Brasil registra 1.954 mortes pela covid-19 em 24 horas, bate novo recorde e ultrapassa EUA


O recorde foi impulsionado pelo aumento da contaminação no Sul e Sudeste. São Paulo registrou 517 mortes pela covid-19 nesta terça, número mais alto desde o começo da pandemia

Por João Prata
Atualização:

O Brasil bateu nesta terça-feira, 9, recorde no número de mortes pela covid-19. Foram 1.954 pessoas que perderam a vida nas últimas 24 horas, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Até então o maior número era do último dia 3, quando houve 1.840 óbitos por causa do coronavírus. A marca é hoje o maior registro diário do mundo, ultrapassando os números dos Estados Unidos.

Cemitério da Vila Formosa, em São Paulo. Foto: Felipe Rau/Estadão
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A alta acontece na semana em que grande parte dos Estados começou a colocar em prática medidas mais restritivas para controlar a proliferação da doença. Os números desta terça-feira, no entanto, podem incluir óbitos e casos que não foram contabilizados durante o final de semana. Isso acontece porque nem todas as secretarias de saúde repassam os dados para o governo estadual no sábado e no domingo 

O recorde foi impulsionado pelo aumento da contaminação no Sul e Sudeste. São Paulo registrou 517 mortes pela covid-19 nesta terça, número mais alto desde o começo da pandemia. Nessas regiões, o Rio Grande do Sul foi o segundo Estado com mais óbitos, com 275, seguido por Paraná (206), Santa Catarina (108) e Rio de Janeiro (95). Ceará e Bahia também tiveram números expressivos, com 108 e 103 óbitos respectivamente. 

A média móvel de mortes ficou em 1.575, dado que representa a média dos últimos sete dias. Foram também 69.537 novos casos confirmados nas últimas 24 horas. 

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No total, o País teve 268.568 mortes acumuladas pela doença, com 11.125.017 casos. Os dados do consórcio, composto por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, são coletados junto às secretarias estaduais de saúde.  

Os dados também apontam o País perto de um colapso no sistema de saúde. No total, 25 das 27 capitais do País apresentam taxas de ocupação de leitos de UTI para covid-19 iguais ou superiores a 80%. A situação é mais grave em 16 capitais, entre elas Brasília e Rio de Janeiro, onde os percentuais ultrapassam os 90%.

As informações são do Observatório Fiocruz Covid-19, divulgado no fim da tarde desta terça-feira, 9. Os especialistas da instituição alertaram para a gravidade da situação e para a necessidade de adoção de medidas de restrição de circulação mais rigorosas.

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Segundo o Ministério da Saúde, 9.843.218 pessoas se recuperaram da covid-19 e há outras 1.010841 em acompanhamento. Na conta do ministério, que difere do consórcio em razão do horário de coleta, o País soma 11.122.429 casos, sendo 70.764 novos no último dia, e 268.370 óbitos, sendo 1.972 nas últimas 24 horas.

Mortes no Brasil passam da marca registrada nos EUA

O número de vítimas diárias da covid-19 no Brasil foi o maior do mundo nesta terça-feira, na comparação com dados divulgados até 20h. Dados da Universidade Johns Hopkins mostram que a média móvel diária de óbitos nos Estados Unidos caiu de 1.910 para 1.563 nos últimos 14 dias. A letalidade da doença nas cidades americanas historicamente liderava as estatísticas absolutas, com mais de 4 mil registros em um único dia, como chegou a acontecer em janeiro. 

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Com o avanço de uma ampla campanha de vacinação, com mais de 90 milhões de doses aplicadas e 18% da população imunizada com ao menos a primeira dose, os Estados Unidos têm visto os números caírem ao longo das últimas semanas. Nesta terça-feira, levantamento do jornal The Washington Post aponta 1.853 novas mortes nas últimas 24 horas. Nas contas do periódico americano, a média móvel está em 1.629 vítimas na última semana, a menor contagem desde o fim de novembro. No total, o país lidera as estatísticas de mortes, com 527,4 mil vítimas da doença. /COLABOROU MARCO ANTÔNIO CARVALHO

O Brasil bateu nesta terça-feira, 9, recorde no número de mortes pela covid-19. Foram 1.954 pessoas que perderam a vida nas últimas 24 horas, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Até então o maior número era do último dia 3, quando houve 1.840 óbitos por causa do coronavírus. A marca é hoje o maior registro diário do mundo, ultrapassando os números dos Estados Unidos.

Cemitério da Vila Formosa, em São Paulo. Foto: Felipe Rau/Estadão

A alta acontece na semana em que grande parte dos Estados começou a colocar em prática medidas mais restritivas para controlar a proliferação da doença. Os números desta terça-feira, no entanto, podem incluir óbitos e casos que não foram contabilizados durante o final de semana. Isso acontece porque nem todas as secretarias de saúde repassam os dados para o governo estadual no sábado e no domingo 

O recorde foi impulsionado pelo aumento da contaminação no Sul e Sudeste. São Paulo registrou 517 mortes pela covid-19 nesta terça, número mais alto desde o começo da pandemia. Nessas regiões, o Rio Grande do Sul foi o segundo Estado com mais óbitos, com 275, seguido por Paraná (206), Santa Catarina (108) e Rio de Janeiro (95). Ceará e Bahia também tiveram números expressivos, com 108 e 103 óbitos respectivamente. 

A média móvel de mortes ficou em 1.575, dado que representa a média dos últimos sete dias. Foram também 69.537 novos casos confirmados nas últimas 24 horas. 

No total, o País teve 268.568 mortes acumuladas pela doença, com 11.125.017 casos. Os dados do consórcio, composto por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, são coletados junto às secretarias estaduais de saúde.  

Os dados também apontam o País perto de um colapso no sistema de saúde. No total, 25 das 27 capitais do País apresentam taxas de ocupação de leitos de UTI para covid-19 iguais ou superiores a 80%. A situação é mais grave em 16 capitais, entre elas Brasília e Rio de Janeiro, onde os percentuais ultrapassam os 90%.

As informações são do Observatório Fiocruz Covid-19, divulgado no fim da tarde desta terça-feira, 9. Os especialistas da instituição alertaram para a gravidade da situação e para a necessidade de adoção de medidas de restrição de circulação mais rigorosas.

Segundo o Ministério da Saúde, 9.843.218 pessoas se recuperaram da covid-19 e há outras 1.010841 em acompanhamento. Na conta do ministério, que difere do consórcio em razão do horário de coleta, o País soma 11.122.429 casos, sendo 70.764 novos no último dia, e 268.370 óbitos, sendo 1.972 nas últimas 24 horas.

Mortes no Brasil passam da marca registrada nos EUA

O número de vítimas diárias da covid-19 no Brasil foi o maior do mundo nesta terça-feira, na comparação com dados divulgados até 20h. Dados da Universidade Johns Hopkins mostram que a média móvel diária de óbitos nos Estados Unidos caiu de 1.910 para 1.563 nos últimos 14 dias. A letalidade da doença nas cidades americanas historicamente liderava as estatísticas absolutas, com mais de 4 mil registros em um único dia, como chegou a acontecer em janeiro. 

Com o avanço de uma ampla campanha de vacinação, com mais de 90 milhões de doses aplicadas e 18% da população imunizada com ao menos a primeira dose, os Estados Unidos têm visto os números caírem ao longo das últimas semanas. Nesta terça-feira, levantamento do jornal The Washington Post aponta 1.853 novas mortes nas últimas 24 horas. Nas contas do periódico americano, a média móvel está em 1.629 vítimas na última semana, a menor contagem desde o fim de novembro. No total, o país lidera as estatísticas de mortes, com 527,4 mil vítimas da doença. /COLABOROU MARCO ANTÔNIO CARVALHO

O Brasil bateu nesta terça-feira, 9, recorde no número de mortes pela covid-19. Foram 1.954 pessoas que perderam a vida nas últimas 24 horas, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Até então o maior número era do último dia 3, quando houve 1.840 óbitos por causa do coronavírus. A marca é hoje o maior registro diário do mundo, ultrapassando os números dos Estados Unidos.

Cemitério da Vila Formosa, em São Paulo. Foto: Felipe Rau/Estadão

A alta acontece na semana em que grande parte dos Estados começou a colocar em prática medidas mais restritivas para controlar a proliferação da doença. Os números desta terça-feira, no entanto, podem incluir óbitos e casos que não foram contabilizados durante o final de semana. Isso acontece porque nem todas as secretarias de saúde repassam os dados para o governo estadual no sábado e no domingo 

O recorde foi impulsionado pelo aumento da contaminação no Sul e Sudeste. São Paulo registrou 517 mortes pela covid-19 nesta terça, número mais alto desde o começo da pandemia. Nessas regiões, o Rio Grande do Sul foi o segundo Estado com mais óbitos, com 275, seguido por Paraná (206), Santa Catarina (108) e Rio de Janeiro (95). Ceará e Bahia também tiveram números expressivos, com 108 e 103 óbitos respectivamente. 

A média móvel de mortes ficou em 1.575, dado que representa a média dos últimos sete dias. Foram também 69.537 novos casos confirmados nas últimas 24 horas. 

No total, o País teve 268.568 mortes acumuladas pela doença, com 11.125.017 casos. Os dados do consórcio, composto por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, são coletados junto às secretarias estaduais de saúde.  

Os dados também apontam o País perto de um colapso no sistema de saúde. No total, 25 das 27 capitais do País apresentam taxas de ocupação de leitos de UTI para covid-19 iguais ou superiores a 80%. A situação é mais grave em 16 capitais, entre elas Brasília e Rio de Janeiro, onde os percentuais ultrapassam os 90%.

As informações são do Observatório Fiocruz Covid-19, divulgado no fim da tarde desta terça-feira, 9. Os especialistas da instituição alertaram para a gravidade da situação e para a necessidade de adoção de medidas de restrição de circulação mais rigorosas.

Segundo o Ministério da Saúde, 9.843.218 pessoas se recuperaram da covid-19 e há outras 1.010841 em acompanhamento. Na conta do ministério, que difere do consórcio em razão do horário de coleta, o País soma 11.122.429 casos, sendo 70.764 novos no último dia, e 268.370 óbitos, sendo 1.972 nas últimas 24 horas.

Mortes no Brasil passam da marca registrada nos EUA

O número de vítimas diárias da covid-19 no Brasil foi o maior do mundo nesta terça-feira, na comparação com dados divulgados até 20h. Dados da Universidade Johns Hopkins mostram que a média móvel diária de óbitos nos Estados Unidos caiu de 1.910 para 1.563 nos últimos 14 dias. A letalidade da doença nas cidades americanas historicamente liderava as estatísticas absolutas, com mais de 4 mil registros em um único dia, como chegou a acontecer em janeiro. 

Com o avanço de uma ampla campanha de vacinação, com mais de 90 milhões de doses aplicadas e 18% da população imunizada com ao menos a primeira dose, os Estados Unidos têm visto os números caírem ao longo das últimas semanas. Nesta terça-feira, levantamento do jornal The Washington Post aponta 1.853 novas mortes nas últimas 24 horas. Nas contas do periódico americano, a média móvel está em 1.629 vítimas na última semana, a menor contagem desde o fim de novembro. No total, o país lidera as estatísticas de mortes, com 527,4 mil vítimas da doença. /COLABOROU MARCO ANTÔNIO CARVALHO

O Brasil bateu nesta terça-feira, 9, recorde no número de mortes pela covid-19. Foram 1.954 pessoas que perderam a vida nas últimas 24 horas, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Até então o maior número era do último dia 3, quando houve 1.840 óbitos por causa do coronavírus. A marca é hoje o maior registro diário do mundo, ultrapassando os números dos Estados Unidos.

Cemitério da Vila Formosa, em São Paulo. Foto: Felipe Rau/Estadão

A alta acontece na semana em que grande parte dos Estados começou a colocar em prática medidas mais restritivas para controlar a proliferação da doença. Os números desta terça-feira, no entanto, podem incluir óbitos e casos que não foram contabilizados durante o final de semana. Isso acontece porque nem todas as secretarias de saúde repassam os dados para o governo estadual no sábado e no domingo 

O recorde foi impulsionado pelo aumento da contaminação no Sul e Sudeste. São Paulo registrou 517 mortes pela covid-19 nesta terça, número mais alto desde o começo da pandemia. Nessas regiões, o Rio Grande do Sul foi o segundo Estado com mais óbitos, com 275, seguido por Paraná (206), Santa Catarina (108) e Rio de Janeiro (95). Ceará e Bahia também tiveram números expressivos, com 108 e 103 óbitos respectivamente. 

A média móvel de mortes ficou em 1.575, dado que representa a média dos últimos sete dias. Foram também 69.537 novos casos confirmados nas últimas 24 horas. 

No total, o País teve 268.568 mortes acumuladas pela doença, com 11.125.017 casos. Os dados do consórcio, composto por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, são coletados junto às secretarias estaduais de saúde.  

Os dados também apontam o País perto de um colapso no sistema de saúde. No total, 25 das 27 capitais do País apresentam taxas de ocupação de leitos de UTI para covid-19 iguais ou superiores a 80%. A situação é mais grave em 16 capitais, entre elas Brasília e Rio de Janeiro, onde os percentuais ultrapassam os 90%.

As informações são do Observatório Fiocruz Covid-19, divulgado no fim da tarde desta terça-feira, 9. Os especialistas da instituição alertaram para a gravidade da situação e para a necessidade de adoção de medidas de restrição de circulação mais rigorosas.

Segundo o Ministério da Saúde, 9.843.218 pessoas se recuperaram da covid-19 e há outras 1.010841 em acompanhamento. Na conta do ministério, que difere do consórcio em razão do horário de coleta, o País soma 11.122.429 casos, sendo 70.764 novos no último dia, e 268.370 óbitos, sendo 1.972 nas últimas 24 horas.

Mortes no Brasil passam da marca registrada nos EUA

O número de vítimas diárias da covid-19 no Brasil foi o maior do mundo nesta terça-feira, na comparação com dados divulgados até 20h. Dados da Universidade Johns Hopkins mostram que a média móvel diária de óbitos nos Estados Unidos caiu de 1.910 para 1.563 nos últimos 14 dias. A letalidade da doença nas cidades americanas historicamente liderava as estatísticas absolutas, com mais de 4 mil registros em um único dia, como chegou a acontecer em janeiro. 

Com o avanço de uma ampla campanha de vacinação, com mais de 90 milhões de doses aplicadas e 18% da população imunizada com ao menos a primeira dose, os Estados Unidos têm visto os números caírem ao longo das últimas semanas. Nesta terça-feira, levantamento do jornal The Washington Post aponta 1.853 novas mortes nas últimas 24 horas. Nas contas do periódico americano, a média móvel está em 1.629 vítimas na última semana, a menor contagem desde o fim de novembro. No total, o país lidera as estatísticas de mortes, com 527,4 mil vítimas da doença. /COLABOROU MARCO ANTÔNIO CARVALHO

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