Lula nega favorecimento em distribuição de verbas


Por Anne Warth

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que o governo federal não faz distinção na distribuição de verbas para cidades e Estados conforme o partido a que pertence o prefeito ou o governador. Em discurso ao inaugurar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Vila São Pedro, em São Bernardo do Campo (SP), Lula afirmou que os governantes costumam pedir dinheiro sem ter formulado um projeto e que por isso os recursos não são enviados. Segundo ele, quando apresentadas, boas ideias são aprovadas, independente do partido a que o prefeito e o governador estão filiados."Nós não fazemos distinção de que partido é o prefeito ou o governador. Sejam de qualquer partido o governador ou o prefeito, se o povo precisa, a gente tem mais é obrigação de fazer sem olhar, porque não se pode deixar de dar comida para o porco porque não se gosta do dono. Você precisa tratar as pessoas com o respeito que elas merecem", afirmou.Ao lado de Lula, a ministra interina da Saúde, Márcia Bassit, anunciou a liberação de verbas para a construção do Hospital de Clínicas de São Bernardo do Campo, cidade atualmente administrada pelo petista Luiz Marinho.O Ministério da Saúde vai conceder R$ 83 milhões para a obra, a Prefeitura deverá arcar com R$ 20 milhões e o governo do Estado com R$ 40 milhões. Mais tarde, o presidente disse que a cidade não recebeu investimentos em obras como a do hospital antes porque "o prefeito que estava aqui não gostava de trabalhar com o governo federal".Sem citar o nome do ex-prefeito de São Bernardo William Dib (PSDB), que governou a cidade por dois mandatos, Lula disse que a atitude era uma "bobagem". "Não tem nada mais ignorante que isso. Um prefeito não pode ficar brigando com governador ou presidente", disse.O atual prefeito, Luiz Marinho, disse que Dib recusou verbas inclusive para projetos de infraestrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "De fato, ele nunca encaminhou projetos para a cidade. Os recursos para projetos do PAC, quando eu assumi, tive de correr para recuperar porque eles estavam tecnicamente perdidos. A cidade perdeu a possibilidade de trazer investimento federal e agora temos de recuperar o tempo perdido", disse.Figueiredo Lula disse ainda que a Caixa Econômica Federal, em seu governo, bateu o recorde de construção de casas populares que pertencia ao governo do ex-presidente João Baptista Figueiredo, último governante militar da ditadura instalada em 1964. "Uma coisa que me dá orgulho é que nós tínhamos um presidente no Brasil que, quando foi presidente, a Caixa Econômica bateu recorde de construção de casa própria", afirmou."A história a gente não pode negar: foi no governo do presidente João Figueiredo. Pois nós já ultrapassamos o recorde do presidente Figueiredo até 2008 e ainda temos 2009 e 2010. E com o programa ''Minha Casa, Minha Vida'', eu peço a Deus que a gente consiga contratar todas as casas, que são 1 milhão, até o ano que vem, para que a gente possa em 2012 ou 2014 anunciar mais 1 milhão de casas pela Caixa e o povo brasileiro tenha o seu problema habitacional resolvido."Presente ao evento, a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, disse que as agências da Caixa fecham diariamente 3,5 mil contratos para a construção de casas.A cerimônia também contou com a presença do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), idealizador do conceito de Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que oferece atendimento de emergência de baixa e média complexidade 24 horas por dia.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que o governo federal não faz distinção na distribuição de verbas para cidades e Estados conforme o partido a que pertence o prefeito ou o governador. Em discurso ao inaugurar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Vila São Pedro, em São Bernardo do Campo (SP), Lula afirmou que os governantes costumam pedir dinheiro sem ter formulado um projeto e que por isso os recursos não são enviados. Segundo ele, quando apresentadas, boas ideias são aprovadas, independente do partido a que o prefeito e o governador estão filiados."Nós não fazemos distinção de que partido é o prefeito ou o governador. Sejam de qualquer partido o governador ou o prefeito, se o povo precisa, a gente tem mais é obrigação de fazer sem olhar, porque não se pode deixar de dar comida para o porco porque não se gosta do dono. Você precisa tratar as pessoas com o respeito que elas merecem", afirmou.Ao lado de Lula, a ministra interina da Saúde, Márcia Bassit, anunciou a liberação de verbas para a construção do Hospital de Clínicas de São Bernardo do Campo, cidade atualmente administrada pelo petista Luiz Marinho.O Ministério da Saúde vai conceder R$ 83 milhões para a obra, a Prefeitura deverá arcar com R$ 20 milhões e o governo do Estado com R$ 40 milhões. Mais tarde, o presidente disse que a cidade não recebeu investimentos em obras como a do hospital antes porque "o prefeito que estava aqui não gostava de trabalhar com o governo federal".Sem citar o nome do ex-prefeito de São Bernardo William Dib (PSDB), que governou a cidade por dois mandatos, Lula disse que a atitude era uma "bobagem". "Não tem nada mais ignorante que isso. Um prefeito não pode ficar brigando com governador ou presidente", disse.O atual prefeito, Luiz Marinho, disse que Dib recusou verbas inclusive para projetos de infraestrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "De fato, ele nunca encaminhou projetos para a cidade. Os recursos para projetos do PAC, quando eu assumi, tive de correr para recuperar porque eles estavam tecnicamente perdidos. A cidade perdeu a possibilidade de trazer investimento federal e agora temos de recuperar o tempo perdido", disse.Figueiredo Lula disse ainda que a Caixa Econômica Federal, em seu governo, bateu o recorde de construção de casas populares que pertencia ao governo do ex-presidente João Baptista Figueiredo, último governante militar da ditadura instalada em 1964. "Uma coisa que me dá orgulho é que nós tínhamos um presidente no Brasil que, quando foi presidente, a Caixa Econômica bateu recorde de construção de casa própria", afirmou."A história a gente não pode negar: foi no governo do presidente João Figueiredo. Pois nós já ultrapassamos o recorde do presidente Figueiredo até 2008 e ainda temos 2009 e 2010. E com o programa ''Minha Casa, Minha Vida'', eu peço a Deus que a gente consiga contratar todas as casas, que são 1 milhão, até o ano que vem, para que a gente possa em 2012 ou 2014 anunciar mais 1 milhão de casas pela Caixa e o povo brasileiro tenha o seu problema habitacional resolvido."Presente ao evento, a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, disse que as agências da Caixa fecham diariamente 3,5 mil contratos para a construção de casas.A cerimônia também contou com a presença do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), idealizador do conceito de Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que oferece atendimento de emergência de baixa e média complexidade 24 horas por dia.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que o governo federal não faz distinção na distribuição de verbas para cidades e Estados conforme o partido a que pertence o prefeito ou o governador. Em discurso ao inaugurar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Vila São Pedro, em São Bernardo do Campo (SP), Lula afirmou que os governantes costumam pedir dinheiro sem ter formulado um projeto e que por isso os recursos não são enviados. Segundo ele, quando apresentadas, boas ideias são aprovadas, independente do partido a que o prefeito e o governador estão filiados."Nós não fazemos distinção de que partido é o prefeito ou o governador. Sejam de qualquer partido o governador ou o prefeito, se o povo precisa, a gente tem mais é obrigação de fazer sem olhar, porque não se pode deixar de dar comida para o porco porque não se gosta do dono. Você precisa tratar as pessoas com o respeito que elas merecem", afirmou.Ao lado de Lula, a ministra interina da Saúde, Márcia Bassit, anunciou a liberação de verbas para a construção do Hospital de Clínicas de São Bernardo do Campo, cidade atualmente administrada pelo petista Luiz Marinho.O Ministério da Saúde vai conceder R$ 83 milhões para a obra, a Prefeitura deverá arcar com R$ 20 milhões e o governo do Estado com R$ 40 milhões. Mais tarde, o presidente disse que a cidade não recebeu investimentos em obras como a do hospital antes porque "o prefeito que estava aqui não gostava de trabalhar com o governo federal".Sem citar o nome do ex-prefeito de São Bernardo William Dib (PSDB), que governou a cidade por dois mandatos, Lula disse que a atitude era uma "bobagem". "Não tem nada mais ignorante que isso. Um prefeito não pode ficar brigando com governador ou presidente", disse.O atual prefeito, Luiz Marinho, disse que Dib recusou verbas inclusive para projetos de infraestrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "De fato, ele nunca encaminhou projetos para a cidade. Os recursos para projetos do PAC, quando eu assumi, tive de correr para recuperar porque eles estavam tecnicamente perdidos. A cidade perdeu a possibilidade de trazer investimento federal e agora temos de recuperar o tempo perdido", disse.Figueiredo Lula disse ainda que a Caixa Econômica Federal, em seu governo, bateu o recorde de construção de casas populares que pertencia ao governo do ex-presidente João Baptista Figueiredo, último governante militar da ditadura instalada em 1964. "Uma coisa que me dá orgulho é que nós tínhamos um presidente no Brasil que, quando foi presidente, a Caixa Econômica bateu recorde de construção de casa própria", afirmou."A história a gente não pode negar: foi no governo do presidente João Figueiredo. Pois nós já ultrapassamos o recorde do presidente Figueiredo até 2008 e ainda temos 2009 e 2010. E com o programa ''Minha Casa, Minha Vida'', eu peço a Deus que a gente consiga contratar todas as casas, que são 1 milhão, até o ano que vem, para que a gente possa em 2012 ou 2014 anunciar mais 1 milhão de casas pela Caixa e o povo brasileiro tenha o seu problema habitacional resolvido."Presente ao evento, a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, disse que as agências da Caixa fecham diariamente 3,5 mil contratos para a construção de casas.A cerimônia também contou com a presença do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), idealizador do conceito de Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que oferece atendimento de emergência de baixa e média complexidade 24 horas por dia.

Atualizamos nossa política de cookies

Ao utilizar nossos serviços, você aceita a política de monitoramento de cookies.