Lula pede esforço pela reforma política e 'visibilidade' do PAC


Em reunião da coordenação política, presidente diz a ministros que objetivo é 'injetar otimismo no País'

Por Leonencio Nossa

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou aos ministros da coordenação política, em reunião de duas horas e meia no Palácio do Planalto nesta terça-feira, 22, que se dê mais "visibilidade" a obras e investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O objetivo da medida é de "injetar otimismo" no País, revelaram fontes do Planalto.   Segundo essas fontes, Lula ressaltou aos ministros, na reunião, em que se discutiram as ações do governo para o segundo semestre, a necessidade de se divulgar que as obras do PAC estão sendo executadas dentro do cronograma.   Os ministros da Justiça, Tarso Genro, e das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, fizeram um balanço das ações do governo para tornar viável a proposta da reforma política e consideraram possível que o projeto possa integrar a agenda política após as eleições municipais de outubro.   De acordo com relato dos assessores palacianos, o presidente da República voltou a defender a necessidade do engajamento dos presidentes da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), na votação da reforma política.   Lula recomendou ser essencial que a proposta da reforma política não seja "carimbada" como iniciativa do governo. Entende ele, segundo assessores, tratar-se de um debate institucional, que deve envolver a participação do Legislativo e dos partidos políticos.   Além de Tarso e José Múcio, participam da reunião da coordenação política os ministros Guido Mantega (Fazenda), Dilma Rousseff (Casa Civil), Paulo Bernardo (Planejamento) e Luiz Dulci (Secretaria Geral da Presidência da República).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou aos ministros da coordenação política, em reunião de duas horas e meia no Palácio do Planalto nesta terça-feira, 22, que se dê mais "visibilidade" a obras e investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O objetivo da medida é de "injetar otimismo" no País, revelaram fontes do Planalto.   Segundo essas fontes, Lula ressaltou aos ministros, na reunião, em que se discutiram as ações do governo para o segundo semestre, a necessidade de se divulgar que as obras do PAC estão sendo executadas dentro do cronograma.   Os ministros da Justiça, Tarso Genro, e das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, fizeram um balanço das ações do governo para tornar viável a proposta da reforma política e consideraram possível que o projeto possa integrar a agenda política após as eleições municipais de outubro.   De acordo com relato dos assessores palacianos, o presidente da República voltou a defender a necessidade do engajamento dos presidentes da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), na votação da reforma política.   Lula recomendou ser essencial que a proposta da reforma política não seja "carimbada" como iniciativa do governo. Entende ele, segundo assessores, tratar-se de um debate institucional, que deve envolver a participação do Legislativo e dos partidos políticos.   Além de Tarso e José Múcio, participam da reunião da coordenação política os ministros Guido Mantega (Fazenda), Dilma Rousseff (Casa Civil), Paulo Bernardo (Planejamento) e Luiz Dulci (Secretaria Geral da Presidência da República).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou aos ministros da coordenação política, em reunião de duas horas e meia no Palácio do Planalto nesta terça-feira, 22, que se dê mais "visibilidade" a obras e investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O objetivo da medida é de "injetar otimismo" no País, revelaram fontes do Planalto.   Segundo essas fontes, Lula ressaltou aos ministros, na reunião, em que se discutiram as ações do governo para o segundo semestre, a necessidade de se divulgar que as obras do PAC estão sendo executadas dentro do cronograma.   Os ministros da Justiça, Tarso Genro, e das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, fizeram um balanço das ações do governo para tornar viável a proposta da reforma política e consideraram possível que o projeto possa integrar a agenda política após as eleições municipais de outubro.   De acordo com relato dos assessores palacianos, o presidente da República voltou a defender a necessidade do engajamento dos presidentes da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), na votação da reforma política.   Lula recomendou ser essencial que a proposta da reforma política não seja "carimbada" como iniciativa do governo. Entende ele, segundo assessores, tratar-se de um debate institucional, que deve envolver a participação do Legislativo e dos partidos políticos.   Além de Tarso e José Múcio, participam da reunião da coordenação política os ministros Guido Mantega (Fazenda), Dilma Rousseff (Casa Civil), Paulo Bernardo (Planejamento) e Luiz Dulci (Secretaria Geral da Presidência da República).

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