Para religiões, cerimônia informal não tem validade


Por Paulo Sampaio

O padre Juarez de Castro, da Arquidiocese de São Paulo, explica que as cerimônias que se realizam fora da igreja não são reconhecidas como sacramento. "É preciso que a celebração ocorra dentro do espaço religioso e diante de testemunha qualificada (pela Igreja)", explica.No casamento judeu, é necessário que o celebrante seja alguém daquela fé. Independentemente da cerimônia, para valer civilmente o casamento deve ser registrado em cartório.

O padre Juarez de Castro, da Arquidiocese de São Paulo, explica que as cerimônias que se realizam fora da igreja não são reconhecidas como sacramento. "É preciso que a celebração ocorra dentro do espaço religioso e diante de testemunha qualificada (pela Igreja)", explica.No casamento judeu, é necessário que o celebrante seja alguém daquela fé. Independentemente da cerimônia, para valer civilmente o casamento deve ser registrado em cartório.

O padre Juarez de Castro, da Arquidiocese de São Paulo, explica que as cerimônias que se realizam fora da igreja não são reconhecidas como sacramento. "É preciso que a celebração ocorra dentro do espaço religioso e diante de testemunha qualificada (pela Igreja)", explica.No casamento judeu, é necessário que o celebrante seja alguém daquela fé. Independentemente da cerimônia, para valer civilmente o casamento deve ser registrado em cartório.

O padre Juarez de Castro, da Arquidiocese de São Paulo, explica que as cerimônias que se realizam fora da igreja não são reconhecidas como sacramento. "É preciso que a celebração ocorra dentro do espaço religioso e diante de testemunha qualificada (pela Igreja)", explica.No casamento judeu, é necessário que o celebrante seja alguém daquela fé. Independentemente da cerimônia, para valer civilmente o casamento deve ser registrado em cartório.

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