Coluna do Estadão

| Por Roseann Kennedy

Roseann Kennedy traz os bastidores da política e da economia. Com Eduardo Barretto e Leticia Fernandes

PT convoca ‘tropa de choque’ da esquerda para blindar Lula após crescer articulação por Tarcísio


Edinho Silva fez reunião com dirigentes de PDT, PSB, Rede, PV, PCdoB, PSOL e Cidadania para desenhar estratégia eleitoral de 2026

Por Iander Porcella
Atualização:

Após crescer a articulação do Centrão pela candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ao Palácio do Planalto em 2026, o PT convocou a “tropa de choque” dos partidos de esquerda para unir esse campo político, discutir estratégias eleitorais e blindar a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O presidente do PT, Edinho Silva, reuniu-se nesta quarta-feira, 27, com os dirigentes das seguintes siglas: PDT, PSB, Rede, PV, PCdoB, PSOL e até mesmo do Cidadania, que forma uma federação com o PSDB e havia se afastado do governo Lula.

O principal assunto do encontro foi a unidade do campo da centro-esquerda pela reeleição de Lula em 2026, no momento em que o União Brasil e o PP, dois dos principais partidos do Centrão, discutem o desembarque do governo.

continua após a publicidade

De acordo com Edinho, ao mesmo tempo em que reúne a esquerda, o PT continuará buscando diálogo com as lideranças de centro-direita para que apoiem Lula em 2026. “A decisão dos partidos de estarem no governo foi deles. Se alguma coisa mudou, a contradição está na decisão que os partidos vão tomar. Não está no governo”, declarou o petista.

Ficou acertado na reunião que a esquerda fará atos pelo País no 7 de Setembro, com o mote “povo independente é povo soberano”. A ideia é seguir criticando o tarifaço dos EUA contra o Brasil, que desgastou o bolsonarismo e aumentou a popularidade de Lula.

Os partidos de esquerda também impulsionarão a defesa da reforma do imposto de renda, como forma de exaltar uma agenda positiva do Executivo, e baterão na tecla de que o escândalo do INSS, alvo de uma CPMI que saiu do controle do Planalto, foi gestada durante várias governos.

continua após a publicidade

Durante reunião ministerial nesta terça-feira, 26, Lula afirmou que Tarcísio será seu adversário nas eleições de 2026. Como mostrou a Coluna, o Centrão perdeu o “medo” de Jair Bolsonaro(PL) e articula emparedar a família do ex-presidente para dar as cartas no processo eleitoral. No jantar realizado na casa do presidente do União, Antonio de Rueda, na semana passada, após a convenção que formalizou a federação entre PP e União, a “estrela” foi Tarcísio.

Edinho Silva, presidente do PT, com presidentes de outros partidos de esquerda Foto: Iander Porcella/Estadão

Após crescer a articulação do Centrão pela candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ao Palácio do Planalto em 2026, o PT convocou a “tropa de choque” dos partidos de esquerda para unir esse campo político, discutir estratégias eleitorais e blindar a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O presidente do PT, Edinho Silva, reuniu-se nesta quarta-feira, 27, com os dirigentes das seguintes siglas: PDT, PSB, Rede, PV, PCdoB, PSOL e até mesmo do Cidadania, que forma uma federação com o PSDB e havia se afastado do governo Lula.

O principal assunto do encontro foi a unidade do campo da centro-esquerda pela reeleição de Lula em 2026, no momento em que o União Brasil e o PP, dois dos principais partidos do Centrão, discutem o desembarque do governo.

De acordo com Edinho, ao mesmo tempo em que reúne a esquerda, o PT continuará buscando diálogo com as lideranças de centro-direita para que apoiem Lula em 2026. “A decisão dos partidos de estarem no governo foi deles. Se alguma coisa mudou, a contradição está na decisão que os partidos vão tomar. Não está no governo”, declarou o petista.

Ficou acertado na reunião que a esquerda fará atos pelo País no 7 de Setembro, com o mote “povo independente é povo soberano”. A ideia é seguir criticando o tarifaço dos EUA contra o Brasil, que desgastou o bolsonarismo e aumentou a popularidade de Lula.

Os partidos de esquerda também impulsionarão a defesa da reforma do imposto de renda, como forma de exaltar uma agenda positiva do Executivo, e baterão na tecla de que o escândalo do INSS, alvo de uma CPMI que saiu do controle do Planalto, foi gestada durante várias governos.

Durante reunião ministerial nesta terça-feira, 26, Lula afirmou que Tarcísio será seu adversário nas eleições de 2026. Como mostrou a Coluna, o Centrão perdeu o “medo” de Jair Bolsonaro(PL) e articula emparedar a família do ex-presidente para dar as cartas no processo eleitoral. No jantar realizado na casa do presidente do União, Antonio de Rueda, na semana passada, após a convenção que formalizou a federação entre PP e União, a “estrela” foi Tarcísio.

Edinho Silva, presidente do PT, com presidentes de outros partidos de esquerda Foto: Iander Porcella/Estadão

Após crescer a articulação do Centrão pela candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ao Palácio do Planalto em 2026, o PT convocou a “tropa de choque” dos partidos de esquerda para unir esse campo político, discutir estratégias eleitorais e blindar a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O presidente do PT, Edinho Silva, reuniu-se nesta quarta-feira, 27, com os dirigentes das seguintes siglas: PDT, PSB, Rede, PV, PCdoB, PSOL e até mesmo do Cidadania, que forma uma federação com o PSDB e havia se afastado do governo Lula.

O principal assunto do encontro foi a unidade do campo da centro-esquerda pela reeleição de Lula em 2026, no momento em que o União Brasil e o PP, dois dos principais partidos do Centrão, discutem o desembarque do governo.

De acordo com Edinho, ao mesmo tempo em que reúne a esquerda, o PT continuará buscando diálogo com as lideranças de centro-direita para que apoiem Lula em 2026. “A decisão dos partidos de estarem no governo foi deles. Se alguma coisa mudou, a contradição está na decisão que os partidos vão tomar. Não está no governo”, declarou o petista.

Ficou acertado na reunião que a esquerda fará atos pelo País no 7 de Setembro, com o mote “povo independente é povo soberano”. A ideia é seguir criticando o tarifaço dos EUA contra o Brasil, que desgastou o bolsonarismo e aumentou a popularidade de Lula.

Os partidos de esquerda também impulsionarão a defesa da reforma do imposto de renda, como forma de exaltar uma agenda positiva do Executivo, e baterão na tecla de que o escândalo do INSS, alvo de uma CPMI que saiu do controle do Planalto, foi gestada durante várias governos.

Durante reunião ministerial nesta terça-feira, 26, Lula afirmou que Tarcísio será seu adversário nas eleições de 2026. Como mostrou a Coluna, o Centrão perdeu o “medo” de Jair Bolsonaro(PL) e articula emparedar a família do ex-presidente para dar as cartas no processo eleitoral. No jantar realizado na casa do presidente do União, Antonio de Rueda, na semana passada, após a convenção que formalizou a federação entre PP e União, a “estrela” foi Tarcísio.

Edinho Silva, presidente do PT, com presidentes de outros partidos de esquerda Foto: Iander Porcella/Estadão

Atualizamos nossa política de cookies

Ao utilizar nossos serviços, você aceita a política de monitoramento de cookies.