Contrato do Cenpes recebeu 50 aditivos


Força-tarefa da Lava Jato diz que acordos adicionais para ampliação do centro de pesquisa da Petrobrás no Rio foram repartidos entre empresas que formavam o consórcio

Por Antonio Pita Vinicius Neder e RIO

Criado na década de 1970, o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), localizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é responsável pela criação de tecnologias para a Petrobrás, além de projetar e fiscalizar obras realizadas na estatal. A ampliação, iniciada em 2007, visava preparar o centro para as demandas da exploração do pré-sal. As obras, alvo da 31.ª fase da Operação Lava Jato, foram orçadas em cerca de R$ 840 milhões, mas custaram mais de R$ 2,5 bilhões após mais de 50 aditivos contratuais pedidos pelas empreiteiras.

Lula e José Sergio Gabrielli, que presidia a Petrobrás, inauguram ampliação do Cenpes em 2010 Foto: Fábio Motta|Estadão

De acordo com as investigações, diferentes contratos da ampliação do Cenpes foram repartidos entre as empresas investigadas por formação de cartel, como OAS, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e UTC. O projeto era tocado pela Diretoria de Serviços da companhia, comandada pelo ex-diretor Renato Duque. A Polícia Federal investiga também contratos de R$ 5 milhões com empresas da filha do ex-diretor de abastecimento Paulo Roberto Costa para fornecimento de móveis.

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Na inauguração da ampliação, em 2010, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva exaltou o Cenpes como o “maior centro de pesquisas do hemisfério Sul”. O ex-presidente também destacou a Petrobrás como a “segunda maior empresa de petróleo do mundo” em função de seu valor de mercado à época, estimado por Lula em US$ 220 bilhões. Na sexta-feira passada, a companhia registrou valor de mercado de US$ 44 bilhões.

O projeto de ampliação do Cenpes também atraiu a instalação de centros de pesquisa de outras petroleiras e fornecedores da cadeia de petróleo e gás no Parque Tecnológico da UFRJ. Inaugurado em 2003, o parque tecnológico reúne hoje centros de pesquisa de 13 grandes empresas, oito pequenas e médias, além de sete laboratórios da própria UFRJ.

A presença das empresas é reflexo da exigência da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para a destinação de 1% da receita bruta dos campos concedidos para investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Desde 2003, o volume total investido em pesquisa e desenvolvimento cresceu cerca de R$ 11 bilhões – sendo a maior parte da própria Petrobrás, responsável por 94% dos investimentos.

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Sindicância. Em nota, a Petrobrás disse que realiza investigação interna para “averiguar possíveis irregularidades sobre os contratos das obras de ampliação do Cenpes”, e que os relatórios finais serão enviados às autoridades. A estatal também afirma que já concluiu apurações e adotou “medidas disciplinares” contra o conteúdo das acusações. “A empresa está colaborando sistematicamente com as investigações e adotando as medidas necessárias para a reparação dos prejuízos que sofreu em decorrência da atuação criminosa desse cartel.”

Criado na década de 1970, o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), localizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é responsável pela criação de tecnologias para a Petrobrás, além de projetar e fiscalizar obras realizadas na estatal. A ampliação, iniciada em 2007, visava preparar o centro para as demandas da exploração do pré-sal. As obras, alvo da 31.ª fase da Operação Lava Jato, foram orçadas em cerca de R$ 840 milhões, mas custaram mais de R$ 2,5 bilhões após mais de 50 aditivos contratuais pedidos pelas empreiteiras.

Lula e José Sergio Gabrielli, que presidia a Petrobrás, inauguram ampliação do Cenpes em 2010 Foto: Fábio Motta|Estadão

De acordo com as investigações, diferentes contratos da ampliação do Cenpes foram repartidos entre as empresas investigadas por formação de cartel, como OAS, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e UTC. O projeto era tocado pela Diretoria de Serviços da companhia, comandada pelo ex-diretor Renato Duque. A Polícia Federal investiga também contratos de R$ 5 milhões com empresas da filha do ex-diretor de abastecimento Paulo Roberto Costa para fornecimento de móveis.

Na inauguração da ampliação, em 2010, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva exaltou o Cenpes como o “maior centro de pesquisas do hemisfério Sul”. O ex-presidente também destacou a Petrobrás como a “segunda maior empresa de petróleo do mundo” em função de seu valor de mercado à época, estimado por Lula em US$ 220 bilhões. Na sexta-feira passada, a companhia registrou valor de mercado de US$ 44 bilhões.

O projeto de ampliação do Cenpes também atraiu a instalação de centros de pesquisa de outras petroleiras e fornecedores da cadeia de petróleo e gás no Parque Tecnológico da UFRJ. Inaugurado em 2003, o parque tecnológico reúne hoje centros de pesquisa de 13 grandes empresas, oito pequenas e médias, além de sete laboratórios da própria UFRJ.

A presença das empresas é reflexo da exigência da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para a destinação de 1% da receita bruta dos campos concedidos para investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Desde 2003, o volume total investido em pesquisa e desenvolvimento cresceu cerca de R$ 11 bilhões – sendo a maior parte da própria Petrobrás, responsável por 94% dos investimentos.

Sindicância. Em nota, a Petrobrás disse que realiza investigação interna para “averiguar possíveis irregularidades sobre os contratos das obras de ampliação do Cenpes”, e que os relatórios finais serão enviados às autoridades. A estatal também afirma que já concluiu apurações e adotou “medidas disciplinares” contra o conteúdo das acusações. “A empresa está colaborando sistematicamente com as investigações e adotando as medidas necessárias para a reparação dos prejuízos que sofreu em decorrência da atuação criminosa desse cartel.”

Criado na década de 1970, o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), localizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é responsável pela criação de tecnologias para a Petrobrás, além de projetar e fiscalizar obras realizadas na estatal. A ampliação, iniciada em 2007, visava preparar o centro para as demandas da exploração do pré-sal. As obras, alvo da 31.ª fase da Operação Lava Jato, foram orçadas em cerca de R$ 840 milhões, mas custaram mais de R$ 2,5 bilhões após mais de 50 aditivos contratuais pedidos pelas empreiteiras.

Lula e José Sergio Gabrielli, que presidia a Petrobrás, inauguram ampliação do Cenpes em 2010 Foto: Fábio Motta|Estadão

De acordo com as investigações, diferentes contratos da ampliação do Cenpes foram repartidos entre as empresas investigadas por formação de cartel, como OAS, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e UTC. O projeto era tocado pela Diretoria de Serviços da companhia, comandada pelo ex-diretor Renato Duque. A Polícia Federal investiga também contratos de R$ 5 milhões com empresas da filha do ex-diretor de abastecimento Paulo Roberto Costa para fornecimento de móveis.

Na inauguração da ampliação, em 2010, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva exaltou o Cenpes como o “maior centro de pesquisas do hemisfério Sul”. O ex-presidente também destacou a Petrobrás como a “segunda maior empresa de petróleo do mundo” em função de seu valor de mercado à época, estimado por Lula em US$ 220 bilhões. Na sexta-feira passada, a companhia registrou valor de mercado de US$ 44 bilhões.

O projeto de ampliação do Cenpes também atraiu a instalação de centros de pesquisa de outras petroleiras e fornecedores da cadeia de petróleo e gás no Parque Tecnológico da UFRJ. Inaugurado em 2003, o parque tecnológico reúne hoje centros de pesquisa de 13 grandes empresas, oito pequenas e médias, além de sete laboratórios da própria UFRJ.

A presença das empresas é reflexo da exigência da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para a destinação de 1% da receita bruta dos campos concedidos para investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Desde 2003, o volume total investido em pesquisa e desenvolvimento cresceu cerca de R$ 11 bilhões – sendo a maior parte da própria Petrobrás, responsável por 94% dos investimentos.

Sindicância. Em nota, a Petrobrás disse que realiza investigação interna para “averiguar possíveis irregularidades sobre os contratos das obras de ampliação do Cenpes”, e que os relatórios finais serão enviados às autoridades. A estatal também afirma que já concluiu apurações e adotou “medidas disciplinares” contra o conteúdo das acusações. “A empresa está colaborando sistematicamente com as investigações e adotando as medidas necessárias para a reparação dos prejuízos que sofreu em decorrência da atuação criminosa desse cartel.”

Criado na década de 1970, o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), localizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é responsável pela criação de tecnologias para a Petrobrás, além de projetar e fiscalizar obras realizadas na estatal. A ampliação, iniciada em 2007, visava preparar o centro para as demandas da exploração do pré-sal. As obras, alvo da 31.ª fase da Operação Lava Jato, foram orçadas em cerca de R$ 840 milhões, mas custaram mais de R$ 2,5 bilhões após mais de 50 aditivos contratuais pedidos pelas empreiteiras.

Lula e José Sergio Gabrielli, que presidia a Petrobrás, inauguram ampliação do Cenpes em 2010 Foto: Fábio Motta|Estadão

De acordo com as investigações, diferentes contratos da ampliação do Cenpes foram repartidos entre as empresas investigadas por formação de cartel, como OAS, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e UTC. O projeto era tocado pela Diretoria de Serviços da companhia, comandada pelo ex-diretor Renato Duque. A Polícia Federal investiga também contratos de R$ 5 milhões com empresas da filha do ex-diretor de abastecimento Paulo Roberto Costa para fornecimento de móveis.

Na inauguração da ampliação, em 2010, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva exaltou o Cenpes como o “maior centro de pesquisas do hemisfério Sul”. O ex-presidente também destacou a Petrobrás como a “segunda maior empresa de petróleo do mundo” em função de seu valor de mercado à época, estimado por Lula em US$ 220 bilhões. Na sexta-feira passada, a companhia registrou valor de mercado de US$ 44 bilhões.

O projeto de ampliação do Cenpes também atraiu a instalação de centros de pesquisa de outras petroleiras e fornecedores da cadeia de petróleo e gás no Parque Tecnológico da UFRJ. Inaugurado em 2003, o parque tecnológico reúne hoje centros de pesquisa de 13 grandes empresas, oito pequenas e médias, além de sete laboratórios da própria UFRJ.

A presença das empresas é reflexo da exigência da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para a destinação de 1% da receita bruta dos campos concedidos para investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Desde 2003, o volume total investido em pesquisa e desenvolvimento cresceu cerca de R$ 11 bilhões – sendo a maior parte da própria Petrobrás, responsável por 94% dos investimentos.

Sindicância. Em nota, a Petrobrás disse que realiza investigação interna para “averiguar possíveis irregularidades sobre os contratos das obras de ampliação do Cenpes”, e que os relatórios finais serão enviados às autoridades. A estatal também afirma que já concluiu apurações e adotou “medidas disciplinares” contra o conteúdo das acusações. “A empresa está colaborando sistematicamente com as investigações e adotando as medidas necessárias para a reparação dos prejuízos que sofreu em decorrência da atuação criminosa desse cartel.”

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