Escolha de presidente da CPI no DF volta a ser adiada


Apesar de ter o controle político da casa, membros da base aliada de Arruda temem desgaste político

Por Carol Pires e da Agência Estado

A eleição do novo presidente da CPI da Corrupção da Câmara Legislativa do Distrito Federal (DF) foi adiada pela terceira vez pelo vice-presidente da comissão, deputado Batista das Cooperativas (PRP). A nova data para a eleição é o próximo dia 9 (terça-feira). A CPI foi criada para investigar denúncia de existência de um esquema de corrupção no governo do Distrito Federal e na própria Câmara conhecido como Mensalão do DEM.

 

Veja Também

continua após a publicidade
reference

 

Segundo informações levantadas pela Polícia Federal na Operação Caixa de Pandora, o governador do DF, José Roberto Arruda (sem partido) seria chefe de um esquema de arrecadação de dinheiro de empresas contratadas pelo governo e de distribuição de propinas a secretários e deputados distritais da base aliada.

continua após a publicidade

 

Criada no dia 11 de janeiro, a CPI só fez até agora três reuniões - a primeira, para dar início aos trabalhos, a segunda, quando seu então presidente, deputado Alírio Neto (PPS), anunciou o fim da comissão, e a última, na quinta-feira da semana passada, quando foi anunciada a saída de Alírio Neto do colegiado.

 

continua após a publicidade

Foi a partir daí que a CPI da Corrupção emperrou de vez. Sem Alírio Neto, o PMDB, dono da vaga, indicou Geraldo Naves, do DEM, para ocupá-la. Logo depois, a deputada Eliana Pedrosa (DEM), desistiu de participar da comissão. Ela alegou que a CPI teria mais transparência e equilíbrio se houvesse apenas um parlamentar de cada partido na sua composição.

 

Com a saída de Eliana Pedrosa, Geraldo Naves foi reconduzido à vaga do DEM, e a cadeira do PMDB vagou mais uma vez. Como os três deputados peemedebistas são citados em inquérito policial como beneficiários do Mensalão do DEM, não podem ser indicados para fazer parte da comissão, que investiga precisamente este escândalo.

continua após a publicidade

 

A eleição do novo presidente da CPI da Corrupção vem sendo adiada porque a base aliada do governador José Roberto Arruda não encontrou um deputado disposto a ocupar uma das cinco vagas. A deputada Eurides Brito, líder do PMDB, diz que não pretende fazer a indicação e repassou a tarefa ao presidente da Câmara, Wilson Lima (PR).

 

continua após a publicidade

Bispo Renato Andrade (PR) e Cristiano Araújo (PTB) foram sondados pelo PMDB para ocupar a vaga. O primeiro já recusou, enquanto o outro pretende se candidatar à reeleição e poderá não aceitar o convite para não ter que arcar com o prejuízo político de defender Arruda abertamente.

A eleição do novo presidente da CPI da Corrupção da Câmara Legislativa do Distrito Federal (DF) foi adiada pela terceira vez pelo vice-presidente da comissão, deputado Batista das Cooperativas (PRP). A nova data para a eleição é o próximo dia 9 (terça-feira). A CPI foi criada para investigar denúncia de existência de um esquema de corrupção no governo do Distrito Federal e na própria Câmara conhecido como Mensalão do DEM.

 

Veja Também

reference

 

Segundo informações levantadas pela Polícia Federal na Operação Caixa de Pandora, o governador do DF, José Roberto Arruda (sem partido) seria chefe de um esquema de arrecadação de dinheiro de empresas contratadas pelo governo e de distribuição de propinas a secretários e deputados distritais da base aliada.

 

Criada no dia 11 de janeiro, a CPI só fez até agora três reuniões - a primeira, para dar início aos trabalhos, a segunda, quando seu então presidente, deputado Alírio Neto (PPS), anunciou o fim da comissão, e a última, na quinta-feira da semana passada, quando foi anunciada a saída de Alírio Neto do colegiado.

 

Foi a partir daí que a CPI da Corrupção emperrou de vez. Sem Alírio Neto, o PMDB, dono da vaga, indicou Geraldo Naves, do DEM, para ocupá-la. Logo depois, a deputada Eliana Pedrosa (DEM), desistiu de participar da comissão. Ela alegou que a CPI teria mais transparência e equilíbrio se houvesse apenas um parlamentar de cada partido na sua composição.

 

Com a saída de Eliana Pedrosa, Geraldo Naves foi reconduzido à vaga do DEM, e a cadeira do PMDB vagou mais uma vez. Como os três deputados peemedebistas são citados em inquérito policial como beneficiários do Mensalão do DEM, não podem ser indicados para fazer parte da comissão, que investiga precisamente este escândalo.

 

A eleição do novo presidente da CPI da Corrupção vem sendo adiada porque a base aliada do governador José Roberto Arruda não encontrou um deputado disposto a ocupar uma das cinco vagas. A deputada Eurides Brito, líder do PMDB, diz que não pretende fazer a indicação e repassou a tarefa ao presidente da Câmara, Wilson Lima (PR).

 

Bispo Renato Andrade (PR) e Cristiano Araújo (PTB) foram sondados pelo PMDB para ocupar a vaga. O primeiro já recusou, enquanto o outro pretende se candidatar à reeleição e poderá não aceitar o convite para não ter que arcar com o prejuízo político de defender Arruda abertamente.

A eleição do novo presidente da CPI da Corrupção da Câmara Legislativa do Distrito Federal (DF) foi adiada pela terceira vez pelo vice-presidente da comissão, deputado Batista das Cooperativas (PRP). A nova data para a eleição é o próximo dia 9 (terça-feira). A CPI foi criada para investigar denúncia de existência de um esquema de corrupção no governo do Distrito Federal e na própria Câmara conhecido como Mensalão do DEM.

 

Veja Também

reference

 

Segundo informações levantadas pela Polícia Federal na Operação Caixa de Pandora, o governador do DF, José Roberto Arruda (sem partido) seria chefe de um esquema de arrecadação de dinheiro de empresas contratadas pelo governo e de distribuição de propinas a secretários e deputados distritais da base aliada.

 

Criada no dia 11 de janeiro, a CPI só fez até agora três reuniões - a primeira, para dar início aos trabalhos, a segunda, quando seu então presidente, deputado Alírio Neto (PPS), anunciou o fim da comissão, e a última, na quinta-feira da semana passada, quando foi anunciada a saída de Alírio Neto do colegiado.

 

Foi a partir daí que a CPI da Corrupção emperrou de vez. Sem Alírio Neto, o PMDB, dono da vaga, indicou Geraldo Naves, do DEM, para ocupá-la. Logo depois, a deputada Eliana Pedrosa (DEM), desistiu de participar da comissão. Ela alegou que a CPI teria mais transparência e equilíbrio se houvesse apenas um parlamentar de cada partido na sua composição.

 

Com a saída de Eliana Pedrosa, Geraldo Naves foi reconduzido à vaga do DEM, e a cadeira do PMDB vagou mais uma vez. Como os três deputados peemedebistas são citados em inquérito policial como beneficiários do Mensalão do DEM, não podem ser indicados para fazer parte da comissão, que investiga precisamente este escândalo.

 

A eleição do novo presidente da CPI da Corrupção vem sendo adiada porque a base aliada do governador José Roberto Arruda não encontrou um deputado disposto a ocupar uma das cinco vagas. A deputada Eurides Brito, líder do PMDB, diz que não pretende fazer a indicação e repassou a tarefa ao presidente da Câmara, Wilson Lima (PR).

 

Bispo Renato Andrade (PR) e Cristiano Araújo (PTB) foram sondados pelo PMDB para ocupar a vaga. O primeiro já recusou, enquanto o outro pretende se candidatar à reeleição e poderá não aceitar o convite para não ter que arcar com o prejuízo político de defender Arruda abertamente.

A eleição do novo presidente da CPI da Corrupção da Câmara Legislativa do Distrito Federal (DF) foi adiada pela terceira vez pelo vice-presidente da comissão, deputado Batista das Cooperativas (PRP). A nova data para a eleição é o próximo dia 9 (terça-feira). A CPI foi criada para investigar denúncia de existência de um esquema de corrupção no governo do Distrito Federal e na própria Câmara conhecido como Mensalão do DEM.

 

Veja Também

reference

 

Segundo informações levantadas pela Polícia Federal na Operação Caixa de Pandora, o governador do DF, José Roberto Arruda (sem partido) seria chefe de um esquema de arrecadação de dinheiro de empresas contratadas pelo governo e de distribuição de propinas a secretários e deputados distritais da base aliada.

 

Criada no dia 11 de janeiro, a CPI só fez até agora três reuniões - a primeira, para dar início aos trabalhos, a segunda, quando seu então presidente, deputado Alírio Neto (PPS), anunciou o fim da comissão, e a última, na quinta-feira da semana passada, quando foi anunciada a saída de Alírio Neto do colegiado.

 

Foi a partir daí que a CPI da Corrupção emperrou de vez. Sem Alírio Neto, o PMDB, dono da vaga, indicou Geraldo Naves, do DEM, para ocupá-la. Logo depois, a deputada Eliana Pedrosa (DEM), desistiu de participar da comissão. Ela alegou que a CPI teria mais transparência e equilíbrio se houvesse apenas um parlamentar de cada partido na sua composição.

 

Com a saída de Eliana Pedrosa, Geraldo Naves foi reconduzido à vaga do DEM, e a cadeira do PMDB vagou mais uma vez. Como os três deputados peemedebistas são citados em inquérito policial como beneficiários do Mensalão do DEM, não podem ser indicados para fazer parte da comissão, que investiga precisamente este escândalo.

 

A eleição do novo presidente da CPI da Corrupção vem sendo adiada porque a base aliada do governador José Roberto Arruda não encontrou um deputado disposto a ocupar uma das cinco vagas. A deputada Eurides Brito, líder do PMDB, diz que não pretende fazer a indicação e repassou a tarefa ao presidente da Câmara, Wilson Lima (PR).

 

Bispo Renato Andrade (PR) e Cristiano Araújo (PTB) foram sondados pelo PMDB para ocupar a vaga. O primeiro já recusou, enquanto o outro pretende se candidatar à reeleição e poderá não aceitar o convite para não ter que arcar com o prejuízo político de defender Arruda abertamente.

Atualizamos nossa política de cookies

Ao utilizar nossos serviços, você aceita a política de monitoramento de cookies.