Nunes afirma que ônibus da Transunião seguirão circulando após operação que investiga elo com PCC


Prefeitura alega que serviço não será interrompido e aguarda decisão judicial para avaliar possíveis medidas contra empresa

Por Rariane Costa
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Nos 20 anos desde os ataques de maio de 2006, organização criminosa se tornou um dos mais importantes atores do tráfico internacional de cocaína

A Prefeitura de São Paulo afirmou que a operação dos ônibus da empresa Transunião seguirá normalmente mesmo após a deflagração da Operação Última Parada, que investiga a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no sistema de transporte público da capital.

De acordo com o prefeito Ricardo Nunes a administração acompanha o caso e garantiu a manutenção do serviço.

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“Estamos acompanhando o desdobramento da operação ao mesmo tempo em que temos toda a atenção para que o serviço funcione plenamente, o que tem ocorrido normalmente desde as primeiras horas da manhã”, disse.

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Brasil mudou suas leis, mas resultado das estratégias de enfrentamento ainda é incerto

A ação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo, e pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil. A investigação mira supostos esquemas de lavagem de dinheiro e uso de empresas de ônibus para ocultação de patrimônio, além do cumprimento de mandados de prisão e busca em diferentes cidades do Estado.

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Nunes também citou que a Prefeitura já adotou medidas em situações semelhantes envolvendo outras empresas do setor e não descartou novas ações caso haja determinação dos órgãos competentes. Segundo ele, eventuais decisões sobre intervenção ou rompimento de contrato dependerão da notificação oficial e da análise jurídica do caso.

Ricardo Nunes é prefeito de São Paulo pelo MDB. Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Em nota, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans reforçaram que a operação da Transunião segue sem interrupções e que a frota continua atendendo normalmente as linhas sob responsabilidade da empresa. A gestão municipal destacou ainda que aguarda notificação oficial da decisão judicial para avaliar seus termos e adotar as providências necessárias.

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A Operação Última Parada também prevê bloqueio de bens e afastamento de dirigentes da empresa, mas a Prefeitura afirma que, até o momento, não houve alteração na operação do sistema de transporte.

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A Prefeitura de São Paulo afirmou que a operação dos ônibus da empresa Transunião seguirá normalmente mesmo após a deflagração da Operação Última Parada, que investiga a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no sistema de transporte público da capital.

De acordo com o prefeito Ricardo Nunes a administração acompanha o caso e garantiu a manutenção do serviço.

“Estamos acompanhando o desdobramento da operação ao mesmo tempo em que temos toda a atenção para que o serviço funcione plenamente, o que tem ocorrido normalmente desde as primeiras horas da manhã”, disse.

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A ação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo, e pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil. A investigação mira supostos esquemas de lavagem de dinheiro e uso de empresas de ônibus para ocultação de patrimônio, além do cumprimento de mandados de prisão e busca em diferentes cidades do Estado.

Nunes também citou que a Prefeitura já adotou medidas em situações semelhantes envolvendo outras empresas do setor e não descartou novas ações caso haja determinação dos órgãos competentes. Segundo ele, eventuais decisões sobre intervenção ou rompimento de contrato dependerão da notificação oficial e da análise jurídica do caso.

Ricardo Nunes é prefeito de São Paulo pelo MDB. Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Em nota, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans reforçaram que a operação da Transunião segue sem interrupções e que a frota continua atendendo normalmente as linhas sob responsabilidade da empresa. A gestão municipal destacou ainda que aguarda notificação oficial da decisão judicial para avaliar seus termos e adotar as providências necessárias.

A Operação Última Parada também prevê bloqueio de bens e afastamento de dirigentes da empresa, mas a Prefeitura afirma que, até o momento, não houve alteração na operação do sistema de transporte.

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A Prefeitura de São Paulo afirmou que a operação dos ônibus da empresa Transunião seguirá normalmente mesmo após a deflagração da Operação Última Parada, que investiga a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no sistema de transporte público da capital.

De acordo com o prefeito Ricardo Nunes a administração acompanha o caso e garantiu a manutenção do serviço.

“Estamos acompanhando o desdobramento da operação ao mesmo tempo em que temos toda a atenção para que o serviço funcione plenamente, o que tem ocorrido normalmente desde as primeiras horas da manhã”, disse.

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A ação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo, e pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil. A investigação mira supostos esquemas de lavagem de dinheiro e uso de empresas de ônibus para ocultação de patrimônio, além do cumprimento de mandados de prisão e busca em diferentes cidades do Estado.

Nunes também citou que a Prefeitura já adotou medidas em situações semelhantes envolvendo outras empresas do setor e não descartou novas ações caso haja determinação dos órgãos competentes. Segundo ele, eventuais decisões sobre intervenção ou rompimento de contrato dependerão da notificação oficial e da análise jurídica do caso.

Ricardo Nunes é prefeito de São Paulo pelo MDB. Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Em nota, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans reforçaram que a operação da Transunião segue sem interrupções e que a frota continua atendendo normalmente as linhas sob responsabilidade da empresa. A gestão municipal destacou ainda que aguarda notificação oficial da decisão judicial para avaliar seus termos e adotar as providências necessárias.

A Operação Última Parada também prevê bloqueio de bens e afastamento de dirigentes da empresa, mas a Prefeitura afirma que, até o momento, não houve alteração na operação do sistema de transporte.

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