Samsung e LG se unem para vencer restrições comerciais do Japão


O impasse comercial entre o Japão e a Coreia do Sul fará as gigantes sul-coreanas cooperarem para resolver o problema do fornecimento de componentes

Por Ramalho Lima
 

A Samsung e a LG estão se unindo para minimizar os impactos causados pelas restrições comerciais do Japão à Coreia do Sul. Nessa primeira parceria anunciada, a LG será uma das fornecedoras de baterias para o Galaxy Note 10.

Não se tem ideia de quanto tempo a disputa comercial entre as duas nações pode durar, mas presume-se que ela não acabará tão cedo. Por isso, as duas empresas já iniciaram suas estratégias para diversificar a gama de fornecedores de componentes para vários tipos de equipamentos.

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(Fonte: Dhaka Tribune/Reprodução) 

O desacordo

Desde o dia 4 de julho, o Japão vem impondo severas sansões comerciais à Coreia do Sul. A razão para os obstáculos foi a decisão da Suprema Corte da Coreia do Sul, tomada em outubro de 2018, de que a Nippon Steel deveria compensar os trabalhadores sul-coreanos pelos trabalhos forçados durante a Segunda Guerra Mundial.

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Samsung procura alternativas

Entre as restrições comerciais japonesas estão três materiais (poli-imida fluorada, fotorresistente e fluoreto de hidrogênio) que influenciam diretamente na fabricação de chips e telas da Samsung. A saída foi a companhia se voltar para o mercado interno, procurando parceiros na própria Coreia do Sul, além de manter contato com empresas da China e de Taiwan.

Duas das empresas locais que poderiam suprir a Samsung com o material necessário para a produção de telas dobráveis são SKC e Kolon Industries. A parceria seria essencial para que o estoque do material não chegue ao fim e comprometa a futura produção de unidades do Galaxy Fold. Por enquanto, a reserva atual é suficiente para o lançamento do dispositivo, que deverá ocorrer no segundo semestre de 2019.

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Já o acordo entre a Samsung e a LG está apenas no início, mas, como as duas fabricam vários produtos em comum, é esperado que a parceria seja vantajosa para ambas.

 

A Samsung e a LG estão se unindo para minimizar os impactos causados pelas restrições comerciais do Japão à Coreia do Sul. Nessa primeira parceria anunciada, a LG será uma das fornecedoras de baterias para o Galaxy Note 10.

Não se tem ideia de quanto tempo a disputa comercial entre as duas nações pode durar, mas presume-se que ela não acabará tão cedo. Por isso, as duas empresas já iniciaram suas estratégias para diversificar a gama de fornecedores de componentes para vários tipos de equipamentos.

(Fonte: Dhaka Tribune/Reprodução) 

O desacordo

Desde o dia 4 de julho, o Japão vem impondo severas sansões comerciais à Coreia do Sul. A razão para os obstáculos foi a decisão da Suprema Corte da Coreia do Sul, tomada em outubro de 2018, de que a Nippon Steel deveria compensar os trabalhadores sul-coreanos pelos trabalhos forçados durante a Segunda Guerra Mundial.

Samsung procura alternativas

Entre as restrições comerciais japonesas estão três materiais (poli-imida fluorada, fotorresistente e fluoreto de hidrogênio) que influenciam diretamente na fabricação de chips e telas da Samsung. A saída foi a companhia se voltar para o mercado interno, procurando parceiros na própria Coreia do Sul, além de manter contato com empresas da China e de Taiwan.

Duas das empresas locais que poderiam suprir a Samsung com o material necessário para a produção de telas dobráveis são SKC e Kolon Industries. A parceria seria essencial para que o estoque do material não chegue ao fim e comprometa a futura produção de unidades do Galaxy Fold. Por enquanto, a reserva atual é suficiente para o lançamento do dispositivo, que deverá ocorrer no segundo semestre de 2019.

Já o acordo entre a Samsung e a LG está apenas no início, mas, como as duas fabricam vários produtos em comum, é esperado que a parceria seja vantajosa para ambas.

 

A Samsung e a LG estão se unindo para minimizar os impactos causados pelas restrições comerciais do Japão à Coreia do Sul. Nessa primeira parceria anunciada, a LG será uma das fornecedoras de baterias para o Galaxy Note 10.

Não se tem ideia de quanto tempo a disputa comercial entre as duas nações pode durar, mas presume-se que ela não acabará tão cedo. Por isso, as duas empresas já iniciaram suas estratégias para diversificar a gama de fornecedores de componentes para vários tipos de equipamentos.

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O desacordo

Desde o dia 4 de julho, o Japão vem impondo severas sansões comerciais à Coreia do Sul. A razão para os obstáculos foi a decisão da Suprema Corte da Coreia do Sul, tomada em outubro de 2018, de que a Nippon Steel deveria compensar os trabalhadores sul-coreanos pelos trabalhos forçados durante a Segunda Guerra Mundial.

Samsung procura alternativas

Entre as restrições comerciais japonesas estão três materiais (poli-imida fluorada, fotorresistente e fluoreto de hidrogênio) que influenciam diretamente na fabricação de chips e telas da Samsung. A saída foi a companhia se voltar para o mercado interno, procurando parceiros na própria Coreia do Sul, além de manter contato com empresas da China e de Taiwan.

Duas das empresas locais que poderiam suprir a Samsung com o material necessário para a produção de telas dobráveis são SKC e Kolon Industries. A parceria seria essencial para que o estoque do material não chegue ao fim e comprometa a futura produção de unidades do Galaxy Fold. Por enquanto, a reserva atual é suficiente para o lançamento do dispositivo, que deverá ocorrer no segundo semestre de 2019.

Já o acordo entre a Samsung e a LG está apenas no início, mas, como as duas fabricam vários produtos em comum, é esperado que a parceria seja vantajosa para ambas.

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