Bastidores da política e da economia, com Julia Lindner e Gustavo Côrtes

Secretário executivo da Transparência reclama de vazamentos


Por Redação

O secretário executivo do Ministério da Transparência, Wagner Rosário, fez romaria no TCU nesta terça-feira, 14, e reclamou do vazamento de informações relacionadas à pasta para a imprensa. Ministros da corte ficaram incomodados com a atitude, alegando que os gabinetes foram colocados sob suspeita.

Auditoria do tribunal, publicada pelo Estado, diz que a Transparência beneficiou indevidamente a Aceco-TI, que negocia um acordo de leniência com o governo, ao não abrir um procedimento de investigação sobre supostas ilicitudes cometidas pela empresa.

O secretário executivo do Ministério da Transparência, Wagner Rosário, fez romaria no TCU nesta terça-feira, 14, e reclamou do vazamento de informações relacionadas à pasta para a imprensa. Ministros da corte ficaram incomodados com a atitude, alegando que os gabinetes foram colocados sob suspeita.

Auditoria do tribunal, publicada pelo Estado, diz que a Transparência beneficiou indevidamente a Aceco-TI, que negocia um acordo de leniência com o governo, ao não abrir um procedimento de investigação sobre supostas ilicitudes cometidas pela empresa.

O secretário executivo do Ministério da Transparência, Wagner Rosário, fez romaria no TCU nesta terça-feira, 14, e reclamou do vazamento de informações relacionadas à pasta para a imprensa. Ministros da corte ficaram incomodados com a atitude, alegando que os gabinetes foram colocados sob suspeita.

Auditoria do tribunal, publicada pelo Estado, diz que a Transparência beneficiou indevidamente a Aceco-TI, que negocia um acordo de leniência com o governo, ao não abrir um procedimento de investigação sobre supostas ilicitudes cometidas pela empresa.

O secretário executivo do Ministério da Transparência, Wagner Rosário, fez romaria no TCU nesta terça-feira, 14, e reclamou do vazamento de informações relacionadas à pasta para a imprensa. Ministros da corte ficaram incomodados com a atitude, alegando que os gabinetes foram colocados sob suspeita.

Auditoria do tribunal, publicada pelo Estado, diz que a Transparência beneficiou indevidamente a Aceco-TI, que negocia um acordo de leniência com o governo, ao não abrir um procedimento de investigação sobre supostas ilicitudes cometidas pela empresa.

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