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A decisão de Gilmar que mantém tramitação da reforma da Previdência na Câmara


Ministro rejeitou pedido liminar do deputado Aliel Machado Bark (PSB-PR) para suspender a votação do parecer da Proposta de Emenda Constitucional na Comissão de Constituição e Justiça

Por Redação

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou pedido liminar para suspender a votação do parecer da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. O Mandado de Segurança foi movido pelo deputado federal Aliel Machado Bark (PSB-PR). A sessão estava prevista para esta terça, 23. Para o ministro, uma intervenção no debate nesse momento seria "prematuro" e uma ingerência indevida do Poder Judiciário no Congresso Nacional.

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DECISÃO

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou pedido liminar para suspender a votação do parecer da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. O Mandado de Segurança foi movido pelo deputado federal Aliel Machado Bark (PSB-PR). A sessão estava prevista para esta terça, 23. Para o ministro, uma intervenção no debate nesse momento seria "prematuro" e uma ingerência indevida do Poder Judiciário no Congresso Nacional.

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou pedido liminar para suspender a votação do parecer da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. O Mandado de Segurança foi movido pelo deputado federal Aliel Machado Bark (PSB-PR). A sessão estava prevista para esta terça, 23. Para o ministro, uma intervenção no debate nesse momento seria "prematuro" e uma ingerência indevida do Poder Judiciário no Congresso Nacional.

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou pedido liminar para suspender a votação do parecer da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. O Mandado de Segurança foi movido pelo deputado federal Aliel Machado Bark (PSB-PR). A sessão estava prevista para esta terça, 23. Para o ministro, uma intervenção no debate nesse momento seria "prematuro" e uma ingerência indevida do Poder Judiciário no Congresso Nacional.

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