Do útero à velhice: como o início da vida interfere na sua saúde ao longo dos anos | Dois Pontos


Desde a concepção, somos impactados por fatores capazes de ditar a nossa saúde, para o bem e para o mal

Por Redação

O que acontece na infância definitivamente não fica na infância. Há um tempo, a ciência trabalha com o conceito dos mil dias, que envolve o período da gestação (270 dias) e os dois primeiros anos de vida de uma criança (730). Segundo estudos, essa fase é considerada crítica porque determina boa parte da saúde até idades mais avançadas.

É nesse momento, por exemplo, que o corpo e o cérebro estão em pleno desenvolvimento e, dependendo dos estímulos oferecidos, eles podem (ou não) atingir seu máximo potencial. O episódio desta semana do Dois Pontos aborda quais fatores são os mais decisivos para garantir essa evolução adequada, e como ela repercute na velhice. Também aponta quais aspectos, por outro lado, podem favorecer problemas nessa jornada.

continua após a publicidade

Para conversar sobre o tema, contamos com a participação da pediatra Ana Escobar, autora de livros como ‘Meu Filho tá Online Demais: Equilibrando o uso das telas no dia a dia familiar’ (Editora Manole), e a geriatra Cybelle Diniz, membro da comissão de título de especialista de geriatria da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

O episódio é apresentado pela colunista do Estadão, Roseann Kennedy, com a participação da editora de saúde do Estadão, Thaís Manarini.

O que acontece na infância definitivamente não fica na infância. Há um tempo, a ciência trabalha com o conceito dos mil dias, que envolve o período da gestação (270 dias) e os dois primeiros anos de vida de uma criança (730). Segundo estudos, essa fase é considerada crítica porque determina boa parte da saúde até idades mais avançadas.

É nesse momento, por exemplo, que o corpo e o cérebro estão em pleno desenvolvimento e, dependendo dos estímulos oferecidos, eles podem (ou não) atingir seu máximo potencial. O episódio desta semana do Dois Pontos aborda quais fatores são os mais decisivos para garantir essa evolução adequada, e como ela repercute na velhice. Também aponta quais aspectos, por outro lado, podem favorecer problemas nessa jornada.

Para conversar sobre o tema, contamos com a participação da pediatra Ana Escobar, autora de livros como ‘Meu Filho tá Online Demais: Equilibrando o uso das telas no dia a dia familiar’ (Editora Manole), e a geriatra Cybelle Diniz, membro da comissão de título de especialista de geriatria da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

O episódio é apresentado pela colunista do Estadão, Roseann Kennedy, com a participação da editora de saúde do Estadão, Thaís Manarini.

O que acontece na infância definitivamente não fica na infância. Há um tempo, a ciência trabalha com o conceito dos mil dias, que envolve o período da gestação (270 dias) e os dois primeiros anos de vida de uma criança (730). Segundo estudos, essa fase é considerada crítica porque determina boa parte da saúde até idades mais avançadas.

É nesse momento, por exemplo, que o corpo e o cérebro estão em pleno desenvolvimento e, dependendo dos estímulos oferecidos, eles podem (ou não) atingir seu máximo potencial. O episódio desta semana do Dois Pontos aborda quais fatores são os mais decisivos para garantir essa evolução adequada, e como ela repercute na velhice. Também aponta quais aspectos, por outro lado, podem favorecer problemas nessa jornada.

Para conversar sobre o tema, contamos com a participação da pediatra Ana Escobar, autora de livros como ‘Meu Filho tá Online Demais: Equilibrando o uso das telas no dia a dia familiar’ (Editora Manole), e a geriatra Cybelle Diniz, membro da comissão de título de especialista de geriatria da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

O episódio é apresentado pela colunista do Estadão, Roseann Kennedy, com a participação da editora de saúde do Estadão, Thaís Manarini.

Atualizamos nossa política de cookies

Ao utilizar nossos serviços, você aceita a política de monitoramento de cookies.