Diagnosticado com vírus da zika, professor morre no Rio


Terceiro caso relatado no País, docente recebeu atendimento em posto há 8 dias; para a família, houve negligência

Por Clarissa Thomé
O mosquito 'Aedes aegypti' é transmissor do zika, da dengue e da chikungunya Foto: James Gathany/CDC/AP

RIO - A Secretaria de Estado de Saúde investiga a morte do professor universitário Bruno Rodrigues de Almeida, de 37 anos, por suspeita de zika. Professor de Direito Constitucional da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, ele foi atendido em um posto de saúde de Niterói, no Grande Rio, onde morava, e recebeu o diagnóstico de suspeita de zika, há oito dias.

Hipertenso e diabético, Almeida despertou na segunda-feira, com forte mal-estar. Morreu antes que pudesse ser socorrido. Para a família, houve negligência no atendimento do posto de saúde do bairro Engenhoca, que liberou o professor. “Foi total incompetência”, afirma o irmão, o designer gráfico Gustavo Almeida. Almeida começou a ter os primeiros sintomas na segunda-feira, dia 22 - febre, dores no corpo, diarreia.

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Apesar de ter plano de saúde, procurou um posto de saúde por acreditar que os médicos estariam mais familiarizados com casos de dengue e zika. “No posto, constataram que ele estava com zika, deram soro e o mandaram para casa. No dia seguinte, ele tinha muita dificuldade para se locomover, as juntas doíam, parecia que estava paralisando. Deram mais soro, antibiótico e o mandaram para casa novamente”, contou o professor Paulo Cosme, seu colega na Rural. “É lamentável o que aconteceu. A saúde pública não deu atenção”, afirmou.

Até as 19 horas, a Secretaria de Saúde de Niterói não havia se manifestado sobre o caso. Oficialmente, foram confirmadas pelo Ministério da Saúde duas mortes por zika no País, com base em exames laboratoriais: uma em São Luís (MA) e outra em Benevides (PA). 

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Países juntam esforços para combater a proliferação da doença e diminuir os casos de microcefalia, antes que o vírus atinja a África e a Ásia - continentes com maior taxa de natalidade

O mosquito 'Aedes aegypti' é transmissor do zika, da dengue e da chikungunya Foto: James Gathany/CDC/AP

RIO - A Secretaria de Estado de Saúde investiga a morte do professor universitário Bruno Rodrigues de Almeida, de 37 anos, por suspeita de zika. Professor de Direito Constitucional da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, ele foi atendido em um posto de saúde de Niterói, no Grande Rio, onde morava, e recebeu o diagnóstico de suspeita de zika, há oito dias.

Hipertenso e diabético, Almeida despertou na segunda-feira, com forte mal-estar. Morreu antes que pudesse ser socorrido. Para a família, houve negligência no atendimento do posto de saúde do bairro Engenhoca, que liberou o professor. “Foi total incompetência”, afirma o irmão, o designer gráfico Gustavo Almeida. Almeida começou a ter os primeiros sintomas na segunda-feira, dia 22 - febre, dores no corpo, diarreia.

Apesar de ter plano de saúde, procurou um posto de saúde por acreditar que os médicos estariam mais familiarizados com casos de dengue e zika. “No posto, constataram que ele estava com zika, deram soro e o mandaram para casa. No dia seguinte, ele tinha muita dificuldade para se locomover, as juntas doíam, parecia que estava paralisando. Deram mais soro, antibiótico e o mandaram para casa novamente”, contou o professor Paulo Cosme, seu colega na Rural. “É lamentável o que aconteceu. A saúde pública não deu atenção”, afirmou.

Até as 19 horas, a Secretaria de Saúde de Niterói não havia se manifestado sobre o caso. Oficialmente, foram confirmadas pelo Ministério da Saúde duas mortes por zika no País, com base em exames laboratoriais: uma em São Luís (MA) e outra em Benevides (PA). 

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Países juntam esforços para combater a proliferação da doença e diminuir os casos de microcefalia, antes que o vírus atinja a África e a Ásia - continentes com maior taxa de natalidade

O mosquito 'Aedes aegypti' é transmissor do zika, da dengue e da chikungunya Foto: James Gathany/CDC/AP

RIO - A Secretaria de Estado de Saúde investiga a morte do professor universitário Bruno Rodrigues de Almeida, de 37 anos, por suspeita de zika. Professor de Direito Constitucional da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, ele foi atendido em um posto de saúde de Niterói, no Grande Rio, onde morava, e recebeu o diagnóstico de suspeita de zika, há oito dias.

Hipertenso e diabético, Almeida despertou na segunda-feira, com forte mal-estar. Morreu antes que pudesse ser socorrido. Para a família, houve negligência no atendimento do posto de saúde do bairro Engenhoca, que liberou o professor. “Foi total incompetência”, afirma o irmão, o designer gráfico Gustavo Almeida. Almeida começou a ter os primeiros sintomas na segunda-feira, dia 22 - febre, dores no corpo, diarreia.

Apesar de ter plano de saúde, procurou um posto de saúde por acreditar que os médicos estariam mais familiarizados com casos de dengue e zika. “No posto, constataram que ele estava com zika, deram soro e o mandaram para casa. No dia seguinte, ele tinha muita dificuldade para se locomover, as juntas doíam, parecia que estava paralisando. Deram mais soro, antibiótico e o mandaram para casa novamente”, contou o professor Paulo Cosme, seu colega na Rural. “É lamentável o que aconteceu. A saúde pública não deu atenção”, afirmou.

Até as 19 horas, a Secretaria de Saúde de Niterói não havia se manifestado sobre o caso. Oficialmente, foram confirmadas pelo Ministério da Saúde duas mortes por zika no País, com base em exames laboratoriais: uma em São Luís (MA) e outra em Benevides (PA). 

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RIO - A Secretaria de Estado de Saúde investiga a morte do professor universitário Bruno Rodrigues de Almeida, de 37 anos, por suspeita de zika. Professor de Direito Constitucional da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, ele foi atendido em um posto de saúde de Niterói, no Grande Rio, onde morava, e recebeu o diagnóstico de suspeita de zika, há oito dias.

Hipertenso e diabético, Almeida despertou na segunda-feira, com forte mal-estar. Morreu antes que pudesse ser socorrido. Para a família, houve negligência no atendimento do posto de saúde do bairro Engenhoca, que liberou o professor. “Foi total incompetência”, afirma o irmão, o designer gráfico Gustavo Almeida. Almeida começou a ter os primeiros sintomas na segunda-feira, dia 22 - febre, dores no corpo, diarreia.

Apesar de ter plano de saúde, procurou um posto de saúde por acreditar que os médicos estariam mais familiarizados com casos de dengue e zika. “No posto, constataram que ele estava com zika, deram soro e o mandaram para casa. No dia seguinte, ele tinha muita dificuldade para se locomover, as juntas doíam, parecia que estava paralisando. Deram mais soro, antibiótico e o mandaram para casa novamente”, contou o professor Paulo Cosme, seu colega na Rural. “É lamentável o que aconteceu. A saúde pública não deu atenção”, afirmou.

Até as 19 horas, a Secretaria de Saúde de Niterói não havia se manifestado sobre o caso. Oficialmente, foram confirmadas pelo Ministério da Saúde duas mortes por zika no País, com base em exames laboratoriais: uma em São Luís (MA) e outra em Benevides (PA). 

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