MP pede ao TJ a suspeição de 16 deputados no DF


Parlamentares e suplentes são suspeitos de envolvimento no escândalo conhecido como 'mensalão do DEM'

Por Carol Pires

O Ministério Público do Distrito Federal pediu nesta quarta-feira, 17, ao Tribunal de Justiça que decrete a suspeição de 16 deputados distritais e suplentes por envolvimento no escândalo de corrupção local, conhecido como "mensalão do DEM". Em janeiro, o juiz Vinícius Santos, do TJ-DF, já havia decretado a suspeição de oito deputados e dois suplentes, que ficaram impedidos de votar no processo de impeachment do governador afastado José Roberto Arruda (ex-DEM) na Câmara Legislativa.

 

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O Núcleo de Organizações Criminosas também levou em conta um novo depoimento de Durval Barbosa, principal testemunha do "mensalão do DEM", realizado no último dia 10. Barbosa é ex-secretário de Relações Institucionais do governo Arruda e gravou dezenas de vídeos nos quais deputados, assessores, secretários de Estado e até o governador afastado recebem maços de dinheiro de suposta propina.

 

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No pedido, os promotores afirmam que a aparição dos nomes desses deputados e suplentes nas listas apreendidas e no depoimento de Durval Barbosa, não provam a culpabilidade deles no esquema, mas comprova que há indícios da participação deles. O pedido do Ministério Público não tem data para ser julgado.

 

Explicações

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Em nota, Gustavo Adolfo Moreira Marques, ex-secretário geral da Mesa Diretora da Câmara Legislativa, afirma que um dos papéis em posse da Polícia Federal, recolhido na casa de Leonardo Prudente, é de autoria dele e trata sobre a composição de cargos de confiança na Casa, e não sobre distribuição de propina.

 

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Os deputados Milton Barbosa, Eurides Brito e Raimundo Ribeiro divulgaram nota à imprensa informando o nome dos servidores que teriam sido contratados para as vagas. Os três negam envolvimento no "mensalão do DEM". "Tais notícias infundadas só reforçam o meu entendimento de que realmente a nossa atuação como parlamentar tem incomodado muitas pessoas poderosas, mas estes podem ter certeza de que não me intimidarei com nenhuma ameaça", afirma Ribeiro.

O Ministério Público do Distrito Federal pediu nesta quarta-feira, 17, ao Tribunal de Justiça que decrete a suspeição de 16 deputados distritais e suplentes por envolvimento no escândalo de corrupção local, conhecido como "mensalão do DEM". Em janeiro, o juiz Vinícius Santos, do TJ-DF, já havia decretado a suspeição de oito deputados e dois suplentes, que ficaram impedidos de votar no processo de impeachment do governador afastado José Roberto Arruda (ex-DEM) na Câmara Legislativa.

 

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O Núcleo de Organizações Criminosas também levou em conta um novo depoimento de Durval Barbosa, principal testemunha do "mensalão do DEM", realizado no último dia 10. Barbosa é ex-secretário de Relações Institucionais do governo Arruda e gravou dezenas de vídeos nos quais deputados, assessores, secretários de Estado e até o governador afastado recebem maços de dinheiro de suposta propina.

 

No pedido, os promotores afirmam que a aparição dos nomes desses deputados e suplentes nas listas apreendidas e no depoimento de Durval Barbosa, não provam a culpabilidade deles no esquema, mas comprova que há indícios da participação deles. O pedido do Ministério Público não tem data para ser julgado.

 

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Em nota, Gustavo Adolfo Moreira Marques, ex-secretário geral da Mesa Diretora da Câmara Legislativa, afirma que um dos papéis em posse da Polícia Federal, recolhido na casa de Leonardo Prudente, é de autoria dele e trata sobre a composição de cargos de confiança na Casa, e não sobre distribuição de propina.

 

Os deputados Milton Barbosa, Eurides Brito e Raimundo Ribeiro divulgaram nota à imprensa informando o nome dos servidores que teriam sido contratados para as vagas. Os três negam envolvimento no "mensalão do DEM". "Tais notícias infundadas só reforçam o meu entendimento de que realmente a nossa atuação como parlamentar tem incomodado muitas pessoas poderosas, mas estes podem ter certeza de que não me intimidarei com nenhuma ameaça", afirma Ribeiro.

O Ministério Público do Distrito Federal pediu nesta quarta-feira, 17, ao Tribunal de Justiça que decrete a suspeição de 16 deputados distritais e suplentes por envolvimento no escândalo de corrupção local, conhecido como "mensalão do DEM". Em janeiro, o juiz Vinícius Santos, do TJ-DF, já havia decretado a suspeição de oito deputados e dois suplentes, que ficaram impedidos de votar no processo de impeachment do governador afastado José Roberto Arruda (ex-DEM) na Câmara Legislativa.

 

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O Núcleo de Organizações Criminosas também levou em conta um novo depoimento de Durval Barbosa, principal testemunha do "mensalão do DEM", realizado no último dia 10. Barbosa é ex-secretário de Relações Institucionais do governo Arruda e gravou dezenas de vídeos nos quais deputados, assessores, secretários de Estado e até o governador afastado recebem maços de dinheiro de suposta propina.

 

No pedido, os promotores afirmam que a aparição dos nomes desses deputados e suplentes nas listas apreendidas e no depoimento de Durval Barbosa, não provam a culpabilidade deles no esquema, mas comprova que há indícios da participação deles. O pedido do Ministério Público não tem data para ser julgado.

 

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Em nota, Gustavo Adolfo Moreira Marques, ex-secretário geral da Mesa Diretora da Câmara Legislativa, afirma que um dos papéis em posse da Polícia Federal, recolhido na casa de Leonardo Prudente, é de autoria dele e trata sobre a composição de cargos de confiança na Casa, e não sobre distribuição de propina.

 

Os deputados Milton Barbosa, Eurides Brito e Raimundo Ribeiro divulgaram nota à imprensa informando o nome dos servidores que teriam sido contratados para as vagas. Os três negam envolvimento no "mensalão do DEM". "Tais notícias infundadas só reforçam o meu entendimento de que realmente a nossa atuação como parlamentar tem incomodado muitas pessoas poderosas, mas estes podem ter certeza de que não me intimidarei com nenhuma ameaça", afirma Ribeiro.

O Ministério Público do Distrito Federal pediu nesta quarta-feira, 17, ao Tribunal de Justiça que decrete a suspeição de 16 deputados distritais e suplentes por envolvimento no escândalo de corrupção local, conhecido como "mensalão do DEM". Em janeiro, o juiz Vinícius Santos, do TJ-DF, já havia decretado a suspeição de oito deputados e dois suplentes, que ficaram impedidos de votar no processo de impeachment do governador afastado José Roberto Arruda (ex-DEM) na Câmara Legislativa.

 

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O Núcleo de Organizações Criminosas também levou em conta um novo depoimento de Durval Barbosa, principal testemunha do "mensalão do DEM", realizado no último dia 10. Barbosa é ex-secretário de Relações Institucionais do governo Arruda e gravou dezenas de vídeos nos quais deputados, assessores, secretários de Estado e até o governador afastado recebem maços de dinheiro de suposta propina.

 

No pedido, os promotores afirmam que a aparição dos nomes desses deputados e suplentes nas listas apreendidas e no depoimento de Durval Barbosa, não provam a culpabilidade deles no esquema, mas comprova que há indícios da participação deles. O pedido do Ministério Público não tem data para ser julgado.

 

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Em nota, Gustavo Adolfo Moreira Marques, ex-secretário geral da Mesa Diretora da Câmara Legislativa, afirma que um dos papéis em posse da Polícia Federal, recolhido na casa de Leonardo Prudente, é de autoria dele e trata sobre a composição de cargos de confiança na Casa, e não sobre distribuição de propina.

 

Os deputados Milton Barbosa, Eurides Brito e Raimundo Ribeiro divulgaram nota à imprensa informando o nome dos servidores que teriam sido contratados para as vagas. Os três negam envolvimento no "mensalão do DEM". "Tais notícias infundadas só reforçam o meu entendimento de que realmente a nossa atuação como parlamentar tem incomodado muitas pessoas poderosas, mas estes podem ter certeza de que não me intimidarei com nenhuma ameaça", afirma Ribeiro.

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