Bastidores da política e da economia, com Julia Lindner e Gustavo Côrtes

Relator do projeto da 'regra de ouro' autoriza crédito de R$ 248 bi


Por Marianna Holanda
 Foto: André Dusek/Estadão

O relator do projeto do governo que autoriza liberação de crédito suplementar sem violar "regra de ouro", Hildo Rocha (MDB-MA), deu parecer favorável para a concessão de R$ 248,9 bilhões.

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Havia certa tensão em torno da proposta, porque, caso não fosse autorizada, o governo violaria a regra de ouro, motivo para impeachment.

A decisão de Hildo Rocha foi tomada após os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, respectivamente, terem procurado-lhe para pedir celeridade. Segundo contou à Coluna, estavam preocupados e defenderam a aprovação integral do crédito.

O relator esteve ainda nesta segunda-feira, 3, com Lelo Coimbra, secretário de Desenvolvimento Social, que teria feito também um apelo. Só há recursos para pagar Benefício de Prestação Continuada até o meio de junho.

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Na semana passada, o ministério da Economia enviou um ofício em que pedia menos recursos: R$ 146 bilhões. O restante, alegou o documento, iriam cortar ou contigenciar.  Para que o relatório contemplasse o novo valor, teriam que mudar a LOA e a LDO, o que traria ainda mais desgaste, segundo Rocha. Foi assim que convenceu os líderes, contou.

 

 Foto: André Dusek/Estadão

O relator do projeto do governo que autoriza liberação de crédito suplementar sem violar "regra de ouro", Hildo Rocha (MDB-MA), deu parecer favorável para a concessão de R$ 248,9 bilhões.

Havia certa tensão em torno da proposta, porque, caso não fosse autorizada, o governo violaria a regra de ouro, motivo para impeachment.

A decisão de Hildo Rocha foi tomada após os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, respectivamente, terem procurado-lhe para pedir celeridade. Segundo contou à Coluna, estavam preocupados e defenderam a aprovação integral do crédito.

O relator esteve ainda nesta segunda-feira, 3, com Lelo Coimbra, secretário de Desenvolvimento Social, que teria feito também um apelo. Só há recursos para pagar Benefício de Prestação Continuada até o meio de junho.

Na semana passada, o ministério da Economia enviou um ofício em que pedia menos recursos: R$ 146 bilhões. O restante, alegou o documento, iriam cortar ou contigenciar.  Para que o relatório contemplasse o novo valor, teriam que mudar a LOA e a LDO, o que traria ainda mais desgaste, segundo Rocha. Foi assim que convenceu os líderes, contou.

 

 Foto: André Dusek/Estadão

O relator do projeto do governo que autoriza liberação de crédito suplementar sem violar "regra de ouro", Hildo Rocha (MDB-MA), deu parecer favorável para a concessão de R$ 248,9 bilhões.

Havia certa tensão em torno da proposta, porque, caso não fosse autorizada, o governo violaria a regra de ouro, motivo para impeachment.

A decisão de Hildo Rocha foi tomada após os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, respectivamente, terem procurado-lhe para pedir celeridade. Segundo contou à Coluna, estavam preocupados e defenderam a aprovação integral do crédito.

O relator esteve ainda nesta segunda-feira, 3, com Lelo Coimbra, secretário de Desenvolvimento Social, que teria feito também um apelo. Só há recursos para pagar Benefício de Prestação Continuada até o meio de junho.

Na semana passada, o ministério da Economia enviou um ofício em que pedia menos recursos: R$ 146 bilhões. O restante, alegou o documento, iriam cortar ou contigenciar.  Para que o relatório contemplasse o novo valor, teriam que mudar a LOA e a LDO, o que traria ainda mais desgaste, segundo Rocha. Foi assim que convenceu os líderes, contou.

 

 Foto: André Dusek/Estadão

O relator do projeto do governo que autoriza liberação de crédito suplementar sem violar "regra de ouro", Hildo Rocha (MDB-MA), deu parecer favorável para a concessão de R$ 248,9 bilhões.

Havia certa tensão em torno da proposta, porque, caso não fosse autorizada, o governo violaria a regra de ouro, motivo para impeachment.

A decisão de Hildo Rocha foi tomada após os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, respectivamente, terem procurado-lhe para pedir celeridade. Segundo contou à Coluna, estavam preocupados e defenderam a aprovação integral do crédito.

O relator esteve ainda nesta segunda-feira, 3, com Lelo Coimbra, secretário de Desenvolvimento Social, que teria feito também um apelo. Só há recursos para pagar Benefício de Prestação Continuada até o meio de junho.

Na semana passada, o ministério da Economia enviou um ofício em que pedia menos recursos: R$ 146 bilhões. O restante, alegou o documento, iriam cortar ou contigenciar.  Para que o relatório contemplasse o novo valor, teriam que mudar a LOA e a LDO, o que traria ainda mais desgaste, segundo Rocha. Foi assim que convenceu os líderes, contou.

 

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