Por Estadão

A Bloomberg nos informa que os fundos investindo nos "so-called" BRIC's (Brasil, Rússia, Índia e China, na sigla criada pela Goldman Sachs para os países que terão o maior crescimento do globo e vão alcançar Japão e EUA em 2050) estão rendendo bem acima daqueles dedicados a mercados emergentes em geral. O índice BRIC do Morgan Stanley Capital International subiu 25% em 2006, enquanto o mais geral MSCI Emerging Markets, que monitora 25 mercados emergentes, teve alta de 'apenas' 8,9%.

A moda do BRICs é recente - 75% dos fundos dedicados aos BRICs foram lançados nos últimos 12 meses.

Deus queira que, com nossa letárgica expansão do PIB, não nos expulsem dos BRICs. Argentinos maldosos, munidos de seu incompreensível (para os nossos sábios e o FMI, pelo menos) crescimento de 8,5%, já falam em ARICs. Esperemos não sair da sigla e continuar recebendo esses capitais.

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PS: como ando obcecada pelo tema viagens aéreas insalubres, aqui está uma matéria do The Guardian sobre como viajar na era do terrorismo líquido

A Bloomberg nos informa que os fundos investindo nos "so-called" BRIC's (Brasil, Rússia, Índia e China, na sigla criada pela Goldman Sachs para os países que terão o maior crescimento do globo e vão alcançar Japão e EUA em 2050) estão rendendo bem acima daqueles dedicados a mercados emergentes em geral. O índice BRIC do Morgan Stanley Capital International subiu 25% em 2006, enquanto o mais geral MSCI Emerging Markets, que monitora 25 mercados emergentes, teve alta de 'apenas' 8,9%.

A moda do BRICs é recente - 75% dos fundos dedicados aos BRICs foram lançados nos últimos 12 meses.

Deus queira que, com nossa letárgica expansão do PIB, não nos expulsem dos BRICs. Argentinos maldosos, munidos de seu incompreensível (para os nossos sábios e o FMI, pelo menos) crescimento de 8,5%, já falam em ARICs. Esperemos não sair da sigla e continuar recebendo esses capitais.

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Deus queira que, com nossa letárgica expansão do PIB, não nos expulsem dos BRICs. Argentinos maldosos, munidos de seu incompreensível (para os nossos sábios e o FMI, pelo menos) crescimento de 8,5%, já falam em ARICs. Esperemos não sair da sigla e continuar recebendo esses capitais.

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Deus queira que, com nossa letárgica expansão do PIB, não nos expulsem dos BRICs. Argentinos maldosos, munidos de seu incompreensível (para os nossos sábios e o FMI, pelo menos) crescimento de 8,5%, já falam em ARICs. Esperemos não sair da sigla e continuar recebendo esses capitais.

PS: como ando obcecada pelo tema viagens aéreas insalubres, aqui está uma matéria do The Guardian sobre como viajar na era do terrorismo líquido

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