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As ações da Braskem (BRKM5) fecharam no campo negativo nesta quarta-feira (27) e estenderam as perdas da última sessão, quando já haviam tombado 5,81%. Os papéis da petroquímica recuaram 3,08% cotados a R$ 11,32, depois de terem oscilado entre máxima a R$ 11,93 e mínima a R$ 11,16.
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Ficou no radar um relatório do Citi, que elevou o preço-alvo da Braskem de R$ 10 para R$ 14, considerando os dados operacionais do primeiro trimestre de 2026 da empresa, em meio à forte volatilidade e à correção dos preços globais de petroquímicos entre abril e maio de 2026.
O banco manteve recomendação neutra e classificação de alto risco para a companhia, citando incertezas relacionadas à estrutura de capital. Os analistas apontam que, após altas expressivas em março e abril, impulsionadas pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio e pelas interrupções nas cadeias de suprimento, maio trouxe uma mudança de dinâmica para o mercado petroquímico, com o foco migrando das restrições de oferta para a fraqueza da demanda.
Ainda assim, o Citi enxerga possíveis catalisadores para uma visão mais positiva sobre a companhia, como melhores condições comerciais para aquisição de matéria-prima – o que poderia elevar as vendas – e uma possível extensão do conflito no Oriente Médio, que voltaria a pressionar a oferta global.
Assim como a Braskem, o Ibovespa hoje recuou. O principal índice da B3 recuou 0,48% aos 175.744,37 pontos, em dia de queda dos contratos futuros de petróleo no exterior, o que, por consequência, penalizou a Petrobras (PETR3;PETR4): as ações ordinárias da petroleira (PETR3) recuaram 1,62% e as preferenciais (PETR4) caíram 1,43%.
*Com informações do Broadcast
