Empresário doa R$ 4,5 mil à família


Por Luciano Bottini Filho

A morte de Brayan criou uma rede de solidariedade de bolivianos no Brasil. Um empresário e presidente de uma ONG de direitos humanos que não quis se identificar deu R$ 4,5 mil à família para cobrir o que foi levado pelos ladrões. "Estou tentando fazer minha parte." Outros contribuíram como podiam. De origem boliviana, a advogada Patrícia Veiga defende a família de graça.Patrícia ajudou a comprar uma roupa branca para vestir Brayan para o velório. A família buscou, sem sucesso, uma peça de roupa do Pica-Pau; o menino queria um boneco do personagem de aniversário, que seria no sábado.

A morte de Brayan criou uma rede de solidariedade de bolivianos no Brasil. Um empresário e presidente de uma ONG de direitos humanos que não quis se identificar deu R$ 4,5 mil à família para cobrir o que foi levado pelos ladrões. "Estou tentando fazer minha parte." Outros contribuíram como podiam. De origem boliviana, a advogada Patrícia Veiga defende a família de graça.Patrícia ajudou a comprar uma roupa branca para vestir Brayan para o velório. A família buscou, sem sucesso, uma peça de roupa do Pica-Pau; o menino queria um boneco do personagem de aniversário, que seria no sábado.

A morte de Brayan criou uma rede de solidariedade de bolivianos no Brasil. Um empresário e presidente de uma ONG de direitos humanos que não quis se identificar deu R$ 4,5 mil à família para cobrir o que foi levado pelos ladrões. "Estou tentando fazer minha parte." Outros contribuíram como podiam. De origem boliviana, a advogada Patrícia Veiga defende a família de graça.Patrícia ajudou a comprar uma roupa branca para vestir Brayan para o velório. A família buscou, sem sucesso, uma peça de roupa do Pica-Pau; o menino queria um boneco do personagem de aniversário, que seria no sábado.

A morte de Brayan criou uma rede de solidariedade de bolivianos no Brasil. Um empresário e presidente de uma ONG de direitos humanos que não quis se identificar deu R$ 4,5 mil à família para cobrir o que foi levado pelos ladrões. "Estou tentando fazer minha parte." Outros contribuíram como podiam. De origem boliviana, a advogada Patrícia Veiga defende a família de graça.Patrícia ajudou a comprar uma roupa branca para vestir Brayan para o velório. A família buscou, sem sucesso, uma peça de roupa do Pica-Pau; o menino queria um boneco do personagem de aniversário, que seria no sábado.

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