Coluna do Estadão

| Por Roseann Kennedy

Roseann Kennedy traz os bastidores da política e da economia. Com Eduardo Barretto e Leticia Fernandes

PT fora da LDO reacende apetite do Centrão por calendário de pagamento de emendas


Objetivo ganhou força nas últimas semanas diante da insatisfação de parlamentares com o ritmo de liberação dos recursos pelo Palácii do Planalto

Por Iander Porcella
Atualização:

O Centrão obteve uma vitória e tanto ao conseguir tirar do PT o comando da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. Com a troca na relatoria, o caminho ficou livre para que o grupo político que domina o Congresso tente emplacar um antigo desejo: aprovar um calendário fixo para pagamento de emendas. Esse objetivo ganhou força nas últimas semanas diante da insatisfação de parlamentares com o ritmo de liberação dos recursos.

O Palácio do Planalto ouve a mesma reclamação todos os anos, mas ainda não encontrou um jeito de resolver o impasse. O árbitro dessa disputa será o novo relator, deputado Gervásio Maia (PSB-PB). Apesar de ser de um partido da base do governo, ele é um dos aliados mais próximos do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Defensor do cronograma para o pagamento das emendas, o deputado Danilo Forte (União-CE) critica a demora do governo para liberar a verba. O calendário chegou a ser incluído na LDO de 2024, que ele relatou, mas acabou retirado.

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“Colocamos o cronograma de execução do Orçamento justamente para evitar o uso político dessas verbas, preservando a autonomia do Congresso e garantindo a chegada desses recursos na ponta, nos municípios, de forma transparente e ordenada. É tudo o que não está acontecendo hoje”, afirmou Forte à Coluna do Estadão.

Gervásio Maia (PSB-PB), deputado federal Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

O Centrão obteve uma vitória e tanto ao conseguir tirar do PT o comando da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. Com a troca na relatoria, o caminho ficou livre para que o grupo político que domina o Congresso tente emplacar um antigo desejo: aprovar um calendário fixo para pagamento de emendas. Esse objetivo ganhou força nas últimas semanas diante da insatisfação de parlamentares com o ritmo de liberação dos recursos.

O Palácio do Planalto ouve a mesma reclamação todos os anos, mas ainda não encontrou um jeito de resolver o impasse. O árbitro dessa disputa será o novo relator, deputado Gervásio Maia (PSB-PB). Apesar de ser de um partido da base do governo, ele é um dos aliados mais próximos do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Defensor do cronograma para o pagamento das emendas, o deputado Danilo Forte (União-CE) critica a demora do governo para liberar a verba. O calendário chegou a ser incluído na LDO de 2024, que ele relatou, mas acabou retirado.

“Colocamos o cronograma de execução do Orçamento justamente para evitar o uso político dessas verbas, preservando a autonomia do Congresso e garantindo a chegada desses recursos na ponta, nos municípios, de forma transparente e ordenada. É tudo o que não está acontecendo hoje”, afirmou Forte à Coluna do Estadão.

Gervásio Maia (PSB-PB), deputado federal Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

O Centrão obteve uma vitória e tanto ao conseguir tirar do PT o comando da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. Com a troca na relatoria, o caminho ficou livre para que o grupo político que domina o Congresso tente emplacar um antigo desejo: aprovar um calendário fixo para pagamento de emendas. Esse objetivo ganhou força nas últimas semanas diante da insatisfação de parlamentares com o ritmo de liberação dos recursos.

O Palácio do Planalto ouve a mesma reclamação todos os anos, mas ainda não encontrou um jeito de resolver o impasse. O árbitro dessa disputa será o novo relator, deputado Gervásio Maia (PSB-PB). Apesar de ser de um partido da base do governo, ele é um dos aliados mais próximos do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Defensor do cronograma para o pagamento das emendas, o deputado Danilo Forte (União-CE) critica a demora do governo para liberar a verba. O calendário chegou a ser incluído na LDO de 2024, que ele relatou, mas acabou retirado.

“Colocamos o cronograma de execução do Orçamento justamente para evitar o uso político dessas verbas, preservando a autonomia do Congresso e garantindo a chegada desses recursos na ponta, nos municípios, de forma transparente e ordenada. É tudo o que não está acontecendo hoje”, afirmou Forte à Coluna do Estadão.

Gervásio Maia (PSB-PB), deputado federal Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

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