Cremesp incentiva médicos de SP a combater fake news sobre saúde


Recomendação é que profissionais, ao tomar conhecimento de alguma informação falsa, apresentem conteúdo com base científica sobre o assunto

Por Paula Felix

SÃO PAULO - O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) iniciou uma mobilização para que os médicos inscritos na entidade ajudem a combater as fake news em redes sociais. O foco inicial será nas campanhas de vacinação.

"Na realidade, foi uma provocação pela constatação de que a vacinação tem caído no Brasil e isso é de interesse de saúde pública. Existem muitas notícias falsas sobre vacinação que acabam prejudicando a situação de várias doenças infectocontagiosas. Acreditamos, como conselho, que o Estado com mais de 140 mil médicos inscritos pode ajudar a desmentir as fake news", explica Mário Jorge Tsuchiya, presidente do Cremesp.

Vacinação será o foco da campanha Foto: Gabriela Biló/Estadão
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A recomendação do conselho é que os médicos, ao tomar conhecimento de alguma informação falsa, apresentem conteúdo com base científica sobre o assunto.

"Eles já podem desmentir de imediato e, caso necessário, encaminhar para um telefone do Ministério da Saúde."

Em agosto do ano passado, o ministério lançou um canal para que a população possa verificar se uma informação sobre que circula nas redes sociais é verdadeira ou falsa. Ao receber um conteúdo, o cidadão pode encaminhar pelo WhatsApp para o número (61) 99289-4640 e técnicos checam a veracidade da informação.

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Tsuchiya alerta que os médicos, ao usar as redes sociais, devem respeitar o código de ética da profissão. "O profissional não pode prescrever pelas redes sociais, fazer propaganda nem oferecer informações sobre tratamento e doença."

SÃO PAULO - O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) iniciou uma mobilização para que os médicos inscritos na entidade ajudem a combater as fake news em redes sociais. O foco inicial será nas campanhas de vacinação.

"Na realidade, foi uma provocação pela constatação de que a vacinação tem caído no Brasil e isso é de interesse de saúde pública. Existem muitas notícias falsas sobre vacinação que acabam prejudicando a situação de várias doenças infectocontagiosas. Acreditamos, como conselho, que o Estado com mais de 140 mil médicos inscritos pode ajudar a desmentir as fake news", explica Mário Jorge Tsuchiya, presidente do Cremesp.

Vacinação será o foco da campanha Foto: Gabriela Biló/Estadão

A recomendação do conselho é que os médicos, ao tomar conhecimento de alguma informação falsa, apresentem conteúdo com base científica sobre o assunto.

"Eles já podem desmentir de imediato e, caso necessário, encaminhar para um telefone do Ministério da Saúde."

Em agosto do ano passado, o ministério lançou um canal para que a população possa verificar se uma informação sobre que circula nas redes sociais é verdadeira ou falsa. Ao receber um conteúdo, o cidadão pode encaminhar pelo WhatsApp para o número (61) 99289-4640 e técnicos checam a veracidade da informação.

Tsuchiya alerta que os médicos, ao usar as redes sociais, devem respeitar o código de ética da profissão. "O profissional não pode prescrever pelas redes sociais, fazer propaganda nem oferecer informações sobre tratamento e doença."

SÃO PAULO - O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) iniciou uma mobilização para que os médicos inscritos na entidade ajudem a combater as fake news em redes sociais. O foco inicial será nas campanhas de vacinação.

"Na realidade, foi uma provocação pela constatação de que a vacinação tem caído no Brasil e isso é de interesse de saúde pública. Existem muitas notícias falsas sobre vacinação que acabam prejudicando a situação de várias doenças infectocontagiosas. Acreditamos, como conselho, que o Estado com mais de 140 mil médicos inscritos pode ajudar a desmentir as fake news", explica Mário Jorge Tsuchiya, presidente do Cremesp.

Vacinação será o foco da campanha Foto: Gabriela Biló/Estadão

A recomendação do conselho é que os médicos, ao tomar conhecimento de alguma informação falsa, apresentem conteúdo com base científica sobre o assunto.

"Eles já podem desmentir de imediato e, caso necessário, encaminhar para um telefone do Ministério da Saúde."

Em agosto do ano passado, o ministério lançou um canal para que a população possa verificar se uma informação sobre que circula nas redes sociais é verdadeira ou falsa. Ao receber um conteúdo, o cidadão pode encaminhar pelo WhatsApp para o número (61) 99289-4640 e técnicos checam a veracidade da informação.

Tsuchiya alerta que os médicos, ao usar as redes sociais, devem respeitar o código de ética da profissão. "O profissional não pode prescrever pelas redes sociais, fazer propaganda nem oferecer informações sobre tratamento e doença."

SÃO PAULO - O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) iniciou uma mobilização para que os médicos inscritos na entidade ajudem a combater as fake news em redes sociais. O foco inicial será nas campanhas de vacinação.

"Na realidade, foi uma provocação pela constatação de que a vacinação tem caído no Brasil e isso é de interesse de saúde pública. Existem muitas notícias falsas sobre vacinação que acabam prejudicando a situação de várias doenças infectocontagiosas. Acreditamos, como conselho, que o Estado com mais de 140 mil médicos inscritos pode ajudar a desmentir as fake news", explica Mário Jorge Tsuchiya, presidente do Cremesp.

Vacinação será o foco da campanha Foto: Gabriela Biló/Estadão

A recomendação do conselho é que os médicos, ao tomar conhecimento de alguma informação falsa, apresentem conteúdo com base científica sobre o assunto.

"Eles já podem desmentir de imediato e, caso necessário, encaminhar para um telefone do Ministério da Saúde."

Em agosto do ano passado, o ministério lançou um canal para que a população possa verificar se uma informação sobre que circula nas redes sociais é verdadeira ou falsa. Ao receber um conteúdo, o cidadão pode encaminhar pelo WhatsApp para o número (61) 99289-4640 e técnicos checam a veracidade da informação.

Tsuchiya alerta que os médicos, ao usar as redes sociais, devem respeitar o código de ética da profissão. "O profissional não pode prescrever pelas redes sociais, fazer propaganda nem oferecer informações sobre tratamento e doença."

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