Justiça liberta quarto suspeito do caso Banrisul


Por Elder Ogliari

A 6ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul libertou na tarde de hoje Davi Antunes de Oliveira, quarto suspeito de participação na fraude do setor de marketing do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul). Ele estava preso desde sexta-feira.Numa operação batizada de Mercari, a Polícia Federal (PF) detectou que um alto funcionário do banco, diretores de agências de publicidade e prestadores de serviços poderiam ter causado prejuízo de mais de R$ 10 milhões à instituição. O desvio ocorreria por superfaturamento da produção de ações de marketing por agências com subcontratação de prestadores de serviços a preços menores do que aqueles cobrados do banco.O superintendente de marketing do Banrisul, Walney Fehlberg, e os publicitários Armando D''Elia Neto, da DCS, e Gilson Storck, da SLM, foram soltos na segunda-feira. A Justiça entendeu que os quatro acusados não têm antecedentes criminais, moram em endereço fixo e não teriam mais como atrapalhar as investigações porque o material necessário à análise dos peritos já foi recolhido. Os advogados dos envolvidos sustentam que eles não cometeram irregularidades.

A 6ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul libertou na tarde de hoje Davi Antunes de Oliveira, quarto suspeito de participação na fraude do setor de marketing do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul). Ele estava preso desde sexta-feira.Numa operação batizada de Mercari, a Polícia Federal (PF) detectou que um alto funcionário do banco, diretores de agências de publicidade e prestadores de serviços poderiam ter causado prejuízo de mais de R$ 10 milhões à instituição. O desvio ocorreria por superfaturamento da produção de ações de marketing por agências com subcontratação de prestadores de serviços a preços menores do que aqueles cobrados do banco.O superintendente de marketing do Banrisul, Walney Fehlberg, e os publicitários Armando D''Elia Neto, da DCS, e Gilson Storck, da SLM, foram soltos na segunda-feira. A Justiça entendeu que os quatro acusados não têm antecedentes criminais, moram em endereço fixo e não teriam mais como atrapalhar as investigações porque o material necessário à análise dos peritos já foi recolhido. Os advogados dos envolvidos sustentam que eles não cometeram irregularidades.

A 6ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul libertou na tarde de hoje Davi Antunes de Oliveira, quarto suspeito de participação na fraude do setor de marketing do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul). Ele estava preso desde sexta-feira.Numa operação batizada de Mercari, a Polícia Federal (PF) detectou que um alto funcionário do banco, diretores de agências de publicidade e prestadores de serviços poderiam ter causado prejuízo de mais de R$ 10 milhões à instituição. O desvio ocorreria por superfaturamento da produção de ações de marketing por agências com subcontratação de prestadores de serviços a preços menores do que aqueles cobrados do banco.O superintendente de marketing do Banrisul, Walney Fehlberg, e os publicitários Armando D''Elia Neto, da DCS, e Gilson Storck, da SLM, foram soltos na segunda-feira. A Justiça entendeu que os quatro acusados não têm antecedentes criminais, moram em endereço fixo e não teriam mais como atrapalhar as investigações porque o material necessário à análise dos peritos já foi recolhido. Os advogados dos envolvidos sustentam que eles não cometeram irregularidades.

A 6ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul libertou na tarde de hoje Davi Antunes de Oliveira, quarto suspeito de participação na fraude do setor de marketing do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul). Ele estava preso desde sexta-feira.Numa operação batizada de Mercari, a Polícia Federal (PF) detectou que um alto funcionário do banco, diretores de agências de publicidade e prestadores de serviços poderiam ter causado prejuízo de mais de R$ 10 milhões à instituição. O desvio ocorreria por superfaturamento da produção de ações de marketing por agências com subcontratação de prestadores de serviços a preços menores do que aqueles cobrados do banco.O superintendente de marketing do Banrisul, Walney Fehlberg, e os publicitários Armando D''Elia Neto, da DCS, e Gilson Storck, da SLM, foram soltos na segunda-feira. A Justiça entendeu que os quatro acusados não têm antecedentes criminais, moram em endereço fixo e não teriam mais como atrapalhar as investigações porque o material necessário à análise dos peritos já foi recolhido. Os advogados dos envolvidos sustentam que eles não cometeram irregularidades.

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