Tucano dribla críticas a prefeito


Alckmin estréia campanha com agenda cheia e diz que cenário de largada é ?muito positivo? para PSDB

Por Moacir Assunção

Antes da visita a Ermelino Matarazzo, à noite, o candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB, Geraldo Alckmin, cumpriu extensa agenda no primeiro dia de campanha e ouviu, sem endossar, críticas de um líder comunitário do Capão Redondo, na extrema zona sul, ao prefeito Gilberto Kassab (DEM). O presidente da Sociedade Assistencial do Capão Redondo, José Gregório de Jesus, convidou o tucano para ver o córrego Ribeirão dos Brancos e disse, aos gritos, que nenhum prefeito canalizou o curso d?água. "Geraldo, com certeza, vai resolver o problema", afirmou em seguida. O tucano, que chegou a tapar o nariz ao passar pelo local, nada falou. Mais tarde, prometeu atender à reivindicação. O vereador Tião Farias (PSDB), ferrenho defensor da candidatura tucana, ironizou a terceira colocação obtida por Kassab na pesquisa Datafolha. "Nada como uma pesquisinha para criar unidade. Daqui a pouco, está todo mundo junto", comentou, referindo-se aos 11 vereadores do PSDB que apóiam o prefeito. Alckmin, mais uma vez, preferiu não se manifestar. PESQUISA Sobre o seu desempenho na pesquisa, o candidato disse considerar o cenário "muito positivo". "Estamos lá em cima, com 31% e baixa rejeição. No segundo turno, estamos ganhando", comentou Alckmin. Sua agenda do primeiro dia foi intensa: recebeu apoio do dono de uma peixaria, visitou um doente - para quem pediu uma ambulância do Samu -, tomou café em uma padaria de bairro e, por fim, refutou qualquer efeito colateral do caso Alstom na candidatura. "Não há nenhuma ligação com o meu governo", garantiu. No Capão Redondo, ele viveu um episódio inusitado. Na Rua da Calma, um Corsa preto havia tombado num buraco e estava prestes a cair em um riacho. Ao se aproximar, Alckmin escorregou e quase caiu. Um grupo finalmente ajudou a tirar o carro, sob aplausos. Alckmin ficou na "coordenação".

Antes da visita a Ermelino Matarazzo, à noite, o candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB, Geraldo Alckmin, cumpriu extensa agenda no primeiro dia de campanha e ouviu, sem endossar, críticas de um líder comunitário do Capão Redondo, na extrema zona sul, ao prefeito Gilberto Kassab (DEM). O presidente da Sociedade Assistencial do Capão Redondo, José Gregório de Jesus, convidou o tucano para ver o córrego Ribeirão dos Brancos e disse, aos gritos, que nenhum prefeito canalizou o curso d?água. "Geraldo, com certeza, vai resolver o problema", afirmou em seguida. O tucano, que chegou a tapar o nariz ao passar pelo local, nada falou. Mais tarde, prometeu atender à reivindicação. O vereador Tião Farias (PSDB), ferrenho defensor da candidatura tucana, ironizou a terceira colocação obtida por Kassab na pesquisa Datafolha. "Nada como uma pesquisinha para criar unidade. Daqui a pouco, está todo mundo junto", comentou, referindo-se aos 11 vereadores do PSDB que apóiam o prefeito. Alckmin, mais uma vez, preferiu não se manifestar. PESQUISA Sobre o seu desempenho na pesquisa, o candidato disse considerar o cenário "muito positivo". "Estamos lá em cima, com 31% e baixa rejeição. No segundo turno, estamos ganhando", comentou Alckmin. Sua agenda do primeiro dia foi intensa: recebeu apoio do dono de uma peixaria, visitou um doente - para quem pediu uma ambulância do Samu -, tomou café em uma padaria de bairro e, por fim, refutou qualquer efeito colateral do caso Alstom na candidatura. "Não há nenhuma ligação com o meu governo", garantiu. No Capão Redondo, ele viveu um episódio inusitado. Na Rua da Calma, um Corsa preto havia tombado num buraco e estava prestes a cair em um riacho. Ao se aproximar, Alckmin escorregou e quase caiu. Um grupo finalmente ajudou a tirar o carro, sob aplausos. Alckmin ficou na "coordenação".

Antes da visita a Ermelino Matarazzo, à noite, o candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB, Geraldo Alckmin, cumpriu extensa agenda no primeiro dia de campanha e ouviu, sem endossar, críticas de um líder comunitário do Capão Redondo, na extrema zona sul, ao prefeito Gilberto Kassab (DEM). O presidente da Sociedade Assistencial do Capão Redondo, José Gregório de Jesus, convidou o tucano para ver o córrego Ribeirão dos Brancos e disse, aos gritos, que nenhum prefeito canalizou o curso d?água. "Geraldo, com certeza, vai resolver o problema", afirmou em seguida. O tucano, que chegou a tapar o nariz ao passar pelo local, nada falou. Mais tarde, prometeu atender à reivindicação. O vereador Tião Farias (PSDB), ferrenho defensor da candidatura tucana, ironizou a terceira colocação obtida por Kassab na pesquisa Datafolha. "Nada como uma pesquisinha para criar unidade. Daqui a pouco, está todo mundo junto", comentou, referindo-se aos 11 vereadores do PSDB que apóiam o prefeito. Alckmin, mais uma vez, preferiu não se manifestar. PESQUISA Sobre o seu desempenho na pesquisa, o candidato disse considerar o cenário "muito positivo". "Estamos lá em cima, com 31% e baixa rejeição. No segundo turno, estamos ganhando", comentou Alckmin. Sua agenda do primeiro dia foi intensa: recebeu apoio do dono de uma peixaria, visitou um doente - para quem pediu uma ambulância do Samu -, tomou café em uma padaria de bairro e, por fim, refutou qualquer efeito colateral do caso Alstom na candidatura. "Não há nenhuma ligação com o meu governo", garantiu. No Capão Redondo, ele viveu um episódio inusitado. Na Rua da Calma, um Corsa preto havia tombado num buraco e estava prestes a cair em um riacho. Ao se aproximar, Alckmin escorregou e quase caiu. Um grupo finalmente ajudou a tirar o carro, sob aplausos. Alckmin ficou na "coordenação".

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