Tanzânia e Zâmbia têm negada pela ONU autorização para vender marfim


Metade do marfim dos estoques dos governo desses países tem origem desconhecida

Por Redação

O órgão das Nações Unidas que trata do comércio de vida animal rejeitou pedidos da Tanzânia e da Zâmbia para vender marfim. Uma votação esta semana no encontro na reunião da Convenção Internacional sobre o Comércio de Espécies Ameaçadas (CITES, na sigla em inglês) em Doha, no Catar, negou autorização para uma única venda de estoques governamentais.

 

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Um relatório preparado pelo órgão encarregado de monitorar o comércio ilegal da fauna, Traffic, divulgado pouco antes da conferência manifestou preocupação de que organizações criminosas estariam se envolvendo na caça de elefantes na Tanzânia e no contrabando do marfim.

 

O documento também disse que quase a metade do marfim dos estoques do governo têm origem desconhecida.

 

Grupos de preservação dos animais disseram que a autorização excepcional do comércio garante a contínua existência de um mercado para o marfim.

 

A última venda autorizada - em Botsuana, Namíbia, África do Sul e Zimbábue - ocorreu em 2008.

O órgão das Nações Unidas que trata do comércio de vida animal rejeitou pedidos da Tanzânia e da Zâmbia para vender marfim. Uma votação esta semana no encontro na reunião da Convenção Internacional sobre o Comércio de Espécies Ameaçadas (CITES, na sigla em inglês) em Doha, no Catar, negou autorização para uma única venda de estoques governamentais.

 

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Um relatório preparado pelo órgão encarregado de monitorar o comércio ilegal da fauna, Traffic, divulgado pouco antes da conferência manifestou preocupação de que organizações criminosas estariam se envolvendo na caça de elefantes na Tanzânia e no contrabando do marfim.

 

O documento também disse que quase a metade do marfim dos estoques do governo têm origem desconhecida.

 

Grupos de preservação dos animais disseram que a autorização excepcional do comércio garante a contínua existência de um mercado para o marfim.

 

A última venda autorizada - em Botsuana, Namíbia, África do Sul e Zimbábue - ocorreu em 2008.

O órgão das Nações Unidas que trata do comércio de vida animal rejeitou pedidos da Tanzânia e da Zâmbia para vender marfim. Uma votação esta semana no encontro na reunião da Convenção Internacional sobre o Comércio de Espécies Ameaçadas (CITES, na sigla em inglês) em Doha, no Catar, negou autorização para uma única venda de estoques governamentais.

 

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O documento também disse que quase a metade do marfim dos estoques do governo têm origem desconhecida.

 

Grupos de preservação dos animais disseram que a autorização excepcional do comércio garante a contínua existência de um mercado para o marfim.

 

A última venda autorizada - em Botsuana, Namíbia, África do Sul e Zimbábue - ocorreu em 2008.

O órgão das Nações Unidas que trata do comércio de vida animal rejeitou pedidos da Tanzânia e da Zâmbia para vender marfim. Uma votação esta semana no encontro na reunião da Convenção Internacional sobre o Comércio de Espécies Ameaçadas (CITES, na sigla em inglês) em Doha, no Catar, negou autorização para uma única venda de estoques governamentais.

 

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Grupos de preservação dos animais disseram que a autorização excepcional do comércio garante a contínua existência de um mercado para o marfim.

 

A última venda autorizada - em Botsuana, Namíbia, África do Sul e Zimbábue - ocorreu em 2008.

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