Ipen prepara reator para operar em potência máxima


Em abril, o IEA-R1 já operou a 5 megawatt; nova ampliação vai aumentar o fluxo de nêutrons que são usados para a produção de radiofármacos

Por Agência Fapesp

O reator de pesquisas IEA-R1 do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) operou durante o mês de abril em sua potência máxima, a 5 megawatt.

 

De acordo com o Ipen, a ampliação da potência do reator possibilitará aumentar o fluxo de nêutrons nas posições de irradiação de amostras, onde são produzidos radioisótopos – utilizados para produção de radiofármacos para diagnóstico nas áreas de oncologia, cardiologia e neurologia, além de na agricultura, indústria e pesquisa. Além disso, permitirá a proposição de novos projetos.

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Nos últimos anos foram realizadas modernizações em equipamentos e infraestrutura e o reator vem aumentando gradativamente sua potência.

 

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Em 2011, o reator operou a 4 megawatt no primeiro semestre e a 4,5 megawatt no segundo semestre. A previsão é de que até o fim de 2012 o reator passe a operar continuamente à potência máxima de 5 megawatt.

 

Segundo o Ipen, a operação do reator à potência máxima em abril permitiu que aspectos de segurança, produção e pesquisa fossem reavaliados.

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Mais informações: www.ipen.br/sitio/?idc=11446.

 

O reator de pesquisas IEA-R1 do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) operou durante o mês de abril em sua potência máxima, a 5 megawatt.

 

De acordo com o Ipen, a ampliação da potência do reator possibilitará aumentar o fluxo de nêutrons nas posições de irradiação de amostras, onde são produzidos radioisótopos – utilizados para produção de radiofármacos para diagnóstico nas áreas de oncologia, cardiologia e neurologia, além de na agricultura, indústria e pesquisa. Além disso, permitirá a proposição de novos projetos.

 

Nos últimos anos foram realizadas modernizações em equipamentos e infraestrutura e o reator vem aumentando gradativamente sua potência.

 

Em 2011, o reator operou a 4 megawatt no primeiro semestre e a 4,5 megawatt no segundo semestre. A previsão é de que até o fim de 2012 o reator passe a operar continuamente à potência máxima de 5 megawatt.

 

Segundo o Ipen, a operação do reator à potência máxima em abril permitiu que aspectos de segurança, produção e pesquisa fossem reavaliados.

 

Mais informações: www.ipen.br/sitio/?idc=11446.

 

O reator de pesquisas IEA-R1 do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) operou durante o mês de abril em sua potência máxima, a 5 megawatt.

 

De acordo com o Ipen, a ampliação da potência do reator possibilitará aumentar o fluxo de nêutrons nas posições de irradiação de amostras, onde são produzidos radioisótopos – utilizados para produção de radiofármacos para diagnóstico nas áreas de oncologia, cardiologia e neurologia, além de na agricultura, indústria e pesquisa. Além disso, permitirá a proposição de novos projetos.

 

Nos últimos anos foram realizadas modernizações em equipamentos e infraestrutura e o reator vem aumentando gradativamente sua potência.

 

Em 2011, o reator operou a 4 megawatt no primeiro semestre e a 4,5 megawatt no segundo semestre. A previsão é de que até o fim de 2012 o reator passe a operar continuamente à potência máxima de 5 megawatt.

 

Segundo o Ipen, a operação do reator à potência máxima em abril permitiu que aspectos de segurança, produção e pesquisa fossem reavaliados.

 

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Nos últimos anos foram realizadas modernizações em equipamentos e infraestrutura e o reator vem aumentando gradativamente sua potência.

 

Em 2011, o reator operou a 4 megawatt no primeiro semestre e a 4,5 megawatt no segundo semestre. A previsão é de que até o fim de 2012 o reator passe a operar continuamente à potência máxima de 5 megawatt.

 

Segundo o Ipen, a operação do reator à potência máxima em abril permitiu que aspectos de segurança, produção e pesquisa fossem reavaliados.

 

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