriu, por estudos de terroir, que não tinham o solo apropriado para a pinot noir. Ao mesmo tempo, a pinot noir foi plantada em outros terrenos dentro da propriedade.

Cada safra selecionada para a degustação revela uma mudança no vinhedo ou na vinificação. Há desde os novos clones, em direção a variedades voltadas para a elaboração de vinhos e não de espumantes, como os Dijon 777 e 115 e o Davis 16 (eles foram plantados na safra de 2006). Há a preocupação para encontrar a melhor parcela de pinot noir nos vinhedos (o especialista Pedro Parra foi contratado para localizar estas manchas também em 2006). A decisão por amadurecer os vinhos em barricas de 600 litros e não mais de 225 litros foi tomada em 2011, e os foudres chegaram em 2016. O ano de 2020 traz o início da certificação orgânica dos vinhedos, e a decisão de colher mais cedo, cerca de 15 dias, para obter maior frescor, entre outros avanços.

Na taça, entre os cinco vinhos provados, o 2016 é o que melhor revela esse trabalho de lapidar a pinot noir para revelar a sua melhor complexidade. Como 20 anos, acreditem, ainda é muito pouco na história do vinho, é de se perguntar o que ainda virá pela frente.

A uva pinot noir deve muito à comédia romântica Sideways, entre umas e outras, que comemora 20 anos de seu lançamento agora em 2024. No filme, ela aparece como a melhor coadjuvante (e a merlot, como a sua vilã) numa viagem de despedida de solteiro de dois amigos pelas vinícolas da Califórnia. Miles, o anti-herói, é um apaixonado pela pinot noir, para azar da merlot. A consequência é que o sucesso do filme deu novo status à uva tinta da Borgonha, colocando a pinot noir na lista de preferências dos novos consumidores.

Também duas décadas atrás, o Chile dava os primeiros passos em direção à pinot noir de qualidade em seus vales de clima mais frios. Não só o Chile, aliás. Embalada pelo sucesso da película, a uva ganhou novos vinhedos nas mais diversas áreas vitivinícolas do chamado Novo Mundo, Brasil inclusive.

NO RANKING

Em 2003, o país andino tinha 1.422 hectares da pinot noir cultivados, a grande maioria plantada para a elaboração de espumantes. Hoje, a pinot noir ocupa a nona posição no ranking das variedades mais cultivadas nos 130 mil hectares de vinhedos no país. São 3.870 hectares de vinhas, pelos dados da Wines of Chile. Suas uvas, agora, são utilizadas, principalmente, para a elaboração de vinhos tintos secos (aos interessados, a cabernet sauvignon segue como a variedade mais plantada no país, com 37 mil hectares de vinhedos).

A evolução da pinot noir em terroir andino nestas duas décadas pode ser exemplificada com uma degustação de cinco safras do Amayna, tinto elaborado com a variedade pela Viña Garcés Silva. Conduzida pelos irmãos Maria Paz e Matias Garcés Silva, a prova das safras de 2003, 2006, 2011, 2016 e 2020, realizada essa semana em São Paulo, marcou a comemoração dos também 20 anos da exportação dos vinhos dessa vinícola, uma das pioneiras no então recém-descoberto vale de Leyda – atualmente não apenas Leyda, mas as regiões próximas ao oceano Pacífico vêm se revelando como bons terrenos para a variedade, favorecidas pelas nevoas frias da manhã.

Hoje a propriedade de 700 hectares tem 140 hectares de vinhas, das quais 45 são cultivadas com a pinot noir Foto: Viña Garcés Silva

Leyda e o vizinho vale de San Antonio sofreram com a falta de água para a agricultura até o final dos anos 1990, e a família Garcés Silva foi uma das que investiu na irrigação do local. Seu primeiro pinot noir é o da safra de 2003, originário de um vinhedo plantado no ano 2000, com um clone da selección Valdivieso, e chega ao Brasil importado pela Mistral. “Na época, quase não tinha mudas de pinot noir no Chile para a elaboração de tintos. Este era um clone utilizado mais para elaborar espumantes”, lembra Matias Garces Silva, sócio da vinícola.

EVOLUÇÃO

Na taça, o 2003 surpreendeu pelas agradáveis notas de evolução, de um tinto ainda com aromas frutados, de cogumelos, taninos macios e persistência. Os anos seguintes vão desvendando o caminho da vinícola em busca da melhor expressão deste tinto (atualmente, a safra 2019 é comercializada por aqui por R$ 364,25).

Hoje a propriedade de 700 hectares tem 140 hectares de vinhas, das quais 45 são cultivadas com a pinot noir. Vinte anos atrás, eram 26 hectares. Deste vinhedo inicial, restam apenas 4,5 hectares com a variedade. Os demais foram replantados quando se descobriu, por estudos de terroir, que não tinham o solo apropriado para a pinot noir. Ao mesmo tempo, a pinot noir foi plantada em outros terrenos dentro da propriedade.

Cada safra selecionada para a degustação revela uma mudança no vinhedo ou na vinificação. Há desde os novos clones, em direção a variedades voltadas para a elaboração de vinhos e não de espumantes, como os Dijon 777 e 115 e o Davis 16 (eles foram plantados na safra de 2006). Há a preocupação para encontrar a melhor parcela de pinot noir nos vinhedos (o especialista Pedro Parra foi contratado para localizar estas manchas também em 2006). A decisão por amadurecer os vinhos em barricas de 600 litros e não mais de 225 litros foi tomada em 2011, e os foudres chegaram em 2016. O ano de 2020 traz o início da certificação orgânica dos vinhedos, e a decisão de colher mais cedo, cerca de 15 dias, para obter maior frescor, entre outros avanços.

Na taça, entre os cinco vinhos provados, o 2016 é o que melhor revela esse trabalho de lapidar a pinot noir para revelar a sua melhor complexidade. Como 20 anos, acreditem, ainda é muito pouco na história do vinho, é de se perguntar o que ainda virá pela frente.

A uva pinot noir deve muito à comédia romântica Sideways, entre umas e outras, que comemora 20 anos de seu lançamento agora em 2024. No filme, ela aparece como a melhor coadjuvante (e a merlot, como a sua vilã) numa viagem de despedida de solteiro de dois amigos pelas vinícolas da Califórnia. Miles, o anti-herói, é um apaixonado pela pinot noir, para azar da merlot. A consequência é que o sucesso do filme deu novo status à uva tinta da Borgonha, colocando a pinot noir na lista de preferências dos novos consumidores.

Também duas décadas atrás, o Chile dava os primeiros passos em direção à pinot noir de qualidade em seus vales de clima mais frios. Não só o Chile, aliás. Embalada pelo sucesso da película, a uva ganhou novos vinhedos nas mais diversas áreas vitivinícolas do chamado Novo Mundo, Brasil inclusive.

NO RANKING

Em 2003, o país andino tinha 1.422 hectares da pinot noir cultivados, a grande maioria plantada para a elaboração de espumantes. Hoje, a pinot noir ocupa a nona posição no ranking das variedades mais cultivadas nos 130 mil hectares de vinhedos no país. São 3.870 hectares de vinhas, pelos dados da Wines of Chile. Suas uvas, agora, são utilizadas, principalmente, para a elaboração de vinhos tintos secos (aos interessados, a cabernet sauvignon segue como a variedade mais plantada no país, com 37 mil hectares de vinhedos).

A evolução da pinot noir em terroir andino nestas duas décadas pode ser exemplificada com uma degustação de cinco safras do Amayna, tinto elaborado com a variedade pela Viña Garcés Silva. Conduzida pelos irmãos Maria Paz e Matias Garcés Silva, a prova das safras de 2003, 2006, 2011, 2016 e 2020, realizada essa semana em São Paulo, marcou a comemoração dos também 20 anos da exportação dos vinhos dessa vinícola, uma das pioneiras no então recém-descoberto vale de Leyda – atualmente não apenas Leyda, mas as regiões próximas ao oceano Pacífico vêm se revelando como bons terrenos para a variedade, favorecidas pelas nevoas frias da manhã.

Hoje a propriedade de 700 hectares tem 140 hectares de vinhas, das quais 45 são cultivadas com a pinot noir Foto: Viña Garcés Silva

Leyda e o vizinho vale de San Antonio sofreram com a falta de água para a agricultura até o final dos anos 1990, e a família Garcés Silva foi uma das que investiu na irrigação do local. Seu primeiro pinot noir é o da safra de 2003, originário de um vinhedo plantado no ano 2000, com um clone da selección Valdivieso, e chega ao Brasil importado pela Mistral. “Na época, quase não tinha mudas de pinot noir no Chile para a elaboração de tintos. Este era um clone utilizado mais para elaborar espumantes”, lembra Matias Garces Silva, sócio da vinícola.

EVOLUÇÃO

Na taça, o 2003 surpreendeu pelas agradáveis notas de evolução, de um tinto ainda com aromas frutados, de cogumelos, taninos macios e persistência. Os anos seguintes vão desvendando o caminho da vinícola em busca da melhor expressão deste tinto (atualmente, a safra 2019 é comercializada por aqui por R$ 364,25).

Hoje a propriedade de 700 hectares tem 140 hectares de vinhas, das quais 45 são cultivadas com a pinot noir. Vinte anos atrás, eram 26 hectares. Deste vinhedo inicial, restam apenas 4,5 hectares com a variedade. Os demais foram replantados quando se descobriu, por estudos de terroir, que não tinham o solo apropriado para a pinot noir. Ao mesmo tempo, a pinot noir foi plantada em outros terrenos dentro da propriedade.

Cada safra selecionada para a degustação revela uma mudança no vinhedo ou na vinificação. Há desde os novos clones, em direção a variedades voltadas para a elaboração de vinhos e não de espumantes, como os Dijon 777 e 115 e o Davis 16 (eles foram plantados na safra de 2006). Há a preocupação para encontrar a melhor parcela de pinot noir nos vinhedos (o especialista Pedro Parra foi contratado para localizar estas manchas também em 2006). A decisão por amadurecer os vinhos em barricas de 600 litros e não mais de 225 litros foi tomada em 2011, e os foudres chegaram em 2016. O ano de 2020 traz o início da certificação orgânica dos vinhedos, e a decisão de colher mais cedo, cerca de 15 dias, para obter maior frescor, entre outros avanços.

Na taça, entre os cinco vinhos provados, o 2016 é o que melhor revela esse trabalho de lapidar a pinot noir para revelar a sua melhor complexidade. Como 20 anos, acreditem, ainda é muito pouco na história do vinho, é de se perguntar o que ainda virá pela frente.

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