Notícias e artigos do mundo do Direito: a rotina da Polícia, Ministério Público e Tribunais

Tribunal autoriza Detran/Rio suspender habilitação da mulher de Eduardo Cunha


Com 20 pontos na carteira em apenas um ano, Claudia Cruz impetrou mandado de segurança na Corte sob alegação que não teve garantido 'o direito de defesa', mas desembargador concluiu que 'não ficou demonstrada a ilegalidade do ato administrativo que determinou a suspensão do direito de dirigir da recorrente'

Por Fausto Macedo e Julia Affonso
Eduardo Cunha e Cláudia Cruz. Foto: Dida Sampaio/Estadão

A jornalista Claudia Cruz, mulher do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), pode ter suspenso o direito de dirigir pelo Detran do Rio. O desembargador Maldonado de Carvalho, da 1.ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, manteve decisão da 5.ª Vara de Fazenda Pública, que havia negado pedido de liminar de Claudia, que atingiu 20 pontos na carteira de habilitação no período de um ano.

continua após a publicidade

OUTRAS DO BLOG: + No Zap, Pezão recorreu a Picciani para reconduzir juiz ao TRE do Rio

Alguns delegados da PF tiveram desvios político-partidários', diz Segovia

Empresa de Picciani fez até 'terceirização' de lavagem de dinheiro, diz Procuradoria

continua após a publicidade

Tribunal solta Puccinelli

As informações foram divulgadas pela Assessoria de Imprensa do TJ/Rio.

A mulher de Eduardo Cunha impetrara mandado de segurança, sob alegação que não teve garantido pelo Detran o direito de defesa.

continua após a publicidade

Depois de perder em primeira instância, Claudia recorreu à segunda instância.

Em sua decisão, porém, o desembargador Maldonado de Carvalho, relator do processo, afirmou que 'não ficou demonstrada a ilegalidade do ato administrativo que determinou a suspensão do direito de dirigir da recorrente, uma vez que não há nos autos qualquer documento, ou prova pré-constituída, capaz de afastá-lo do plano'.

COM A PALAVRA, A DEFESA DE CLAUDIA

continua após a publicidade

A reportagem está tentando contato com a defesa de Claudia Cruz. O espaço está aberto para manifestação.

Eduardo Cunha e Cláudia Cruz. Foto: Dida Sampaio/Estadão

A jornalista Claudia Cruz, mulher do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), pode ter suspenso o direito de dirigir pelo Detran do Rio. O desembargador Maldonado de Carvalho, da 1.ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, manteve decisão da 5.ª Vara de Fazenda Pública, que havia negado pedido de liminar de Claudia, que atingiu 20 pontos na carteira de habilitação no período de um ano.

OUTRAS DO BLOG: + No Zap, Pezão recorreu a Picciani para reconduzir juiz ao TRE do Rio

Alguns delegados da PF tiveram desvios político-partidários', diz Segovia

Empresa de Picciani fez até 'terceirização' de lavagem de dinheiro, diz Procuradoria

Tribunal solta Puccinelli

As informações foram divulgadas pela Assessoria de Imprensa do TJ/Rio.

A mulher de Eduardo Cunha impetrara mandado de segurança, sob alegação que não teve garantido pelo Detran o direito de defesa.

Depois de perder em primeira instância, Claudia recorreu à segunda instância.

Em sua decisão, porém, o desembargador Maldonado de Carvalho, relator do processo, afirmou que 'não ficou demonstrada a ilegalidade do ato administrativo que determinou a suspensão do direito de dirigir da recorrente, uma vez que não há nos autos qualquer documento, ou prova pré-constituída, capaz de afastá-lo do plano'.

COM A PALAVRA, A DEFESA DE CLAUDIA

A reportagem está tentando contato com a defesa de Claudia Cruz. O espaço está aberto para manifestação.

Eduardo Cunha e Cláudia Cruz. Foto: Dida Sampaio/Estadão

A jornalista Claudia Cruz, mulher do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), pode ter suspenso o direito de dirigir pelo Detran do Rio. O desembargador Maldonado de Carvalho, da 1.ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, manteve decisão da 5.ª Vara de Fazenda Pública, que havia negado pedido de liminar de Claudia, que atingiu 20 pontos na carteira de habilitação no período de um ano.

OUTRAS DO BLOG: + No Zap, Pezão recorreu a Picciani para reconduzir juiz ao TRE do Rio

Alguns delegados da PF tiveram desvios político-partidários', diz Segovia

Empresa de Picciani fez até 'terceirização' de lavagem de dinheiro, diz Procuradoria

Tribunal solta Puccinelli

As informações foram divulgadas pela Assessoria de Imprensa do TJ/Rio.

A mulher de Eduardo Cunha impetrara mandado de segurança, sob alegação que não teve garantido pelo Detran o direito de defesa.

Depois de perder em primeira instância, Claudia recorreu à segunda instância.

Em sua decisão, porém, o desembargador Maldonado de Carvalho, relator do processo, afirmou que 'não ficou demonstrada a ilegalidade do ato administrativo que determinou a suspensão do direito de dirigir da recorrente, uma vez que não há nos autos qualquer documento, ou prova pré-constituída, capaz de afastá-lo do plano'.

COM A PALAVRA, A DEFESA DE CLAUDIA

A reportagem está tentando contato com a defesa de Claudia Cruz. O espaço está aberto para manifestação.

Eduardo Cunha e Cláudia Cruz. Foto: Dida Sampaio/Estadão

A jornalista Claudia Cruz, mulher do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), pode ter suspenso o direito de dirigir pelo Detran do Rio. O desembargador Maldonado de Carvalho, da 1.ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, manteve decisão da 5.ª Vara de Fazenda Pública, que havia negado pedido de liminar de Claudia, que atingiu 20 pontos na carteira de habilitação no período de um ano.

OUTRAS DO BLOG: + No Zap, Pezão recorreu a Picciani para reconduzir juiz ao TRE do Rio

Alguns delegados da PF tiveram desvios político-partidários', diz Segovia

Empresa de Picciani fez até 'terceirização' de lavagem de dinheiro, diz Procuradoria

Tribunal solta Puccinelli

As informações foram divulgadas pela Assessoria de Imprensa do TJ/Rio.

A mulher de Eduardo Cunha impetrara mandado de segurança, sob alegação que não teve garantido pelo Detran o direito de defesa.

Depois de perder em primeira instância, Claudia recorreu à segunda instância.

Em sua decisão, porém, o desembargador Maldonado de Carvalho, relator do processo, afirmou que 'não ficou demonstrada a ilegalidade do ato administrativo que determinou a suspensão do direito de dirigir da recorrente, uma vez que não há nos autos qualquer documento, ou prova pré-constituída, capaz de afastá-lo do plano'.

COM A PALAVRA, A DEFESA DE CLAUDIA

A reportagem está tentando contato com a defesa de Claudia Cruz. O espaço está aberto para manifestação.

Atualizamos nossa política de cookies

Ao utilizar nossos serviços, você aceita a política de monitoramento de cookies.