Inquérito investigará todas as relações do episódio, diz ministro


Por Agencia Estado

O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, disse que o pedido verbal feito à Polícia Federal para abertura de inquérito que investigará a denúncia da revista Época contra Waldomiro Diniz, ex-funcionário do Palácio do Planalto, foi para que sejam investigadas todas as relações incluídas no episódio. ?Se a PF detectar fatos que precisem ser investigados também pela Polícia Estadual do Rio de Janeiro, o assunto será encaminhado àquele órgão. O pedido foi para que a investigação seja o mais ampla possível?, disse. O ministro de Articulação política do governo, Aldo Rebelo, se recusou a julgar a conveniência ou não de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar mais denúncias. "O que cabe ao governo foi feito pelo ministro Márcio Thomaz Bastos, nós não podemos orientar a atuação do Congresso", afirmou. Rebelo e o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos deram entrevita coletiva para esclarecer as medidas adotadas pelo governo sobre o caso.

O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, disse que o pedido verbal feito à Polícia Federal para abertura de inquérito que investigará a denúncia da revista Época contra Waldomiro Diniz, ex-funcionário do Palácio do Planalto, foi para que sejam investigadas todas as relações incluídas no episódio. ?Se a PF detectar fatos que precisem ser investigados também pela Polícia Estadual do Rio de Janeiro, o assunto será encaminhado àquele órgão. O pedido foi para que a investigação seja o mais ampla possível?, disse. O ministro de Articulação política do governo, Aldo Rebelo, se recusou a julgar a conveniência ou não de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar mais denúncias. "O que cabe ao governo foi feito pelo ministro Márcio Thomaz Bastos, nós não podemos orientar a atuação do Congresso", afirmou. Rebelo e o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos deram entrevita coletiva para esclarecer as medidas adotadas pelo governo sobre o caso.

O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, disse que o pedido verbal feito à Polícia Federal para abertura de inquérito que investigará a denúncia da revista Época contra Waldomiro Diniz, ex-funcionário do Palácio do Planalto, foi para que sejam investigadas todas as relações incluídas no episódio. ?Se a PF detectar fatos que precisem ser investigados também pela Polícia Estadual do Rio de Janeiro, o assunto será encaminhado àquele órgão. O pedido foi para que a investigação seja o mais ampla possível?, disse. O ministro de Articulação política do governo, Aldo Rebelo, se recusou a julgar a conveniência ou não de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar mais denúncias. "O que cabe ao governo foi feito pelo ministro Márcio Thomaz Bastos, nós não podemos orientar a atuação do Congresso", afirmou. Rebelo e o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos deram entrevita coletiva para esclarecer as medidas adotadas pelo governo sobre o caso.

O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, disse que o pedido verbal feito à Polícia Federal para abertura de inquérito que investigará a denúncia da revista Época contra Waldomiro Diniz, ex-funcionário do Palácio do Planalto, foi para que sejam investigadas todas as relações incluídas no episódio. ?Se a PF detectar fatos que precisem ser investigados também pela Polícia Estadual do Rio de Janeiro, o assunto será encaminhado àquele órgão. O pedido foi para que a investigação seja o mais ampla possível?, disse. O ministro de Articulação política do governo, Aldo Rebelo, se recusou a julgar a conveniência ou não de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar mais denúncias. "O que cabe ao governo foi feito pelo ministro Márcio Thomaz Bastos, nós não podemos orientar a atuação do Congresso", afirmou. Rebelo e o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos deram entrevita coletiva para esclarecer as medidas adotadas pelo governo sobre o caso.

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