Doria quer repassar gestão de pacote de privatização a bancos


Deverão ser escolhidas três instituições nacionais e três internacionais

Por Adriana Ferraz
Segundo Doria, árabes têm interesse em serem gestores Foto: Adriana Ferraz/Estadão

O prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) afirmou que pretende repassar o gerenciamento de seu pacote de desestatização a bancos nacionais e internacionais. Segundo disse o tucano em entrevista à Rádio Bandeirantes na tarde desta sexta-feira, 17, em Dubai, antes de embarcar de volta ao Brasil, o processo de seleção das instituições vai começar assim que ele retornar às suas atividades no comando da Prefeitura, depois de cumprir um roteiro de reuniões nos últimos cinco dias nos Emirados Árabes e no Qatar.

"Nossa ideia, ao voltar ao Brasil, depois deste road show, é iniciar o processo, dentro do que a lei permite, para nominar provavelmente seis bancos, três internacionais e três brasileiros, para serem gerenciadores de todo o programa de privatizações da Prefeitura de São Paulo em seus 55 lotes", explicou.

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De acordo com o prefeito, os bancos podem facilitar o processo. "Vamos buscar investidores locais e internacionais. E, para isso, você precisa ter bancos que te ajudem a fazer os formatos e a fazer as negociações, seja com fundos de investimentos ou investidores diretos."

O Credit Suisse deve ser uma das três instituições internacionais a serem nomeadas por Doria, que se encontrou durante a viagem com representantes do banco na Ásia. "Ele deve fazer parte pela sua expertise em Brasil. O banco conhece profundamente o Brasil é já fez vários negócios do tipo lá", disse.

A instituição suíça diz ver potencial em projetos relacionados ao desenvolvimento imobiliário, ao futebol, aos parques públicos e também ao agronegócio, neste último caso com o Estado como parceiro.

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Veja locais e serviços que Doria quer vender aos árabes

1 | 11

Pacote de privatizações

Foto: Fernando Pereira/Secom/Divulgação
2 | 11

Planetários

Foto: JF DIÓRIO/ESTADAO
3 | 11

Autódromo de Interlagos

Foto: Marcio Fernandes/Estadão
4 | 11

Parque do Ibirapuera

Foto: Estadão
5 | 11

Parque Anhembi

Foto: Divulgação
6 | 11

Estádio do Pacaembu

Foto: Tiago Queiroz/ Estadão
7 | 11

Mercadão

Foto: André Lessa/Estadão
8 | 11

Sistema Bilhete Único

Foto: JOSE PATRICIO/ESTADÃO
9 | 11

Terminais de ônibus

Foto: Felipe Rau/Estadão
10 | 11

Cemitérios

Foto: Gabriela Biló/Estadão
11 | 11

Iluminação pública

Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO

Resumo. Antes de embarcar de volta, o prefeito ainda fez um resumo de sua primeira viagem internacional. Segundo o tucano, ficou claro na agenda cumprida em Dubai e Abu Dabi que os árabes têm interesse em serem gestores, administradores, dando a entender que pode ser viável fechar com eles negócios que envolvam concessões ou PPPs. Já no Qatar, a impressão que ficou é de que os investidores de lá preferem compras, ou seja, privatizações.

"O dinheiro do mundo está aqui, isso é muito claro. Viemos ao local certo, no momento certo. Como investidores, eles sabem que o melhor momento de compra é na baixa. O Brasil está num bom preço, tudo está em boas condições."

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Entreguismo ou modernidade? A resposta a essa pergunta provavelmente dependerá do seu posicionamento político, mas antes de tomar partido, entenda como cada uma funciona

Segundo Doria, árabes têm interesse em serem gestores Foto: Adriana Ferraz/Estadão

O prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) afirmou que pretende repassar o gerenciamento de seu pacote de desestatização a bancos nacionais e internacionais. Segundo disse o tucano em entrevista à Rádio Bandeirantes na tarde desta sexta-feira, 17, em Dubai, antes de embarcar de volta ao Brasil, o processo de seleção das instituições vai começar assim que ele retornar às suas atividades no comando da Prefeitura, depois de cumprir um roteiro de reuniões nos últimos cinco dias nos Emirados Árabes e no Qatar.

"Nossa ideia, ao voltar ao Brasil, depois deste road show, é iniciar o processo, dentro do que a lei permite, para nominar provavelmente seis bancos, três internacionais e três brasileiros, para serem gerenciadores de todo o programa de privatizações da Prefeitura de São Paulo em seus 55 lotes", explicou.

De acordo com o prefeito, os bancos podem facilitar o processo. "Vamos buscar investidores locais e internacionais. E, para isso, você precisa ter bancos que te ajudem a fazer os formatos e a fazer as negociações, seja com fundos de investimentos ou investidores diretos."

O Credit Suisse deve ser uma das três instituições internacionais a serem nomeadas por Doria, que se encontrou durante a viagem com representantes do banco na Ásia. "Ele deve fazer parte pela sua expertise em Brasil. O banco conhece profundamente o Brasil é já fez vários negócios do tipo lá", disse.

A instituição suíça diz ver potencial em projetos relacionados ao desenvolvimento imobiliário, ao futebol, aos parques públicos e também ao agronegócio, neste último caso com o Estado como parceiro.

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Foto: Marcio Fernandes/Estadão
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Foto: Estadão
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Cemitérios

Foto: Gabriela Biló/Estadão
11 | 11

Iluminação pública

Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO

Resumo. Antes de embarcar de volta, o prefeito ainda fez um resumo de sua primeira viagem internacional. Segundo o tucano, ficou claro na agenda cumprida em Dubai e Abu Dabi que os árabes têm interesse em serem gestores, administradores, dando a entender que pode ser viável fechar com eles negócios que envolvam concessões ou PPPs. Já no Qatar, a impressão que ficou é de que os investidores de lá preferem compras, ou seja, privatizações.

"O dinheiro do mundo está aqui, isso é muito claro. Viemos ao local certo, no momento certo. Como investidores, eles sabem que o melhor momento de compra é na baixa. O Brasil está num bom preço, tudo está em boas condições."

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"Nossa ideia, ao voltar ao Brasil, depois deste road show, é iniciar o processo, dentro do que a lei permite, para nominar provavelmente seis bancos, três internacionais e três brasileiros, para serem gerenciadores de todo o programa de privatizações da Prefeitura de São Paulo em seus 55 lotes", explicou.

De acordo com o prefeito, os bancos podem facilitar o processo. "Vamos buscar investidores locais e internacionais. E, para isso, você precisa ter bancos que te ajudem a fazer os formatos e a fazer as negociações, seja com fundos de investimentos ou investidores diretos."

O Credit Suisse deve ser uma das três instituições internacionais a serem nomeadas por Doria, que se encontrou durante a viagem com representantes do banco na Ásia. "Ele deve fazer parte pela sua expertise em Brasil. O banco conhece profundamente o Brasil é já fez vários negócios do tipo lá", disse.

A instituição suíça diz ver potencial em projetos relacionados ao desenvolvimento imobiliário, ao futebol, aos parques públicos e também ao agronegócio, neste último caso com o Estado como parceiro.

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Resumo. Antes de embarcar de volta, o prefeito ainda fez um resumo de sua primeira viagem internacional. Segundo o tucano, ficou claro na agenda cumprida em Dubai e Abu Dabi que os árabes têm interesse em serem gestores, administradores, dando a entender que pode ser viável fechar com eles negócios que envolvam concessões ou PPPs. Já no Qatar, a impressão que ficou é de que os investidores de lá preferem compras, ou seja, privatizações.

"O dinheiro do mundo está aqui, isso é muito claro. Viemos ao local certo, no momento certo. Como investidores, eles sabem que o melhor momento de compra é na baixa. O Brasil está num bom preço, tudo está em boas condições."

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Entreguismo ou modernidade? A resposta a essa pergunta provavelmente dependerá do seu posicionamento político, mas antes de tomar partido, entenda como cada uma funciona

Segundo Doria, árabes têm interesse em serem gestores Foto: Adriana Ferraz/Estadão

O prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) afirmou que pretende repassar o gerenciamento de seu pacote de desestatização a bancos nacionais e internacionais. Segundo disse o tucano em entrevista à Rádio Bandeirantes na tarde desta sexta-feira, 17, em Dubai, antes de embarcar de volta ao Brasil, o processo de seleção das instituições vai começar assim que ele retornar às suas atividades no comando da Prefeitura, depois de cumprir um roteiro de reuniões nos últimos cinco dias nos Emirados Árabes e no Qatar.

"Nossa ideia, ao voltar ao Brasil, depois deste road show, é iniciar o processo, dentro do que a lei permite, para nominar provavelmente seis bancos, três internacionais e três brasileiros, para serem gerenciadores de todo o programa de privatizações da Prefeitura de São Paulo em seus 55 lotes", explicou.

De acordo com o prefeito, os bancos podem facilitar o processo. "Vamos buscar investidores locais e internacionais. E, para isso, você precisa ter bancos que te ajudem a fazer os formatos e a fazer as negociações, seja com fundos de investimentos ou investidores diretos."

O Credit Suisse deve ser uma das três instituições internacionais a serem nomeadas por Doria, que se encontrou durante a viagem com representantes do banco na Ásia. "Ele deve fazer parte pela sua expertise em Brasil. O banco conhece profundamente o Brasil é já fez vários negócios do tipo lá", disse.

A instituição suíça diz ver potencial em projetos relacionados ao desenvolvimento imobiliário, ao futebol, aos parques públicos e também ao agronegócio, neste último caso com o Estado como parceiro.

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"O dinheiro do mundo está aqui, isso é muito claro. Viemos ao local certo, no momento certo. Como investidores, eles sabem que o melhor momento de compra é na baixa. O Brasil está num bom preço, tudo está em boas condições."

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