Vamos beber e falar sobre cerveja

No Festival Brasileiro da Cerveja, faltou ouro em estilos clássicos


Nenhuma pilsner, IPA ou witbier, se destacou na maior premiação cervejeira do Brasil. Pela primeira vez, o festival premiou os melhores brewpubs

Por Heloisa Lupinacci
Atualização:

E entre as mais de 3 mil amostras enviadas para serem avaliadas em 2020, não havia uma pilsner que valesse medalha de ouro. Nem uma american pale ale. Nem uma IPA! Nem uma witbier. Isso para ficar só em quatro estilos muito populares.

Pela primeira vez, o festival premiou os melhores brewpubs. Ganhou a Salvador Brewing, que fica em Caxias do Sul, RS Foto: Daniel Zimmermann
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Vamos dar um passo a mais: também não teve ouro nas categorias session IPA, stout (nem american, nem irish dry, nem export). Helles, amber lager ou vienna lager também não. Não teve bock nem dunkel. Nem brown ale. American lager e american light lager também não.

Esses são os estilos mais básicos, os mais populares. Nenhum ouro. 

Isso não quer dizer que não temos boas cervejas desses estilos sendo produzidas no País. A cerveja precisa ser muito boa para ganhar a medalha de prata ou de bronze num festival tão grande quanto este.

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Mas mesmo assim nenhuma das amostras dos estilos mais populares conquistou uma medalha de ouro. Numa analogia bem óbvia, é como ver um campeonato nacional em que nenhum jogador dá excelentes passes – mas muitos sabem comemorar com pirueta tripla um gol de bicicleta que o goleiro tentou defender plantando bananeira. 

As medalhas do festival servem para as cervejarias comemorarem, é um momento marcante para quem ganha. Mas o prêmio também serve para ajudar o consumidor a escolher o que beber. A ausência de ouros em categorias tão populares cai mal. 

Prêmios

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A cervejaria paranaense Cathedral ganhou pela terceira vez como a melhor do festival (2018, em 2019 como de médio porte e agora em 2020 – e levou a prata na categoria pilsner com a Easy Lager). Em segundo lugar ficou paulista Colorado e em terceiro a mineira Verace.

A Colorado Guanabara, imperial stout com rapadura queimada maturada em barril, ganhou como a melhor cerveja, seguida pela Muscat Brett Saison (saison com mosto de uva moscatel, envelhecida em barril e com adição de Brettanomyces, tipo de levedura) da gaúcha Alem Bier. Em terceiro ficou a Bamberg Habanero Rauchbier, defumada e com pimenta, da paulista Bamberg.

+ Confira todos os prêmios do festival aqui. 

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Ponha no mapa

Pela primeira vez, o festival premiou os melhores brewpubs. Ganhou a Salvador Brewing, que fica em Caxias do Sul, RS. Em segundo lugar, a Balbúrdia (Blumenau, SC) e em terceiro a Irmandade (Guarapuava, PR). Vale marcar os endereços nos mapas e encaixar uma parada na próxima vez em que for viajar por esses estados.

E entre as mais de 3 mil amostras enviadas para serem avaliadas em 2020, não havia uma pilsner que valesse medalha de ouro. Nem uma american pale ale. Nem uma IPA! Nem uma witbier. Isso para ficar só em quatro estilos muito populares.

Pela primeira vez, o festival premiou os melhores brewpubs. Ganhou a Salvador Brewing, que fica em Caxias do Sul, RS Foto: Daniel Zimmermann

Vamos dar um passo a mais: também não teve ouro nas categorias session IPA, stout (nem american, nem irish dry, nem export). Helles, amber lager ou vienna lager também não. Não teve bock nem dunkel. Nem brown ale. American lager e american light lager também não.

Esses são os estilos mais básicos, os mais populares. Nenhum ouro. 

Isso não quer dizer que não temos boas cervejas desses estilos sendo produzidas no País. A cerveja precisa ser muito boa para ganhar a medalha de prata ou de bronze num festival tão grande quanto este.

Mas mesmo assim nenhuma das amostras dos estilos mais populares conquistou uma medalha de ouro. Numa analogia bem óbvia, é como ver um campeonato nacional em que nenhum jogador dá excelentes passes – mas muitos sabem comemorar com pirueta tripla um gol de bicicleta que o goleiro tentou defender plantando bananeira. 

As medalhas do festival servem para as cervejarias comemorarem, é um momento marcante para quem ganha. Mas o prêmio também serve para ajudar o consumidor a escolher o que beber. A ausência de ouros em categorias tão populares cai mal. 

Prêmios

A cervejaria paranaense Cathedral ganhou pela terceira vez como a melhor do festival (2018, em 2019 como de médio porte e agora em 2020 – e levou a prata na categoria pilsner com a Easy Lager). Em segundo lugar ficou paulista Colorado e em terceiro a mineira Verace.

A Colorado Guanabara, imperial stout com rapadura queimada maturada em barril, ganhou como a melhor cerveja, seguida pela Muscat Brett Saison (saison com mosto de uva moscatel, envelhecida em barril e com adição de Brettanomyces, tipo de levedura) da gaúcha Alem Bier. Em terceiro ficou a Bamberg Habanero Rauchbier, defumada e com pimenta, da paulista Bamberg.

+ Confira todos os prêmios do festival aqui. 

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Pela primeira vez, o festival premiou os melhores brewpubs. Ganhou a Salvador Brewing, que fica em Caxias do Sul, RS. Em segundo lugar, a Balbúrdia (Blumenau, SC) e em terceiro a Irmandade (Guarapuava, PR). Vale marcar os endereços nos mapas e encaixar uma parada na próxima vez em que for viajar por esses estados.

E entre as mais de 3 mil amostras enviadas para serem avaliadas em 2020, não havia uma pilsner que valesse medalha de ouro. Nem uma american pale ale. Nem uma IPA! Nem uma witbier. Isso para ficar só em quatro estilos muito populares.

Pela primeira vez, o festival premiou os melhores brewpubs. Ganhou a Salvador Brewing, que fica em Caxias do Sul, RS Foto: Daniel Zimmermann

Vamos dar um passo a mais: também não teve ouro nas categorias session IPA, stout (nem american, nem irish dry, nem export). Helles, amber lager ou vienna lager também não. Não teve bock nem dunkel. Nem brown ale. American lager e american light lager também não.

Esses são os estilos mais básicos, os mais populares. Nenhum ouro. 

Isso não quer dizer que não temos boas cervejas desses estilos sendo produzidas no País. A cerveja precisa ser muito boa para ganhar a medalha de prata ou de bronze num festival tão grande quanto este.

Mas mesmo assim nenhuma das amostras dos estilos mais populares conquistou uma medalha de ouro. Numa analogia bem óbvia, é como ver um campeonato nacional em que nenhum jogador dá excelentes passes – mas muitos sabem comemorar com pirueta tripla um gol de bicicleta que o goleiro tentou defender plantando bananeira. 

As medalhas do festival servem para as cervejarias comemorarem, é um momento marcante para quem ganha. Mas o prêmio também serve para ajudar o consumidor a escolher o que beber. A ausência de ouros em categorias tão populares cai mal. 

Prêmios

A cervejaria paranaense Cathedral ganhou pela terceira vez como a melhor do festival (2018, em 2019 como de médio porte e agora em 2020 – e levou a prata na categoria pilsner com a Easy Lager). Em segundo lugar ficou paulista Colorado e em terceiro a mineira Verace.

A Colorado Guanabara, imperial stout com rapadura queimada maturada em barril, ganhou como a melhor cerveja, seguida pela Muscat Brett Saison (saison com mosto de uva moscatel, envelhecida em barril e com adição de Brettanomyces, tipo de levedura) da gaúcha Alem Bier. Em terceiro ficou a Bamberg Habanero Rauchbier, defumada e com pimenta, da paulista Bamberg.

+ Confira todos os prêmios do festival aqui. 

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Pela primeira vez, o festival premiou os melhores brewpubs. Ganhou a Salvador Brewing, que fica em Caxias do Sul, RS. Em segundo lugar, a Balbúrdia (Blumenau, SC) e em terceiro a Irmandade (Guarapuava, PR). Vale marcar os endereços nos mapas e encaixar uma parada na próxima vez em que for viajar por esses estados.

E entre as mais de 3 mil amostras enviadas para serem avaliadas em 2020, não havia uma pilsner que valesse medalha de ouro. Nem uma american pale ale. Nem uma IPA! Nem uma witbier. Isso para ficar só em quatro estilos muito populares.

Pela primeira vez, o festival premiou os melhores brewpubs. Ganhou a Salvador Brewing, que fica em Caxias do Sul, RS Foto: Daniel Zimmermann

Vamos dar um passo a mais: também não teve ouro nas categorias session IPA, stout (nem american, nem irish dry, nem export). Helles, amber lager ou vienna lager também não. Não teve bock nem dunkel. Nem brown ale. American lager e american light lager também não.

Esses são os estilos mais básicos, os mais populares. Nenhum ouro. 

Isso não quer dizer que não temos boas cervejas desses estilos sendo produzidas no País. A cerveja precisa ser muito boa para ganhar a medalha de prata ou de bronze num festival tão grande quanto este.

Mas mesmo assim nenhuma das amostras dos estilos mais populares conquistou uma medalha de ouro. Numa analogia bem óbvia, é como ver um campeonato nacional em que nenhum jogador dá excelentes passes – mas muitos sabem comemorar com pirueta tripla um gol de bicicleta que o goleiro tentou defender plantando bananeira. 

As medalhas do festival servem para as cervejarias comemorarem, é um momento marcante para quem ganha. Mas o prêmio também serve para ajudar o consumidor a escolher o que beber. A ausência de ouros em categorias tão populares cai mal. 

Prêmios

A cervejaria paranaense Cathedral ganhou pela terceira vez como a melhor do festival (2018, em 2019 como de médio porte e agora em 2020 – e levou a prata na categoria pilsner com a Easy Lager). Em segundo lugar ficou paulista Colorado e em terceiro a mineira Verace.

A Colorado Guanabara, imperial stout com rapadura queimada maturada em barril, ganhou como a melhor cerveja, seguida pela Muscat Brett Saison (saison com mosto de uva moscatel, envelhecida em barril e com adição de Brettanomyces, tipo de levedura) da gaúcha Alem Bier. Em terceiro ficou a Bamberg Habanero Rauchbier, defumada e com pimenta, da paulista Bamberg.

+ Confira todos os prêmios do festival aqui. 

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Pela primeira vez, o festival premiou os melhores brewpubs. Ganhou a Salvador Brewing, que fica em Caxias do Sul, RS. Em segundo lugar, a Balbúrdia (Blumenau, SC) e em terceiro a Irmandade (Guarapuava, PR). Vale marcar os endereços nos mapas e encaixar uma parada na próxima vez em que for viajar por esses estados.

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