Governistas tentam barrar convocação de Dilma na CCJ


Oposição quer que ministra explique as controvérsias geradas pelo Plano Nacional de Direitos Humanos

Por Redação

Uma semana após ser surpreendida com a convocação da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a base do governo compareceu em peso à reunião desta quarta-feira, 24, para tentar reverter a situação. O argumento da oposição é que Dilma explique, na comissão, as controvérsias geradas pelo Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3).

 

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O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), apresentou o requerimento com o objetivo de substituir o nome da ministra pelo do secretário especial de Direitos Humanos, Paulo Vannucchi, sob protesto da oposição. "A exclusão representaria um passo atrás para esclarecer as dúvidas sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos. A ministra participa de todos os assuntos (do governo)", disse o líder do DEM, José Agripino Maia (RN).

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Aprovado pela maioria do plenário, o requerimento de Jucá foi incluído da pauta da comissão e deve ser votado nesta quarta-feira. "Vamos fazer um teste de resistência aqui", disse o presidente da CCJ, Demóstenes Torres (DEM-GO), que deve colocar a matéria em votação só no fim da reunião.

 

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Com informações da Agência Brasil

Uma semana após ser surpreendida com a convocação da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a base do governo compareceu em peso à reunião desta quarta-feira, 24, para tentar reverter a situação. O argumento da oposição é que Dilma explique, na comissão, as controvérsias geradas pelo Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3).

 

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O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), apresentou o requerimento com o objetivo de substituir o nome da ministra pelo do secretário especial de Direitos Humanos, Paulo Vannucchi, sob protesto da oposição. "A exclusão representaria um passo atrás para esclarecer as dúvidas sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos. A ministra participa de todos os assuntos (do governo)", disse o líder do DEM, José Agripino Maia (RN).

 

Aprovado pela maioria do plenário, o requerimento de Jucá foi incluído da pauta da comissão e deve ser votado nesta quarta-feira. "Vamos fazer um teste de resistência aqui", disse o presidente da CCJ, Demóstenes Torres (DEM-GO), que deve colocar a matéria em votação só no fim da reunião.

 

Com informações da Agência Brasil

Uma semana após ser surpreendida com a convocação da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a base do governo compareceu em peso à reunião desta quarta-feira, 24, para tentar reverter a situação. O argumento da oposição é que Dilma explique, na comissão, as controvérsias geradas pelo Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3).

 

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O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), apresentou o requerimento com o objetivo de substituir o nome da ministra pelo do secretário especial de Direitos Humanos, Paulo Vannucchi, sob protesto da oposição. "A exclusão representaria um passo atrás para esclarecer as dúvidas sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos. A ministra participa de todos os assuntos (do governo)", disse o líder do DEM, José Agripino Maia (RN).

 

Aprovado pela maioria do plenário, o requerimento de Jucá foi incluído da pauta da comissão e deve ser votado nesta quarta-feira. "Vamos fazer um teste de resistência aqui", disse o presidente da CCJ, Demóstenes Torres (DEM-GO), que deve colocar a matéria em votação só no fim da reunião.

 

Com informações da Agência Brasil

Uma semana após ser surpreendida com a convocação da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a base do governo compareceu em peso à reunião desta quarta-feira, 24, para tentar reverter a situação. O argumento da oposição é que Dilma explique, na comissão, as controvérsias geradas pelo Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3).

 

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O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), apresentou o requerimento com o objetivo de substituir o nome da ministra pelo do secretário especial de Direitos Humanos, Paulo Vannucchi, sob protesto da oposição. "A exclusão representaria um passo atrás para esclarecer as dúvidas sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos. A ministra participa de todos os assuntos (do governo)", disse o líder do DEM, José Agripino Maia (RN).

 

Aprovado pela maioria do plenário, o requerimento de Jucá foi incluído da pauta da comissão e deve ser votado nesta quarta-feira. "Vamos fazer um teste de resistência aqui", disse o presidente da CCJ, Demóstenes Torres (DEM-GO), que deve colocar a matéria em votação só no fim da reunião.

 

Com informações da Agência Brasil

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